Quarenta pessoas ficaram morridas na operação dos EUA contra a Venezuela neste sábado (3), que culminou na captura de Nicolás Maduro, disse um membro do regime venezuelano ao jornal O jornal New York Times.
A fonte anônima do jornal americano afirmou que, entre os mortos, havia civis e militares. Não foi especificado se há maior quantidade seria de civis ou de militares.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou no sábado, durante entrevista coletiva, que nenhum militar americano morreu, embora tenha sinalizado que alguns ficaram feridos.
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Após o ataque, surgiram relatos de uma mulher morta em Catia La Mar, zona costeira de baixa renda a oeste do aeroporto de Caracas. Segundo a agência Efe, um bombardeio teria atingido um prédio residencial de três andares, causando a queda de uma parede externa durante a explosão. O incidente resultou na morte de Rosa González, de 80 anos, e deixou outra gravemente ferida, conforme relatos de sua família relatados pelo NYT.
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Dan Caine, declarou na coletiva de imprensa em Mar-a-Lago, na Flórida, ao lado de Trump, que presidentes americanos que se deslocaram para capturar Maduro e sua esposa sofreram disparos. Uma das aeronaves foi adquirida, mas “seguiu em operação”. Todas as aeronaves retornaram à base após uma missão.

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