• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

EUA atacam navio mercante e Irã reivindicam controle de Ormuz

Por Redação
30 de maio de 2026
Em Entretenimento
A A
EUA atacam navio mercante e Irã reivindicam controle de Ormuz
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


As Forças dos Estados Unidos informaram ter atacado neste sábado (30) um navio comercial que tentava quebrar o cerco de Washington aos portos iranianos perto do Estreito de Ormuz. Teerã respondeu subindo o tom, dizendo que a passagem estratégica está sob seu “controle total”. As informações foram divulgadas pela agência de notícias EFE. Não há informação de feridos.

De acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom), as forças americanas identificaram o navio mercante M/V Lian Star navegando por águas internacionais no Golfo de Omã em direção a um porto iraniano, segundo a EFE.

VEJA TAMBÉM:

  • Trump anuncia ataques de navios comerciais no Irã

  • Emirados Árabes Unidos Ausam Irã de Terrorismo

O Centcom informou que emitiu “mais de 20 advertências” alertando o embarque de que ela estava violando o bloqueio imposto por Washington. Com este incidente, as forças americanas somam cinco navios comerciais inutilizados e 116 desviados desde o início do cerco a Teerã.

Como os avisos foram ignorados, uma aeronave dos EUA disparou contra a sala das máquinas do navio, deixando-o “inutilizado”. “O navio deixou de navegar em direção ao Irã”, declarou o Centcom em comunicado oficial.

A embarcação operava com bandeira da Gâmbia. Embora não seja uma das bandeiras de conveniência mais tradicionais do setor marítimo, como as da Libéria ou do Panamá, o país africano possui um registro aberto, o que permite a inscrição de barcos sem uma ligação direta com a nação.

Teerã diz ter “Controle total”

Também neste sábado, as Forças Armadas do Irã subiram o tom e alertaram que qualquer tentativa de interferência militar na rota marítima receberá uma resposta contundente.

“A gestão do Estreito de Ormuz pelas Forças Armadas da República Islâmica do Irã é exercida com plena autoridade”, afirmou o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, em comunicado divulgado pela agência estatal Tasnim e obtidos pela EFE.

As autoridades iranianas enfatizaram que todos os navios, comerciais ou petroleiros, são obrigados a transitar pelas rotas designadas e a obter autorização prévia da Marinha da Guarda Revolucionária. O descumprimento, segundo Teerã, colocará em “grave risco” a segurança da navegação. O Irã também inveja um aviso direto aos EUA, afirmando que qualquer embarque militar que tente interferir na gestão do estreito será considerado um alvo legítimo.

Para consolidar sua posição, a Autoridade do Golfo e do Estreito de Pérsico (PGSA) — órgão criado pelo Irã para gerenciar o tráfego local — publicou recentemente um mapa detalhando sua “jurisdição” e as zonas que bloqueiam permissão prévia para trânsito.

Impasse econômico e as negociações de paz

O conflito, que já se estende por mais de três meses, começou após ataques dos EUA e Israel contra o Irã no dia 28 de fevereiro. Como retaliação, o Irã bloqueou o Estreito de Ormuz, uma passagem vital por onde passavam 20% do petróleo e do gás mundial antes da guerra. Em resposta, o presidente americano, Donald Trump, impôs o cerco naval aos portos iranianos em abril.

A reabertura do estreito tornou-se o ponto central e mais complexo das negociações de paz mediadas pelo Paquistão. Ao mesmo tempo que Washington exige do Irão a retirada das minas marítimas da via e a abstenção de taxas, Trump declarou publicamente que não aceitará um acordo que conceda o controlo exclusivo do Estreito ao Irão.

A posição do Irã foi de proporcionar a cobrança de um pedágio. Recentemente, reformulou a retórica, alegando que os valores exigidos seriam destinados a “serviços de navegação” e medidas de proteção ao meio ambiente marinho.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Tags: atacamcontroledonald trumpeuaEUA - Estados UnidosirámercantenavioOrmuzpetróleoPortosreivindicam
Postagem Anterior

Vídeo mostra jovens condução veículo adaptado sem proteção em Nova Friburgo

Próxima Postagem

Saúde do RJ e Fiocruz atendem paciente belga que veio de Uganda com sintomas virais e investigam possibilidade de ebola

Próxima Postagem

Saúde do RJ e Fiocruz atendem paciente belga que veio de Uganda com sintomas virais e investigam possibilidade de ebola

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

IMPOSTO DE RENDA 2026

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile