O simples nome do artista nos créditos de uma composição já era motivo bastante para que os censores pusessem na letra o carimbo de “vetado”. Tanto que, em 1974, Chico teve que criar um maroto pseudônimo, Julinho da Adelaide, para driblar a censura e poder incluir um samba autoral (“Acorda amor”, creditado a Julinho e a Leonel Paiva) no repertório do álbum anterior de estúdio, “Sinal fechado”, disco de intérprete, única saída possível naquele momento.

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