Esse movimento ascendente mercadológico foi feito pela banda sem diluição do ativismo exposto já nos títulos de composições como “Revolução é o caos” e “Sem anistia”, ambos presentes no roteiro do show captado no Rio. E tampouco sem amenizar o peso da batida metaleira, como atesta o álbum ao vivo gravado no mesmo Circo Voador onde Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora do trio, Deck, assistiu pela primeira vez a um show do Black Pantera.
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