No roteiro de “Apocalipse segundo Baby”, fica evidente que um artista, ao refletir sobre sua própria trajetória, vê todo sentido em ter fugido para a Bahia na adolescência, de ter morado literalmente debaixo da ponte em Salvador (BA) – a Ponte de Piatã, revisitado pelo artista para o documento – e de, mais tarde, ter atravessado o Caminho de Santiago, ponto fundamental da conversão da artista.

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