
Amy Winehouse no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2008 Ben Stansall/AFP/Arquivo O pai de Amy Winehouse, que havia processado duas amigas de sua filha por leiloarem indevidamente objetos da cantora, perdeu o incidente. O anúncio foi feito pelo Tribunal Superior de Londres nesta segunda-feira (20). Duas amigas da cantora britânica venderam itens da artista, arrecadando US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 6,95 milhões), dos quais 30% foram destinados à fundação da cantora. Mitch Winehouse, pai do artista falecido em 23 de julho de 2011, sustentou que a quantia arrecadada lhe pertencia e argumentou que eles não tinham o direito de vender os objetos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A ex-estilista da cantora, Naomi Parry, e sua amiga Catriona Gourlay venderam centenas de itens entre novembro de 2021 e maio de 2023. Entre esses objetos havia uma bolsa preta da Armani e vestidos que Winehouse usou em sua última turnê, em junho de 2011, pouco antes de sua morte aos 27 anos. O advogado de Catriona Gourlay, Ted Loveday, alegou que a maior parte havia sido dada a duas mulheres pela própria cantora. A juíza auxiliar do Tribunal Superior de Londres, Sarah Clarke, comentou que Amy costumava apresentar amigos com roupas porque não queria se apresentar com a mesma peça mais de uma vez e tinha “mais objetos do que poderia usar ou guardar”. Amy Winehouse, conhecida por sua voz marcante, seu estilo pin-up com tatuagens e seus excessos, morreu de intoxicação singular, após uma carreira meteórica. Cinebiografias de Amy Winehouse e Bob Marley são criticadas antes do lançamento
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