
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu nesta segunda-feira (6) que pediu ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, para que a confederação mundial revisasse a expulsão do caçador americano Folarin Balogun, mas disse que não tentou que a vingança fosse revogada.
No domingo (5), a Fifa anunciou que seu Comitê Disciplinar concedeu um indulto a Balogun, que havia sido expulso na partida da segunda fase da Copa do Mundo de 2026 contra a Bósnia-Herzegovina, após um pisão no tornozelo de um atleta da seleção europeia, Tarik Muharemovic.
Dessa forma, ele poderá jogar contra a Bélgica a partir das 21 horas (horário de Brasília) desta segunda-feira em Seattle, pelas oitavas de final do Mundial.
“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão. Eu não disse: ‘Vocês têm que fazer isso'”, disse Trump aos jornalistas no Salão Oval da Casa Branca hoje, segundas informações da emissora CNN. “Não achei que foi falta. [Foram] dois caras correndo a toda velocidade que acabaram se chocando. Ele [Balogun] não fez nada de errado”, disse Trump.
“Eu não disse a ele [Infantino] o que fazer, não posso dizer a ele o que fazer”, disse Trump, acrescentando que achou o julgado da partida EUA x Bósnia, o brasileiro Raphael Claus, “um pouco suspeito” e que a imprensa deveria “verificar seu passado”.
UM Gazeta do Povo não consegui contato com Claus. O espaço está aberto para manifestação.
Em comunicado no domingo, a Fifa anunciou que a aplicação da suspensão da partida seguinte fica suspensa por um período probatório de um ano. “Caso Folarin Balogun cometa outra infração de natureza e gravidade semelhantes durante o período probatório, a suspensão será revogada e a sanção aplicada, sem prejuízo de qualquer sanção adicional imposta pela nova infração”, acrescentou.
A Associação Real de Futebol da Bélgica (RBFA) questionou o cancelamento da suspensão junto à Fifa e tentou evitar que Balogun jogasse esta noite.













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