
A Rússia está aproveitando a instabilidade energética com a crise no Estreito de Ormuz devido à guerra entre Israel, EUA e Irã para tentar reinserir Moscou no mercado global.
O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse nesta quarta-feira (15) que o país está disposto a suprir o problema da escassez de energia da China e de outros interessados durante o conflito. Desde a invasão à Ucrânia, a Rússia é alvo de avaliações ocidentais, o que prejudica a sua economia.
“A Rússia certamente pode compensar a deficiência de recursos que surgiu em países interessados em trabalhar connosco”, disse em colectivo de imprensa durante a viagem a Pequim ao comentar a situação do Estreito de Ormuz, que se tornou o centro das negociações entre EUA e Irão no Paquistão.
Lavrov anunciou ainda que o ditador Vladimir Putin deverá visitar o gigante asiático nos próximos meses.
Também nesta quarta, o presidente Donald Trump disse que conversou com o ditador chinês, Xi Jinping, e chegou a um acordo com Pequim para não enviar armas ao Irã durante uma guerra. O líder republicano acrescentou que a abertura do Estreito de Ormuz deixou a China “muito feliz”.
A declaração surge após o jornal britânico Tempos Financeiros Divulgar uma investigação que revelou que o regime iraniano forneceu um satélite espião chinês para identificar e atacar bases militares americanas no conflito atual.












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