Outros investigados do caso, como Henrique Oliveira, o Rato Love Funk, e MC Ryan SP, serviram na empresa para acompanhar as músicas que nasceram ali. Além de mostrar como a máquina do funk tem capacidade para produzir música em escala industrial, o evento também serviu como uma espécie de “abraço coletivo” para Rodrigo GR6.
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