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Ganhou destaque nas redes sociais um vídeo no qual agentes da Polícia Federal pedem ao morador de um condomínio a retirada de uma faixa em vermelho e branco com a inscrição “ladrão”. Para Rafael Fontana, jornalista e autor do livro “Chinobyl – uma jornada pelas entranhas da ditadura comunista”, a ação se assemelha à forma como era o Partido Comunista Chinês.
Fontana fala com a propriedade de quem morreu na China e investigou os bastidores do regime chinês. “Estamos cada vez mais próximos do Partido Comunista Chinês. Aqui é pior porque temos a violência na rua e ainda temos a violência estatal, o poder repressivo”, disse o jornalista em entrevista ao programa Café com a Gazetada Gazeta do Povo. Assista à entrevista completa clicando no vídeo acima.
Fontana falou do grande volume de investimentos e propaganda chinesa no Brasil e o que explica isso. “A China também está atravessando alguns problemas econômicos. Nesse cenário, o Brasil e outros países ainda estão dando um pouco de fôlego para a economia chinesa”, diz.
“Você não vai conhecer um país”, diz jornalista sobre turismo na China
Sobre influenciadores ou mesmo jornalistas que viajam para a China e derramam elogios ao país, o jornalista é taxativo. “Você não vai conhecer um país. Você vai conhecer o que o Partido Comunista te possibilita ver”, ressalta.
“O estrangeiro vai para lá, ele vai ficar no hotel que o Partido Comunista Chinês escolheu, ele vai nos restaurantes que os guias chineses irão levá-lo. Ele vai passear nos locais permitidos pelo Partido Comunista Chinês, que estão todos preparados”, conclui Fontana.
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