
Após já ter feito elogios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mandatário americano, Donald Trump, chamou o petista de “homem bom” e “cara esperto” nesta quinta-feira (7).
Em breve entrevista coletiva em Washington, Trump foi questionado por um jornalista se algum acordo havia sido fechado na reunião de três horas que os dois presidentes realizaram na Casa Branca mais cedo. O republicano desconversou, mas fez elogios ao brasileiro.
“Nós tivemos uma ótima reunião com o presidente do Brasil. Nós estamos fazendo muito comércio e vamos aumentar esse comércio. Falamos sobre tarifas, que elesm de algum rompimento nas tarifas. Mas foi uma reunião muito boa. Ele é um homem bom, um cara esperto”, afirmou o presidente americano.
Mais cedo, logo após reunião com Lula, Trump já havia elogiado o petista. “Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos diversos temas, incluindo negociações e, especificamente, tarifas. A reunião foi muito boa. Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, escreveu o republicano na rede Truth Social.
Este foi o segundo encontro oficial entre Trump e Lula: em outubro, eles já se reuniram na Malásia durante a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), após terem sido “esbarrados” na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, no mês anterior.
O encontro desta quinta-feira foi precedido por novas trocas de farpas entre os dois governos: as críticas de Lula às ações americanas no Irã e em Cuba; a expulsão dos Estados Unidos de um delegado da Polícia Federal brasileira que havia atuado na prisão provisória do ex-deputado federal Alexandre Ramagem no país norte-americano – o governo Lula reagiu retirando as credenciais de um adido da agência de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) no Brasil; uma investigação americana sobre práticas comerciais brasileiras; A intenção de Washington de declarar os grupos criminosos brasileiros Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, algo a que Brasília se opõe.











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