• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Irã apresenta sentença contra manifestante sem pena de morte

Por Redação
15 de janeiro de 2026
Em Entretenimento
A A
Irã apresenta sentença contra manifestante sem pena de morte
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



O Judiciário do Irã apresentou uma versão de sentença diferente da que foi anunciada por familiares em relação ao manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, preso nos protestos que tomaram as ruas do país. Inicialmente, ele havia sido condenado à pena de morte, segundo denunciaram organizações de direitos humanos, e sua execução foi marcada para esta quarta-feira (14).

No entanto, a agência de notícias Mizan, ligada ao judiciário iraniano, apresentou uma nova versão de sentença, depois de dias de pressão do presidente dos EUA, Donald Trump.

“Soltani foi preso durante os distúrbios e acusado de reunião ilegal, ameaçado à segurança nacional e atividades de propaganda contra o regime. Ele está atualmente detido na prisão central da cidade de Karaj”, afirmou a agência.

“Caso as acusações contra o réu sejam comprovadas, a pena prevista em lei é de prisão, e a pena de morte não está prevista para esse tipo de crime”, acrescentou a publicação.

Com a pressão de Trump, acompanhada de ameaças de intervenção militar, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, deu entrevista à Fox News na quarta-feira e reiterou que não há planos para reforçar manifestos detidos. “Posso afirmar com total confiança que não há planos para execução”.

No mesmo dia, antes de serem divulgadas informações sobre o repórter de Soltani, o chefe do Poder Judiciário do Irã, Gholam-Hossein Mohseni-Eje’i, prometeu acelerar os julgamentos de manifestantes envolvidos com os protestos pelo país em meio à preocupação crescente internacional com a repressão brutal aplicada por agentes de segurança nas ruas.

Citado pela imprensa estatal, ele disse que os manifestantes acusados ​​de violência ou “atividades terroristas” terão “prioridade no julgamento e na proteção”.

Na última segunda-feira, a organização Iran Human Rights Governance (IHRNGO), com sede em Oslo, reiterou que tinha conhecimento por meio de relatos de suas fontes no país que pelo menos um manifestante corria risco de execução.

A ONG acrescentou que fontes próximas à família de Erfan Soltani, de 26 anos, afirmaram que ele foi preso em 8 de janeiro em Fardis, nos arredores de Teerã, e que os seus familiares foram informados de que ele havia sido condenado à morte e que a execução ocorreria no dia 14.

A própria organização acrescentou que as autoridades iranianas às vezes usam tais ameaças como forma de pressão.

A ONG Hengaw também relatou que a irmã de Erfan Soltani, uma advogada, tentou acessar o caso por vias legais, mas as autoridades impediram o acesso aos documentos do processo.

Os protestos que aconteceram em 28 de dezembro ganharam força nas semanas seguintes e se transformaram em um massacre a partir de 8 de janeiro, quando uma repressão em todo o país teve início, resultando em um número incerto de mortos, estimado por organizações como a IHRNGO em 3.428, com milhares de feridos e detidos.

As autoridades iranianas confirmaram até o momento a morte de mais de 150 membros das forças de segurança, mas ainda não divulgaram números relativos às vítimas civis, alegando que o processo de identificação dos mortos ainda está em andamento.

Na versão do regime iraniano, os protestos foram pacíficos entre 28 de dezembro e 7 de janeiro, mas se tornaram violentos em 8 de janeiro devido à “infiltração de agentes estrangeiros armados” que buscavam provocar um banho de sangue para desencadear uma intervenção militar dos EUA.

Trump disse na tarde de quarta-feira que o regime do Irã não tem planos de executar pessoas que participem dos protestos que ocorreram no país nas últimas semanas.

“Fomos informados de que as mortes no Irã estão cessando e que não há planos para execuções”, afirmaram os jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, segundas informações da emissora CNN. “As mortes pararam. As execuções pararam”.

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Tags: apresentacontradonald trumpiráManifestantemorteoriente médiopenaprotestosSEMsentença
Postagem Anterior

Jovem é preso e adolescente apreendido com drogas em Volta Redonda

Próxima Postagem

A revolta do Roblox: jogadores fazem protesto virtual após restrição do chat para crianças

Próxima Postagem

A revolta do Roblox: jogadores fazem protesto virtual após restrição do chat para crianças

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile