
A embaixadora de Cuba no Reino Unido, Ismara Mercedes Vargas Walter, afirmou em entrevista ao jornal britânico The Telegraph que Cuba poderia ser destruída, mas que seu povo a defenderia “mesmo que isso significasse zerar a população cubana”.
As solicitações foram feitas em referência a um possível ataque militar dos EUA na ilha. Segundo um representante do regime cubano em Londres, o país está se preparando, neste exato momento, como qualquer nação faria “diante de tantas ameaças diárias”.
Recentemente, o próprio ditador Miguel Díaz-Canel alertou que Cuba estaria pronta para um “banho de sangue” caso os EUA lancem ataques militares, indicando que o país estava se preparando para oferecer mais resistência do que a Venezuela durante a captura do aliado Nicolás Maduro.
“O povo cubano não permitirá que uma potência estrangeira ataque nosso país. Defenderemos nossa soberania e iremos até as últimas consequências, mesmo que isso signifique reduzir a população cubana a zero”, afirmou diplomata.
As declarações surgem em meio às crescentes tensões entre Washington e Havana, após as recentes avaliações americanas contra altos funcionários cubanos e a acusação formal contra o ex-ditador Raúl Castro pelo abate de duas aeronaves da organização Irmãos ao Resgate em 1996, incidente em que quatro pessoas morreram.











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