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Uma pessoa LGBT+ é morta a cada 34 horas no Brasil, aponta ONG

Redação Por Redação
19 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Uma pessoa LGBT+ é morta a cada 34 horas no Brasil, aponta ONG
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Uma pessoa LGBT+ é morta a cada 34 horas no Brasil, aponta ONG
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Mortes de pessoas LGBTQIA+ recuam 12% em 2025, indica ONG Uma pessoa LGBT+ foi morta a cada 34 horas no Brasil em 2025, segundo levantamento do Observatório do Grupo Gay da Bahia (GGB). Foram mapeados 257 casos noticiados ao longo do último ano entre homicídios, latrocínios, suicídios e outras causas. O número representa uma queda de 12% nas mortes violentas, em comparação com o ano anterior, quando 291 mortes foram mapeadas pelo grupo. Uma ONG alerta para falta de informação e subnotificação quando os crimes estão ligados à comunidade. As vítimas eram: Gays: 156 Mulheres trans: 46 Travestis: 18 Bissexuais: 9 Lésbicas: 4 Homens trans: 3 Heterossexuais: 3* Não informado: 16 *Heterossexuais assassinados por defenderem, por terem sido confundidos com membros da comunidade ou por serem acompanhados de alguma pessoa LGBT+. Os casos retomaram ao patamar de 2023, quando também ocorreram 257 mortes. Registro feito durante a Parada Gay de São Paulo Estadão Conteúdo Tipos e regiões dos crimes Os homicídios lideraram o tipo de crime de crime contra a comunidade, sendo 80% dos casos registrados, seguidos de suicídios (8%) e latrocínios (7%). Em quase 60% dos crimes, o meio utilizado para matar não é informado, enquanto armas de fogo foram usadas em 15% das mortes e armas brancas, como facas, representam 14%. A maior parte das mortes ocorreu na região Nordeste (66), seguida de Sudeste (48) e Centro-Oeste (33). Outros 84 crimes não tiveram região informada. Entre os estados, São Paulo (19), Bahia (17) e Minas Gerais (17) tiveram maior quantidade de casos. Nas capitais, os casos ocorreram mais em São Paulo (6), Salvador (5) e em Manaus, Goiânia e Belo Horizonte (4). ONG alega falta de informações e subnotificação O grupo é a mais antiga organização não governamental voltada para esta causa na América Latina. O levantamento é feito há 45 anos e leva em conta notícias veiculadas na imprensa e correspondências enviadas para ONG. Fundador do grupo e doutor em antropologia, Luiz Mott afirma que o Brasil lidera o ranking de países em morte de pessoas LGBT+, enquanto México (40) e Estados Unidos (10) aparecem em seguida. Para ele, faltam políticas externas para a comunidade. “Como explicar a queda de 12%? Não é por conta de políticas públicas, infelizmente. O governo atual fala muito e defende a população LGBT, há leis que assimilaram a homofobia ao racismo, mas não há políticas específicas para proteção da comunidade”, diz. Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia e doutor em antropologia Arquivo pessoal “Uma explicação é que as pessoas têm ouvido as nossas informações para tomar mais cuidado, não levar desconhecidos para dentro de casa, evitar lugares de maior risco. É uma maior cautela da própria comunidade e, outro motivo, é uma variação inexplicada de ano para ano, mesmo. Crimes que não têm lógica que permitem a previsibilidade”. Segundo o GGB, há subnotificação dos casos pro conta da metodologia e “falta de sistematização estatal e de financiamento público para a pesquisa” e define o estudo como “a ponta visível de um iceberg de ódio e sangue”. Mott cobra que o governo federal também faça estudos para mapear os crimes e criar políticas públicas externas à comunidade. “Mesmo com esse esforço, muitos materiais jornalísticos e registros policiais omitem informações cruciais sobre orientação sexual, identidade de gênero, cor/raça e detalhes do modus operandi dos assassinos. Tal omissão dificulta uma análise mais precisa da violência enfrentada pelos diferentes segmentos da comunidade LGBT+”, afirma a ONG.
Mortes de pessoas LGBTQIA+ recuam 12% em 2025, indica ONG Uma pessoa LGBT+ foi morta a cada 34 horas no Brasil em 2025, segundo levantamento do Observatório do Grupo Gay da Bahia (GGB). Foram mapeados 257 casos noticiados ao longo do último ano entre homicídios, latrocínios, suicídios e outras causas. O número representa uma queda de 12% nas mortes violentas, em comparação com o ano anterior, quando 291 mortes foram mapeadas pelo grupo. Uma ONG alerta para falta de informação e subnotificação quando os crimes estão ligados à comunidade. As vítimas eram: Gays: 156 Mulheres trans: 46 Travestis: 18 Bissexuais: 9 Lésbicas: 4 Homens trans: 3 Heterossexuais: 3* Não informado: 16 *Heterossexuais assassinados por defenderem, por terem sido confundidos com membros da comunidade ou por serem acompanhados de alguma pessoa LGBT+. Os casos retomaram ao patamar de 2023, quando também ocorreram 257 mortes. Registro feito durante a Parada Gay de São Paulo Estadão Conteúdo Tipos e regiões dos crimes Os homicídios lideraram o tipo de crime de crime contra a comunidade, sendo 80% dos casos registrados, seguidos de suicídios (8%) e latrocínios (7%). Em quase 60% dos crimes, o meio utilizado para matar não é informado, enquanto armas de fogo foram usadas em 15% das mortes e armas brancas, como facas, representam 14%. A maior parte das mortes ocorreu na região Nordeste (66), seguida de Sudeste (48) e Centro-Oeste (33). Outros 84 crimes não tiveram região informada. Entre os estados, São Paulo (19), Bahia (17) e Minas Gerais (17) tiveram maior quantidade de casos. Nas capitais, os casos ocorreram mais em São Paulo (6), Salvador (5) e em Manaus, Goiânia e Belo Horizonte (4). ONG alega falta de informações e subnotificação O grupo é a mais antiga organização não governamental voltada para esta causa na América Latina. O levantamento é feito há 45 anos e leva em conta notícias veiculadas na imprensa e correspondências enviadas para ONG. Fundador do grupo e doutor em antropologia, Luiz Mott afirma que o Brasil lidera o ranking de países em morte de pessoas LGBT+, enquanto México (40) e Estados Unidos (10) aparecem em seguida. Para ele, faltam políticas externas para a comunidade. “Como explicar a queda de 12%? Não é por conta de políticas públicas, infelizmente. O governo atual fala muito e defende a população LGBT, há leis que assimilaram a homofobia ao racismo, mas não há políticas específicas para proteção da comunidade”, diz. Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia e doutor em antropologia Arquivo pessoal “Uma explicação é que as pessoas têm ouvido as nossas informações para tomar mais cuidado, não levar desconhecidos para dentro de casa, evitar lugares de maior risco. É uma maior cautela da própria comunidade e, outro motivo, é uma variação inexplicada de ano para ano, mesmo. Crimes que não têm lógica que permitem a previsibilidade”. Segundo o GGB, há subnotificação dos casos pro conta da metodologia e “falta de sistematização estatal e de financiamento público para a pesquisa” e define o estudo como “a ponta visível de um iceberg de ódio e sangue”. Mott cobra que o governo federal também faça estudos para mapear os crimes e criar políticas públicas externas à comunidade. “Mesmo com esse esforço, muitos materiais jornalísticos e registros policiais omitem informações cruciais sobre orientação sexual, identidade de gênero, cor/raça e detalhes do modus operandi dos assassinos. Tal omissão dificulta uma análise mais precisa da violência enfrentada pelos diferentes segmentos da comunidade LGBT+”, afirma a ONG.[/gpt3]

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