O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, declarou nesta terça-feira (7), em suas redes sociais, que o acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos, Israel e aliados com o Irã inclui “todas” as regiões onde o conflito é travado, “incluindo o Líbano”. Sharif media como conversas de paz entre o governo de Donald Trump e a República Islâmica.
No comunicado que oficializou o acordo para cessar as agressões entre os países (leia completa abaixo), ele deu mais detalhes sobre a extensão do que foi combinado entre os países envolvidos. “A República Islâmica do Irã e os EUA, juntamente com seus aliados, concordaram com um cessar-fogo imediatamente em todas as frentes, incluindo o Líbano e outros”, escreveu o chefe de governo.
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Trump anunciou sua adesão em uma publicação na rede Truth Social. O americano afirmou ter concordado em suspender os ataques previstos contra o Irã e classificou a medida como um “cessar-fogo de mão dupla”, tomada diante do avanço das negociações. Menos de 24 horas antes, ele ameaçou acabar com a civilização iraniana.
Israel também teria aderido ao cessar-fogo e concordado em suspender os bombardeios contra Teerã enquanto as negociações começavam. O governo israelense não se manifestou oficialmente, mas as fontes da Casa Branca informaram à Reuters e outras do governo israelense comunicaram ao jornal Haaretz que Israel honraria o acordo.
No entanto, as Forças de Defesa de Israel afirmaram que menos de 10 minutos depois do anúncio de mísseis iranianos foram interceptados em Israel, sem informações de feridos do lado israelense.
Confira a íntegra do comunicado de Sharif:
“Com maior humildade, tenho o prazer de anunciar que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América, juntamente com seus aliados, concordaram com um cessar-fogo imediato em todas as frentes, incluindo o Líbano e outros, com efeito imediato.
Acolho com entusiasmo este gesto seguro e expresso minha mais profunda gratidão à liderança de ambos os países, convidando suas delegações a Islamabad na sexta-feira, 10 de abril de 2026, para obrigação com as negociações em busca de um acordo definitivo para resolver todas as disputas.
Ambas as partes demonstraram notável sabedoria e compreensão e construtivamente engajadas na promoção da paz e da estabilidade. Esperamos sinceramente que as ‘Conversas de Islamabad’ sejam bem-sucedidas na obtenção de uma paz com firmeza e desejamos compartilhar mais boas notícias nos próximos dias!”











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