
De forma semelhante à que vem impondo na Faixa de Gaza, o exército de Israel admitiu, neste sábado (18), ter criado uma “linha amarela” no sul do Líbano para delimitar a zona militarmente controlada por suas tropas. As forças de defesa do país também confirmaram uma série de ataques na região, mesmo sob a condição de cessar-fogo com o grupo terrorista Hezbollah.
De acordo com o comando militar israelense, houve evidência de demarcação por parte de combatentes inimigos, o que foi considerado pelo exército liderado por Benjamin Netanyahu como “uma ameaça imediata”.
Segundo a agência de notícias EFE, o comunicado oficial que confirmou o ataque por parte da Força Aérea de Israel não detalhou os dados dessas incursões militares. A trégua entre Líbano e Israel começou na última quinta-feira (16).
Ataque durante o cessar-fogo foi em “defesa legítima”, alega Israel
A nota trata os ataques israelenses como “defesa legítima e para neutralizar ameaças imediatas”, o que não infringiria as regras do cessar-fogo segundo o governo de Netanyahu. Além de disparar contra os combatentes por terem cruzado a área restrita, as forças de defesa de Israel ainda confirmaram um bombardeio contra equipamentos de infraestrutura no sul do Líbano.
O cessar-fogo entre Israel e Líbano teve a participação do presidente dos EUA, Donald Trump. Na rede Truth Social, o norte-americano disse que conversou com o presidente libanês, Joseph Aoun, e com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Israel enfrentou o Hezbollah no Líbano (e não o exército libanês) porque o grupo terrorista iniciou ataques contra o território israelense devido à guerra dos americanos e de Israel contra o Irã, no momento em um cessar-fogo de duas semanas (prazo que termina em terça-feira, 21).











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