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Quais são as opções de Trump contra o Irã

Por Redação
13 de janeiro de 2026
Em Entretenimento
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Quais são as opções de Trump contra o Irã
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Dias depois da operação bem-sucedida de captura do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, os EUA avaliaram uma nova intervenção militar. Desta vez, direcionado ao Irã.

O presidente Donald Trump recebeu uma gama de opções do Pentágono para atuar no país persa em meio a uma repressão brutal do regime em vigor, que já deixou mais de dois mil mortos em protestos nas últimas semanas, de acordo com dados oficiais e relatórios de observadores de direitos humanos.

As alternativas apresentadas ao líder republicano envolvem o uso de força letal e não letal. São eles bombardeios aéreos direcionados a alvos militares, ações financeiras contra o país e seus aliados para sufocar ainda mais sua economia e ataques cibernéticos contra infraestrutura sensível.

Especialistas militares e ex-funcionários do governo americano esclareceram ao Tempos Financeiros que esses alvos podem incluir infraestrutura militar e da Guarda Revolucionária Iraniana, centros de comando e controle, além de depósitos de armas e suprimentos usados ​​pelo regime e suas milícias.

Essas ações podem envolver, inclusive, ataques direcionados à alta escalada do regime iraniano. Em seu primeiro mandato (2017-2021), Trump autorizou uma operação – que teve sucesso – para eliminar o comandante da Guarda Revolucionária Qassem Soleimani, ação que elevou o interrogatório entre os dois países.

O presidente americano também já sinalizou, em junho do ano passado, durante os ataques aéreos americanos em solo iraniano, que poderia atingir o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, apesar de ter rejeitado que esse seria seu objetivo na ocasião.

Os EUA já anunciaram uma primeira medida nesta segunda-feira com a imposição de tarifas de 25% sobre qualquer país que faça negócios com o Irã. O Brasil é um dos parceiros do regime que podem ser afetados pela nova cobrança.

Nesta terça-feira, Trump elevou o tom sobre a situação do Irã, dizendo em uma mensagem na Verdade Social que a “ajuda” estava a caminho, um sinal de que as operações militares podem ser o próximo passo para conter a repressão das lideranças autoritárias. O saldo de 2 mil mortos, os milhares de presos políticos e o bloqueio da internet sinalizam que uma resposta hostil às ondas de protestos não deve ser interrompida.

Embora Trump tenha recebido apoio de parte de sua base política, como o senador republicano Lindsey Graham, para lançar ataques militares no Irã, outros assessores da Casa Branca avaliam que essa pode não ser uma opção com o melhor resultado.

Um americano oficial disse ao O jornal New York Times na condição de anonimato que as opções mais restritas, como um ataque cibernético ou um ataque contra o aparelho de segurança interna do Irã, que está usando força letal contra manifestantes, são mais prováveis ​​de acontecer no primeiro momento.

O diálogo entre o governo americano e o regime dos aiatolás parecia uma alternativa até esta segunda-feira, segundo indicou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em coletiva. Na ocasião, ela disse que os ataques aéreos eram “uma das muitas opções que estão sobre a mesa”, mas que “a diplomacia é sempre a primeira opção para o presidente”.

No entanto, Trump parece ter desistido dessa possibilidade nesta terça-feira ao anunciar a suspensão de todos os canais diplomáticos com Teerã, ao mesmo tempo em que incentivou os iranianos a irem às ruas e “tomarem o controle das instituições”, enquanto a “ajuda estava a caminho”.

Manifestantes organizaram protestos nas ruas de várias cidades iranianas, motivados pela liberdade da economia nacional. Rapidamente, os movimentos de oposição se juntaram às ações dentro e fora do Irã e os protestos ganharam força, desafiando os líderes religiosos autoritários.

Dentro do Irã, o ápice dos protestos foi atingido no último dia 8, após pelo menos 96 manifestações em 27 das 31 províncias do país serem registradas pela Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA), organização iraniana de monitoramento dos direitos humanos sediada nos EUA. Uma grande mobilização levou o regime de Teerã a cortar o acesso à internet, temendo a propagação das manifestações interna e externamente. O anúncio segue em vigor, enquanto os EUA disponibilizam acesso à rede de satélites Starlink, de Elon Musk.

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Tags: contradonald trumpiráopçõesprotestosquaisSãoTrump
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