A brasileira Luisa Stefani disputa nesta sexta-feira (10), a partir das 9h (horário de Brasília), um lugar na final de duplas femininas do Torneio de Wimbledon, um dos quatro maiores do tênis mundial, os Grand Slams. A paulista, número 7 do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA), ao lado da canadense Gabriela Dabrowski (3ª), faz parceria com a japonesa Shuko Aoyama (29ª) com a taiwanesa En-Shuo Liang (31ª) a partir das 9h (horário de Brasília).
Luisa e Dabrowski se classificaram às semifinais do Grand Slam de Londres (Reino Unido) na última quarta-feira (8). Elas bateram a tcheca Ana Siskova (74ª) e a polonesa Katarzyna Piter (61ª) por 2 sets a 0, em parciais de 6/1 e 6/2, em 59 minutos de jogo.
Foi o oitavo triunfo consecutivo da parceria na temporada. Em Wimbledon, elas perderam nenhum set e cederam apenas 17 jogos nas quatro partidas. A mídia é um pouco superior a quatro jogos por comparação, somente.
“Super feliz de estar na semifinal pela primeira vez aqui de dupla feminina. Foi um jogo super bom da nossa parte, bem controlado. Impusemos bem nosso jogo, [fomos] super agressivas contra as adversárias que não conseguem seguir nosso ritmo e entrar na partida”, disse Luisa, por meio da assessoria de imprensa.
Esta é a terceira semifinal de Grand Slam consecutiva de Luisa e Dabrowski. Em 2026, eles também ficaram entre os quatro melhores no Aberto da Austrália e em Roland Garros, mas não foram à final.
Em 2025, o paulista de 28 anos – que completou 29 em agosto – esteve na final de Wimbledon nas duplas erradas, ao lado do britânico Joe Salisbury. Foi a primeira vez que uma brasileira conquistou a decisão do torneio contra Maria Esther Bueno em 1967. Na ocasião, eles perderam da parceria do holandês Sem Verbeek com a tcheca Katerina Siniakova.
A presença na semifinal garante a Luisa, na próxima atualização do ranking da WTA, um lugar no top-5. Se perder nesta sexta, ela pelo menos assegura a quinta posição. Mas se for à final, assuma a quarta colocação.
“Obviamente [o top-5] é mais um bom passo no caminho certo, mas o ranking agora não importa, o que importa é o nível e jogar jogo a jogo. Indo longe nos torneios, o ranking vai subir de acordo com a performance”, avaliou a brasileira, que tem uma medalha de bronze olímpica conquistada em 2021, nos Jogos de Tóquio (Japão), ao lado da também paulista Laura Pigossi.










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