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Transtornos ansiosos se tornam a principal causa de afastamento por incapacidade temporária entre trabalhadores no RJ

Redação Por Redação
3 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Transtornos ansiosos se tornam a principal causa de afastamento por incapacidade temporária entre trabalhadores no RJ
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Transtornos ansiosos se tornam a principal causa de afastamento por incapacidade temporária entre trabalhadores no RJ
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Transtornos de ansiedade foram a principal causa de afastamentos temporários do trabalho em 2025. A causa que mais trabalhadores fluminenses levaram em 2025 tem relação direta com ansiedade, depressão e crises de pânico. Dados do Ministério da Previdência Social apontam que, das 285.510 concessões de benefícios por invalidez temporária no Estado do Rio de Janeiro, 16.676 delas foram por transtornos ansiosos. Ainda no ano passado, em segundo lugar, aparece dorsalgia (dores nas costas), com 15.236 concessões, seguida de outros transtornos de disco intervertebrais, com 13.356; fratura de perna incluindo tornozelo, com 12.738; e episódios depressivos, com 10.312. Os transtornos ansiosos estão agrupados na Classificação Internacional de Doenças (CID) como F41 e dispararam nos últimos anos. De 2021 a 2025, foi a primeira vez que os transtornos ansiosos lideraram o ranking das doenças que mais afastaram os trabalhadores temporariamente no Rio de Janeiro. Para o médico psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Ervin Cotrik, trata de um reflexo do que a sociedade vem passando. “Um adoecimento mental que teve pico na pandemia e que refletiu num aumento global de transtornos mentais somado ao aumento de fatores de risco relacionados à psiquiatria”, afirma. Dentre os milhões de trabalhadores deficientes, é um motorista de ônibus, que preferiu não se identificar, mas que ficou afastado do trabalho por quase um ano. A rotina turbulenta, as cobranças excessivas e o medo da violência causaram seu afastamento. “A rotina em si era bem puxada porque no Rio de Janeiro a gente tem uma situação de trânsito que é bastante caótica. Já teve assalto dentro do ônibus e fora das invasões. Ali na frente da Central do Brasil, ninguém entra pela frente. Eles ficam esperando pra entrar por trás. E se você não parar, eles apedrejam o ônibus, eles te ameaçam, eles querem te agredir”, conta. Com o dia a dia, o diagnóstico do motorista logo veio: um quadro severo de ansiedade e depressão. “Toda vez que conhecia de ir trabalhar, eu começava… eu passando mal, eu suava frio, eu chorava, eu tinha um episódio de tremedeira. Eu ainda não sabia o que estava acontecendo”, disse. O que leva aos transtornos? Segundo especialistas, os transtornos ansiosos podem estar associados a uma série de fatores, como traumas, estresse psicológico, insegurança financeira e até privação do sono. Cotrik explica que “além de uma irritabilidade, que é mais comum no transtorno de ansiedade, acontece uma anedonia, que é uma diminuição do prazer nas atividades”. “Começa a ter uma tristeza sem motivo aparente que no final tem um prejuízo funcional”, explica. Janeiro Branco O mês de janeiro também é conhecido como Janeiro Branco, devido à campanha de promoção da saúde mental e emocional. O objetivo é sensibilizar a população para a importância do bem-estar psicológico e estimular a busca por cuidados especializados quando necessário. Os especialistas também ressaltam a importância de se acabar com preconceitos com doenças que envolvem a saúde mental. “O estigma e o preconceito matam. A gente tem que somar forças com todos os setores e sociedade para que a gente consiga mostrar quais são os sintomas precoces pra gente poder tratar mais cedo. A psicóloga Glauce Corrêa ressalta a importância de buscar ajuda e que isso não é motivo de vergonha. “O profissional se forma para te ajudar e você tem que buscar essa ajuda. Às vezes, você não percebe isso, mas a pessoa mais próxima a você percebe. Depois da pandemia, a saúde mental apareceu mais, as pessoas passaram a falar mais”, explica. Buscar ajuda profissional e acolher quem passa por isso são medidas que podem evitar o avanço do adoecimento mental e até salvar vidas. “Eu também tinha os meus preconceitos, eu descobri que era fresco, até acontecer comigo. E aconteceu num momento bem delicado por ser trabalho, eu tenho que sustentar a minha família. sinto uma pessoa melhor por conta dessa ajuda”, afirma o motorista.
Transtornos de ansiedade foram a principal causa de afastamentos temporários do trabalho em 2025. A causa que mais trabalhadores fluminenses levaram em 2025 tem relação direta com ansiedade, depressão e crises de pânico. Dados do Ministério da Previdência Social apontam que, das 285.510 concessões de benefícios por invalidez temporária no Estado do Rio de Janeiro, 16.676 delas foram por transtornos ansiosos. Ainda no ano passado, em segundo lugar, aparece dorsalgia (dores nas costas), com 15.236 concessões, seguida de outros transtornos de disco intervertebrais, com 13.356; fratura de perna incluindo tornozelo, com 12.738; e episódios depressivos, com 10.312. Os transtornos ansiosos estão agrupados na Classificação Internacional de Doenças (CID) como F41 e dispararam nos últimos anos. De 2021 a 2025, foi a primeira vez que os transtornos ansiosos lideraram o ranking das doenças que mais afastaram os trabalhadores temporariamente no Rio de Janeiro. Para o médico psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Ervin Cotrik, trata de um reflexo do que a sociedade vem passando. “Um adoecimento mental que teve pico na pandemia e que refletiu num aumento global de transtornos mentais somado ao aumento de fatores de risco relacionados à psiquiatria”, afirma. Dentre os milhões de trabalhadores deficientes, é um motorista de ônibus, que preferiu não se identificar, mas que ficou afastado do trabalho por quase um ano. A rotina turbulenta, as cobranças excessivas e o medo da violência causaram seu afastamento. “A rotina em si era bem puxada porque no Rio de Janeiro a gente tem uma situação de trânsito que é bastante caótica. Já teve assalto dentro do ônibus e fora das invasões. Ali na frente da Central do Brasil, ninguém entra pela frente. Eles ficam esperando pra entrar por trás. E se você não parar, eles apedrejam o ônibus, eles te ameaçam, eles querem te agredir”, conta. Com o dia a dia, o diagnóstico do motorista logo veio: um quadro severo de ansiedade e depressão. “Toda vez que conhecia de ir trabalhar, eu começava… eu passando mal, eu suava frio, eu chorava, eu tinha um episódio de tremedeira. Eu ainda não sabia o que estava acontecendo”, disse. O que leva aos transtornos? Segundo especialistas, os transtornos ansiosos podem estar associados a uma série de fatores, como traumas, estresse psicológico, insegurança financeira e até privação do sono. Cotrik explica que “além de uma irritabilidade, que é mais comum no transtorno de ansiedade, acontece uma anedonia, que é uma diminuição do prazer nas atividades”. “Começa a ter uma tristeza sem motivo aparente que no final tem um prejuízo funcional”, explica. Janeiro Branco O mês de janeiro também é conhecido como Janeiro Branco, devido à campanha de promoção da saúde mental e emocional. O objetivo é sensibilizar a população para a importância do bem-estar psicológico e estimular a busca por cuidados especializados quando necessário. Os especialistas também ressaltam a importância de se acabar com preconceitos com doenças que envolvem a saúde mental. “O estigma e o preconceito matam. A gente tem que somar forças com todos os setores e sociedade para que a gente consiga mostrar quais são os sintomas precoces pra gente poder tratar mais cedo. A psicóloga Glauce Corrêa ressalta a importância de buscar ajuda e que isso não é motivo de vergonha. “O profissional se forma para te ajudar e você tem que buscar essa ajuda. Às vezes, você não percebe isso, mas a pessoa mais próxima a você percebe. Depois da pandemia, a saúde mental apareceu mais, as pessoas passaram a falar mais”, explica. Buscar ajuda profissional e acolher quem passa por isso são medidas que podem evitar o avanço do adoecimento mental e até salvar vidas. “Eu também tinha os meus preconceitos, eu descobri que era fresco, até acontecer comigo. E aconteceu num momento bem delicado por ser trabalho, eu tenho que sustentar a minha família. sinto uma pessoa melhor por conta dessa ajuda”, afirma o motorista.[/gpt3]

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