A África foi a base, um norte do qual o multi-instrumentista nunca se demorou, mas o Brasil sustentou ponte rítmica inovadora, alicerçada com baião, maracatu e samba, entre outros gêneros musicais nacionais. E tudo foi amalgamado com a liberdade do jazz, música sem fronteiras, e com requinte e rigor erudito, frutos da formação desse artista vocacionado para criar arranjos para orquestras e grandes bandas.

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