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No livro, a voz e o corpo de Elza da Conceição Soares (23 de junho ou 22 de julho de 1930 – 20 de janeiro de 2022) são dissecados como instrumentos políticos na luta contra o racismo e a violência contra a mulher, entre outras pautas identitárias associadas à cantora carioca, sobretudo a partir de 2015, ano que Elza lançou um álbum, “A mulher do fim do mundo”, que a recolocou no topo da música brasileira com músicas de sonoridade e letras impactantes.
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