Parentes e amigos se despedem de empresário morto por PMs em abordagem na Pavuna, no Rio
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Parentes e amigos se despedem de empresários mortos por PMs em abordagem na Pavuna, no Rio O corpo do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, morto por policiais militares durante uma abordagem na madrugada de quarta-feira (22), na Pavuna, Zona Norte do Rio, foi enterrado nesta quinta-feira (23), no Cemitério de Inhaúma. Muito abalados, amigos e parentes não quiseram dar entrevistas. Enterro do empresário morto na Pavuna pelos PMs Henrique Lima/TV Globo PMs presos Daniel voltou de um pagode com três amigos quando foi baleado durante uma ação policial. Ele era dono de uma loja de produtos eletrônicos na região. Dois policiais militares foram presos em flagrante pela Corregedoria da PM. Segundo a corporação, a decisão foi tomada após apuração da Corregedoria Geral da PM e da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM). “Após a análise das imagens das operações operacionais esportivas (COPs), foram detectados acusados de cometimento do crime de homicídio doloso por parte dos policiais”, diz a PM. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Empresário é morto a tiros durante abordagem da PM na Pavuna O caso também é investigado pela Polícia Civil. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apreendeu as armas dos agentes. Testemunhas serão ouvidas e imagens da abordagem devem ser comprovadas para esclarecer o que aconteceu. A irmã de Daniel disse que não houve ordem de parada e que Daniel foi baleado com mais de 20 tiros. “Foram 23 tiros. Então, 23 tiros não é ordem de parada. Não tive revide, porque não tinha arma dentro do carro. Meu irmão é mais uma vítima do Estado, desse Estado despreparado que atira para matar”, disse a irmã dele, Thaís Oliveira. A Polícia Civil já realizou perícia no local e ainda não informou oficialmente quantos disparos foram efetuados. O empresário, que morava no bairro havia 22 anos, deixa esposa e uma filha de 4 anos. LEIA TAMBÉM: Pai de uma filha, botafoguense e planeja a deixar o RJ: quem era o comerciante morto em abordagem policial na Pavuna Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, foi morto durante uma abordagem da PM na Pavuna Arquivo pessoal De acordo com a Polícia Militar, agentes do 41º BPM (Irajá) realizavammento de patrulha na região quando abordaram o veículo e informaram que, na ação, um homem foi baleado e não resistiu aos outros. A corporação não falou sobre o motivo da abordagem. “Eu vi o despreparo. Eu vi todos os policiais aqui parados, vendo o absurdo que eles tinham feito”, afirmou Elaine Oliveira, mãe do rapaz. O comando da Corporação, após apuração de sua Corregedoria Geral e da 2ª A Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), determinou a prisão em flagrante dos dois policiais militares envolvidos na ocorrência. Após a análise das imagens das polícias operacionais (COPs), foram detectadas acusações de cometimento do crime de Homicídio Doloso por parte dos policiais. integralmente com as investigações da Polícia Civil.” Nota da Polícia Civil “As armas foram apreendidas e os policiais ouvidos e liberados. Investigação em andamento. Informação de que os policiais militares foram presos pela Corregedoria da PM.”
Parentes e amigos se despedem de empresários mortos por PMs em abordagem na Pavuna, no Rio O corpo do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, morto por policiais militares durante uma abordagem na madrugada de quarta-feira (22), na Pavuna, Zona Norte do Rio, foi enterrado nesta quinta-feira (23), no Cemitério de Inhaúma. Muito abalados, amigos e parentes não quiseram dar entrevistas. Enterro do empresário morto na Pavuna pelos PMs Henrique Lima/TV Globo PMs presos Daniel voltou de um pagode com três amigos quando foi baleado durante uma ação policial. Ele era dono de uma loja de produtos eletrônicos na região. Dois policiais militares foram presos em flagrante pela Corregedoria da PM. Segundo a corporação, a decisão foi tomada após apuração da Corregedoria Geral da PM e da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM). “Após a análise das imagens das operações operacionais esportivas (COPs), foram detectados acusados de cometimento do crime de homicídio doloso por parte dos policiais”, diz a PM. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Empresário é morto a tiros durante abordagem da PM na Pavuna O caso também é investigado pela Polícia Civil. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apreendeu as armas dos agentes. Testemunhas serão ouvidas e imagens da abordagem devem ser comprovadas para esclarecer o que aconteceu. A irmã de Daniel disse que não houve ordem de parada e que Daniel foi baleado com mais de 20 tiros. “Foram 23 tiros. Então, 23 tiros não é ordem de parada. Não tive revide, porque não tinha arma dentro do carro. Meu irmão é mais uma vítima do Estado, desse Estado despreparado que atira para matar”, disse a irmã dele, Thaís Oliveira. A Polícia Civil já realizou perícia no local e ainda não informou oficialmente quantos disparos foram efetuados. O empresário, que morava no bairro havia 22 anos, deixa esposa e uma filha de 4 anos. LEIA TAMBÉM: Pai de uma filha, botafoguense e planeja a deixar o RJ: quem era o comerciante morto em abordagem policial na Pavuna Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, foi morto durante uma abordagem da PM na Pavuna Arquivo pessoal De acordo com a Polícia Militar, agentes do 41º BPM (Irajá) realizavammento de patrulha na região quando abordaram o veículo e informaram que, na ação, um homem foi baleado e não resistiu aos outros. A corporação não falou sobre o motivo da abordagem. “Eu vi o despreparo. Eu vi todos os policiais aqui parados, vendo o absurdo que eles tinham feito”, afirmou Elaine Oliveira, mãe do rapaz. O comando da Corporação, após apuração de sua Corregedoria Geral e da 2ª A Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), determinou a prisão em flagrante dos dois policiais militares envolvidos na ocorrência. Após a análise das imagens das polícias operacionais (COPs), foram detectadas acusações de cometimento do crime de Homicídio Doloso por parte dos policiais. integralmente com as investigações da Polícia Civil.” Nota da Polícia Civil “As armas foram apreendidas e os policiais ouvidos e liberados. Investigação em andamento. Informação de que os policiais militares foram presos pela Corregedoria da PM.”[/gpt3]












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