
O governo dos EUA suspendeu terça-feira (14) nestas avaliações contra o sistema bancário público venezuelano, incluindo o Banco Central da Venezuela.
A medida anunciada pelo Departamento do Tesouro também inclui o Banco da Venezuela, o Banco Digital dos Trabalhadores, o Banco do Tesouro e qualquer entidade na qual alguma dessas instituições tenha participação direta ou indireta de 50% ou mais.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro Americano obteve uma licença que permite “transações comerciais” com o regime venezuelano, desde que haja autorização prévia de Washington.
As novas diretrizes surgem menos de duas semanas após os EUA terem retirado a líder interna da Venezuela, Delcy Rodríguez, da lista de sanções e representam mais um passo no degelo das relações entre Washington e Caracas.
Sem essas restrições, as principais instituições bancárias venezuelanas poderão retornar ao sistema financeiro dos EUA e operar legalmente em dólares.
Após a prisão de Nicolás Maduro em Caracas durante uma intervenção militar dos EUA no início deste ano, o governo Trump tem normalizado as relações diplomáticas com a nação caribenha, que foram rompidas em 2019.
Ao mesmo tempo, Washington também suspendeu as regras de avaliação econômica impostas a Caracas durante o mandato anterior de Trump (2017-2021), como parte de uma estratégia para pressionar Maduro a renunciar.

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