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As Autoridades Europeias informaram nesta quarta-feira (25) que investigam o envolvimento do Irã em uma série de ataques terroristas no continente desde o início da guerra contra os EUA e Israel. Ao todo, quase uma dúzia de casos são apurados em diferentes países.
As fontes que falaram sob condição de anonimato ao jornal O Wall Street Journal, revelaram que agentes iranianos seriam recrutados indivíduos pela internet para realizar ataques contra escolas judaicas, sinagogas e empresas ligadas a Israel. Eles deveriam, inclusive, criar um grupo falso chamado Movimento Islâmico dos Companheiros Justos para reivindicar a responsabilidade pelas ações e dificultar a conexão com o Irã.
As autoridades de inteligência europeias afirmaram que o grupo não estava nos seus radares antes deste mês.
Nesta quarta-feira, a polícia britânica anunciou a prisão de dois homens em conexão com o ataque antissemita a ambulâncias pertencentes à comunidade judaica no norte de Londres, no início da semana.
A reportagem obtida de que os ataques foram amplamente divulgados em canais de comunicação pró-regime iraniano. Pelo menos um caso, a ação foi anunciada com antecedência, segundo investigador e especialistas em contraterrorismo.
Em 16 de março, o grupo que reivindicou a maioria dos ataques alertou os cidadãos na Europa a se distanciarem “imediatamente de todos os interesses americanos e sionistas e de tudo o que estiver relacionado a eles”.
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