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Hungria vai às urnas em eleição decisiva para Orbán

Por Redação
11 de abril de 2026
Em Entretenimento
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Hungria vai às urnas em eleição decisiva para Orbán
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



A Hungria realiza neste domingo (12) eleições parlamentares que podem mudar completamente o rumo do país, uma vez que o atual primeiro-ministro Viktor Orbán, no poder há 16 anos, aparece atrás nas pesquisas.

Os húngaros votaram neste domingo para renovar o Parlamento do país, e o resultado da legislação definirá quem será o próximo primeiro-ministro. Orbán liderou o partido Fidesz, legenda conservadora que detém atualmente maioria parlamentar na Hungria desde 2010. O principal desafio neste pleito é o Tisza, partido liderado por Péter Magyar, ex-aliado de Orbán que rompeu com o governo em 2024. Segundo a média de pesquisas do jornal Politico, o Tisza aparece com 50% das intenções de voto, contra 39% do Fidesz.

A disputa na Hungria ganhou peso internacional nos últimos dias. O presidente Donald Trump, publicou nas redes sociais um forte apoio a Orbán, afirmando que seu governo está “pronto para usar todo o poder econômico dos Estados Unidos para fortalecer a economia húngara” caso o primeiro seja reeleito. O vice-presidente americano JD Vance também esteve em Budapeste para fazer campanha ao lado de Orbán.

O primeiro-ministro também contou com o apoio de outros líderes da direita internacional: em um vídeo de campanha divulgado em janeiro, a premiê italiana Giorgia Meloni, a líder da direita nacionalista francesa Marine Le Pen, o presidente argentino Javier Milei e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu manifestaram apoio a Orbán, que também tem apoio do regime de Vladimir Putin, da Rússia, com quem tem forte importância.

Apesar do apoio externo, o atual primeiro-ministro enfrenta um eleitorado crescentemente insatisfeito na Hungria e a oposição de parceiros dentro da própria União Europeia, o bloco do qual a Hungria faz parte mas com o qual o primeiro tem conflitos acumulados ao longo dos anos.

Dentro da Hungria, a insatisfação do eleitorado tem sido alimentada por dificuldades econômicas, denúncias de corrupção – que colocam o país entre os mais criticados nesse quesito dentro da UE – e pela política externa do governo. A aproximação de Orbán com a Rússia é um dos pontos mais sensíveis. Segundo levantamento da agência Median, 52% dos húngaros consideram que o Kremlin cometeu uma agressão injustificada contra a Ucrânia, ao invadir o país vizinho em 2022, diminuindo a resistência popular ao discurso pró-Moscou aprovação pelo premiê.

Mesmo após o início da guerra, que está em curso até os dias atuais, o governo húngaro manteve a importação de energia russa – uma das principais fontes de receita de Moscou – e chegou a afirmar, em fevereiro, que a União Europeia representaria uma ameaça maior à Hungria do que a própria Rússia, aprofundando o distanciamento político dentro do bloco europeu.

Reta final da disputa

Nesta véspera da eleição, ofertas de milhares de húngaros lotaram a Praça dos Heróis, em Budapeste, em um grande ato contra o Fidesz de Orbán. O opositor Magyar decidiu encerrar sua campanha com um discurso em Debrecen, segunda maior cidade do país, após cruzar a Hungria em uma maratona de até sete discursos por dia. “Estamos às portas de uma vitória com maioria de dois terços”, disse ele aos seus apoiadores. A declaração reflete o objetivo estratégico de Magyar neste pleito.

No Parlamento húngaro, que possui 199 cadeiras, uma maioria simples já permitiria a formação de governo magiar. No entanto, esse número não seria suficiente para desfazer as mudanças institucionais inovadoras ao longo dos anos pelo Fidesz – uma das principais promessas de campanha do opositor. Para isso, a oposição tem de alcançar esta eleição cerca de 133 assentos, que representa dois terços do Parlamento. Esse patamar garantiria a magiar, caso vença a disputa, o poder para reverter a estrutura política consolidada pelo atual governo.

Orbán também mobilizou sua base no último dia de campanha. O primeiro-ministro realizou um grande ato de campanha em Székesfehérvár, cidade medieval a uma hora de Budapeste e tradicional reduto do Fidesz, antes de encerrar com um comício na capital. Diante dos apoiadores, ele alertou para os riscos de uma derrota neste domingo, dizendo que “podemos perder tudo o que construímos”, e insistiu na mensagem de que a UE e a Ucrânia representam ameaças à Hungria.

Ao longo de seus anos no poder, Orbán consolidou uma agenda marcada pelo endurecimento das políticas migratórias, com controle especificamente das fronteiras da Hungria durante a crise migratória europeia, além de medidas externas à valorização de políticas conservadoras, como incentivos à família e à natalidade. Seu governo também introduziu leis que restringem a promoção de conteúdos relacionados à homossexualidade para menores de idade e reforçam uma postura de soberania nacional frente às decisões de Bruxelas, resistindo às diretrizes da União Europeia em temas como imigração, políticas culturais e organização institucional.

Pesquisadores pró-governo ainda apontam uma disputa mais apertada do que a mídia das sondagens sugere, e analistas lembram que o Fidesz tem uma base de eleitores que tendem a não se declarar nas pesquisas. Antes de assumir o poder novamente em 2010, Orbán foi premiê da Hungria entre 1998 e 2002, quando perdeu a disputa pela reeleição.

Quem é Péter Magyar

Magyar, de 45 anos, passou a maior parte de sua vida adulta dentro do círculo de poder do Fidesz. Filho de um casal de advogados, ele estudou direto em Budapeste e ingressou no partido de Orbán após a derrota da legenda nas eleições de 2002. Magyar chegou a trabalhar como diplomata húngaro em Bruxelas. Ele foi casado com Judit Varga, que já ocupava o cargo de ministro da Justiça no governo Orbán, com quem teve três filhos.

A ruptura de Magyar com o Fidesz de Orbán ocorreu em fevereiro de 2024, após um choque que provocou fortes fatos públicos no país. Na ocasião, o então presidente da Hungria, Katalin Novák, membro do Fidesz, concedeu indulto a um homem que tinha sido condenado por descobrir casos de abusos sexuais contra menores em um orfanato estatal, decisão que contornou com o aval da então ministra da Justiça, Judit Varga, a ex-esposa de Magyar.

Diante da repercussão negativa naquele momento, Novák e Varga renunciaram às suas cargas no mesmo mês. No dia seguinte às saídas, Péter Magyar anunciou sua ruptura com o Fidesz, acusando o governo de usar ambas as mulheres como “bodes expiatórios” para proteger o primeiro-ministro Viktor Orbán e denunciando o que classificou como um “sistema político marcado por corrupção”.

A partir daí, Magyar assumiu o controle do Tisza, partido então até inativo fundado em 2020, e passou a percorrer o país em campanha de base, chegando a pequenas cidades e vilarejos que historicamente eram redutos do Fidesz. Nas eleições para o Parlamento Europeu de junho de 2024, o Tisza, sob comando de Magyar, obteve 29,6% dos votos e elegeu sete deputados – resultado considerado expressivo para um partido recém-reorganizado e que colocou a legenda como o maior desafio ao Fidesz desde o retorno de Orbán ao poder.

Magyar se apresenta como um “conservador de centro-direita”, não como uma alternativa de esquerda para Orbán. Suas principais promessas incluem combater a corrupção, aumentar a independência da mídia pública e do judiciário, que organizações e analistas denunciam terem sido capturados por Orban, ampliar a transparência em licitações públicas e impor limite de dois mandatos para primeiros-ministros – mudanças que, segundo ele, excluem justamente a maioria de dois terços que buscam nesta eleição.

Em relação à Rússia, o opositor promete reduzir a dependência energética do país até 2035. Sobre a Ucrânia, Magyar adota postura mais favorável a Kiev do que Orbán e também defende o realinhamento com a UE e critica a proximidade da Hungria com Moscou. Apesar disso, ele defende a posição do atual governo de não enviar armas para a Ucrânia.

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Tags: àsdecisivadonald trumpeleiçãoEUA - Estados UnidosEuropaHungriaMarina Le PenOrbánparaRússiaunião europeiaurnasvaiVladimir Putin
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