
Cole Allen, um professor de 31 anos da Califórnia, foi formalmente acusado em um tribunal de Washington nesta segunda-feira (27) de tentativa de assassinato do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ele foi apresentado a um juiz federal vestindo uniforme azul brilhante de presidiário e ocasionalmente se apresentou durante a maior parte da audiência, segundos relatos da emissora CNN. Os promotores do caso pediram à Justiça que ele permanecesse preso preventivamente e uma audiência de custódia foi marcada para 30 de abril.
Segundo os documentos judiciais, Allen foi denunciado por outros dois crimes além da tentativa de assassinato: por disparos de arma de fogo durante um crime violento e por transportar uma arma de fogo e munição entre estados. Se condenado, ele pode pegar prisão perpétua.
O acusado não se declarou acusado de crimes e solicitou na audiência a designação de advogados para defendê-lo. O professor de 31 anos chegou a Washington um dia antes do crime e se hospedou no hotel onde acontecia o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca com várias armas, sem ser notado.
Ele conseguiu ultrapassar as barreiras de segurança do evento, que contava com a presença de várias autoridades dos EUA, incluindo o presidente, e disparou contra agentes, mas acabou detido.
Segundo a Casa Branca, sua intenção era matar Trump e o máximo possível de funcionários de alta escalada do governo republicano.

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