Unirio suspende por 120 dias aluno suspeito de envolvimento em estupro coletivo em Copacabana
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‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe de vítima de estupro coletivo sobre suspeitos A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) suspendeu por 120 dias o aluno Bruno Felipe dos Santos Allegretti, um dos suspeitos de participação no estupro coletivo de um adolescente de 17 anos em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio. A decisão foi divulgada pela instituição de ensino no fim da noite de segunda-feira (2). A Unirio destacou que a decisão da suspensão por 4 meses foi determinada diretamente pelo reitor. Com isso, fica vedada a circulação de Bruno em qualquer área de convivência da universidade. Assim, ele não pode frequentar salas de aula, laboratórios de ensino ou de pesquisa, ambientes de apoio acadêmico como bibliotecas e o restaurante universitário. Bruno é estudante de Ciências Ambientais da Unirio. Na mesma nota, a instituição afirma que a medida foi tomada diante da gravidade das acusações que envolvem o aluno e repudia qualquer forma de violência contra as mulheres. Além disso, a Unirio afirmou que presta solidariedade ao estudante vítima de violência sexual. A Universidade afirmou ainda que se coloca à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento. Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo Divulgação/Disque Denúncia Advertências e suspensões Também na segunda, o Colégio Pedro II, um dos mais antigos do país, afirmou que dois outros jovens apontaram como suspeitos no caso já foram alvo de advertências e suspensões por comportamento inadequado. O estudante Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, e um adolescente de 17 — ambos matriculados no campus Humaitá II — também respondeu a processo disciplinar interno por agressão dentro da unidade escolar. No domingo (1°), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II informaram que abriram processo administrativo para desligar os dois estudantes que estudam na unidade e são suspeitos do crime. Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. O adolescente que encontrou a vítima também é investigado por ato infracional analógico ao crime. O procedimento foi desmembrado para a Vara da Infância e Juventude, e a identidade não será divulgada. Todos os maiores de idade têm mandatos de prisão em aberto e são considerados foragidos. A Justiça negou um pedido de habeas corpus feito pela defesa de três deles. O caso Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor Reprodução Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estariam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido.
‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe de vítima de estupro coletivo sobre suspeitos A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) suspendeu por 120 dias o aluno Bruno Felipe dos Santos Allegretti, um dos suspeitos de participação no estupro coletivo de um adolescente de 17 anos em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio. A decisão foi divulgada pela instituição de ensino no fim da noite de segunda-feira (2). A Unirio destacou que a decisão da suspensão por 4 meses foi determinada diretamente pelo reitor. Com isso, fica vedada a circulação de Bruno em qualquer área de convivência da universidade. Assim, ele não pode frequentar salas de aula, laboratórios de ensino ou de pesquisa, ambientes de apoio acadêmico como bibliotecas e o restaurante universitário. Bruno é estudante de Ciências Ambientais da Unirio. Na mesma nota, a instituição afirma que a medida foi tomada diante da gravidade das acusações que envolvem o aluno e repudia qualquer forma de violência contra as mulheres. Além disso, a Unirio afirmou que presta solidariedade ao estudante vítima de violência sexual. A Universidade afirmou ainda que se coloca à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento. Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo Divulgação/Disque Denúncia Advertências e suspensões Também na segunda, o Colégio Pedro II, um dos mais antigos do país, afirmou que dois outros jovens apontaram como suspeitos no caso já foram alvo de advertências e suspensões por comportamento inadequado. O estudante Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, e um adolescente de 17 — ambos matriculados no campus Humaitá II — também respondeu a processo disciplinar interno por agressão dentro da unidade escolar. No domingo (1°), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II informaram que abriram processo administrativo para desligar os dois estudantes que estudam na unidade e são suspeitos do crime. Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. O adolescente que encontrou a vítima também é investigado por ato infracional analógico ao crime. O procedimento foi desmembrado para a Vara da Infância e Juventude, e a identidade não será divulgada. Todos os maiores de idade têm mandatos de prisão em aberto e são considerados foragidos. A Justiça negou um pedido de habeas corpus feito pela defesa de três deles. O caso Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor Reprodução Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estariam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido.[/gpt3]












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