Pela primeira vez desde a convocação para a Copa do Mundo, Neymar treinou no campo do Columbia Park, centro de treinamento (CT) do New York Red Bulls, em Nova Jersey (Estados Unidos). A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou imagens em vídeo do atacante em Gramado, ao lado do preparador físico Mino Fulco, durante atividade desta terça-feira (16), fechada à imprensa.
Neymar, inicialmente, deu trotes usando tênis. Depois, calçou as chuteiras, fez embaixadinhas e realizou um exercício de condução, seguido de mais corridas pelo campo. Ele não apareceu nos demais registros revelados pela CBF, em que os companheiros fizeram trabalhos com bola.
Manhã de treino concluído em Nova Jersey! 🇧🇷🫶#BateNoPeito
📸 Rafael Ribeiro/CBF pic.twitter.com/KW4iqC38ti
— brasil (@CBF_Futebol) 16 de junho de 2026
O camisa 10 está em processo de recuperação física, parte do tratamento da lesão grau dois na panturrilha direita sofrida na derrota do Santos para o Coritiba, por 3 a 0, em 17 de maio, na Neo Química Arena, em São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o clube paulista informou que a derrota levou uma “pancada leve” na panturrilha, o que não o impediu de atuar.
No dia seguinte, Neymar foi convocado por Carlo Ancelotti para o Mundial. Mais adiante, em 27 de maio, ao se apresentar na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), o jogador foi submetido a um novo exame, que constatou uma lesão mais grave e não apenas um edema, como indicava o departamento médico do Peixe.
O médico da CBF, Rodrigo Lasmar, comunicou que Neymar precisaria de duas a três semanas para retomar as atividades em campo. O prazo se esgota nesta quarta-feira (17), justamente quando faz um mês da última vez que o camisa 10 participou de uma partida.
Tudo indica que Neymar segue como desfalque para o segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo. Na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), a seleção de Ancelotti ainda o Haiti na Filadélfia.
No empate por 1 a 1 com Marrocos, na estreia, no sábado passado (13), em Nova Jersey, o atacante acompanhou o duelo no banco. Cenário que deve se repetir contra os haitianos.

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