TCU dá avaliação à renovação da concessão da Light no Rio de Janeiro; decisão é do governo federal
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O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval, nesta quarta-feira (01), à renovação da concessão da Light no Rio de Janeiro. A decisão sobre a continuidade da renovação é do Ministério de Minas e Energia (MME). Segundo o ministro relator, Bruno Dantas, o ponto mais sensível da análise referiu-se aos setores de eficiência econômico-financeira, visto o histórico de desafios financeiros da operação. “A Light havia falhado em 2022, registrando Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Lajida) negativo, o que impedia juridicamente a reversão da inadimplência via aporte de capital, dada a inexistência de geração de caixa operacional”, explicou o relator. “Como apresentam indicadores preliminares negativos para 2023, sua elegibilidade para a renovação depende diretamente da validação dos resultados desse último ano”, complementou ele. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A distribuidora, porém, argumentou que os efeitos do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ), homologado em 2024, deveriam ser considerados para sanar a inadimplência de 2023. De acordo com a Aneel, a reestruturação financeira da empresa conseguiu compatibilizar a dívida com a geração de caixa e garantir a sustentabilidade da concessão. “Forçar um aporte em dinheiro quando a já havia sido reduzido contabilmente foi considerado necessário e contrário à autonomia gerencial da empresa. Com a liberdade desses efeitos financeiros como equivalentes a aportes de capital, a Aneel recalculou os indicadores e concluiu que a Light cumpriu as classificações para o ano de 2023, evitando que a empresa acumulasse dois anos consecutivos de descumprimento, o que poderia inviabilizar a renovação do contrato”, escreveu Dantas. Equipes da Light atuam no reparo do problema que levou a um apagão em Copacabana e Leme, na Zona Sul do Rio Diógenes Melquíades/ TV Globo Dessa forma, Dantas considera que as obrigações previstas no plano de recuperação, aliadas às novas cláusulas de governança e restrição de dividendos, são adequadas para mitigar os riscos indiretos à continuidade da prestação do serviço público. A área de concessão da Light atende aproximadamente 3,9 milhões de unidades consumidoras, em 37 municípios do Rio de Janeiro, alcançando uma população estimada de quase 11 milhões de habitantes. O faturamento anual atinge cerca de R$ 19,8 bilhões, tendo o valor acumulado de quase R$ 600 bilhões para o período de vigência contratual.
O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval, nesta quarta-feira (01), à renovação da concessão da Light no Rio de Janeiro. A decisão sobre a continuidade da renovação é do Ministério de Minas e Energia (MME). Segundo o ministro relator, Bruno Dantas, o ponto mais sensível da análise referiu-se aos setores de eficiência econômico-financeira, visto o histórico de desafios financeiros da operação. “A Light havia falhado em 2022, registrando Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Lajida) negativo, o que impedia juridicamente a reversão da inadimplência via aporte de capital, dada a inexistência de geração de caixa operacional”, explicou o relator. “Como apresentam indicadores preliminares negativos para 2023, sua elegibilidade para a renovação depende diretamente da validação dos resultados desse último ano”, complementou ele. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A distribuidora, porém, argumentou que os efeitos do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ), homologado em 2024, deveriam ser considerados para sanar a inadimplência de 2023. De acordo com a Aneel, a reestruturação financeira da empresa conseguiu compatibilizar a dívida com a geração de caixa e garantir a sustentabilidade da concessão. “Forçar um aporte em dinheiro quando a já havia sido reduzido contabilmente foi considerado necessário e contrário à autonomia gerencial da empresa. Com a liberdade desses efeitos financeiros como equivalentes a aportes de capital, a Aneel recalculou os indicadores e concluiu que a Light cumpriu as classificações para o ano de 2023, evitando que a empresa acumulasse dois anos consecutivos de descumprimento, o que poderia inviabilizar a renovação do contrato”, escreveu Dantas. Equipes da Light atuam no reparo do problema que levou a um apagão em Copacabana e Leme, na Zona Sul do Rio Diógenes Melquíades/ TV Globo Dessa forma, Dantas considera que as obrigações previstas no plano de recuperação, aliadas às novas cláusulas de governança e restrição de dividendos, são adequadas para mitigar os riscos indiretos à continuidade da prestação do serviço público. A área de concessão da Light atende aproximadamente 3,9 milhões de unidades consumidoras, em 37 municípios do Rio de Janeiro, alcançando uma população estimada de quase 11 milhões de habitantes. O faturamento anual atinge cerca de R$ 19,8 bilhões, tendo o valor acumulado de quase R$ 600 bilhões para o período de vigência contratual.[/gpt3]












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