Mas a manifestação mesmo, o máximo que o Super Bowl viu foi em 2016 — quando Beyoncé, vestida como as Panteras Negras, divulgou uma música inédita sobre negritude. Mas ela era apenas convidada pela atração principal, que era o Coldplay. Ou em 2025, quando um dançarino de Kendrick Lamar mostrou uma bandeira da Palestina e do Sudão de forma abrupta. Ele foi preso.

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