
O encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump na Malásia dominou o cenário político, marcado por um aceno econômico sobre a suspensão de tarifas contra produtos brasileiros e uma série de temas sensíveis, como a situação de Jair Bolsonaro e a mediação na Venezuela. Enquanto a diplomacia avançava, no cenário doméstico, Lula gerou debate ao criticar empresários, afirmando que reclama em excesso. Do lado da oposição, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro acusou a esquerda de oportunismo político dentro das igrejas.
Lula e Trump se reúnem em encontro com temas polêmicos e acenos econômicos
Os presidentes Lula e Donald Trump se reuniram na Malásia. O encontro bilateral abordou temas econômicos e políticos sensíveis. Trump sinalizou a possibilidade de suspender tarifas sobre produtos brasileiros. Uma nova reunião para tratar do assunto deve ocorrer ainda neste domingo. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) viu a conversa como um “avanço concreto”. Apesar do tom cordial, o fim definitivo das sobretaxas não foi garantido.
Na pauta política, Trump se disse “incomodado” com as penas contra Jair Bolsonaro. A Lei Magnitsky e as situações da Venezuela e da China também foram discutidas. Lula foi oferecido para mediar o diálogo entre os EUA e a Venezuela. Segundo um ministro, Trump manifestou o desejo de visitar o Brasil. Aliados do governo, como Alcolumbre e Motta, celebraram o encontro como um “marco importante”. Já a oposição fez críticas ao governo e à imprensa.
Lula critica empresários e sugere busca por oportunidades no exterior
O presidente Lula afirmou que os empresários brasileiros reclamam em excesso. De acordo com ele, os executivos deveriam buscar mais oportunidades de negócio fora do país.
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Michelle Bolsonaro acusa esquerda de oportunismo nas roupas
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou o que chamou de “socialismo de luxo”. Ela também acusou a esquerda de agir com o oportunismo político dentro das igrejas.
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