Suspeitos de violação coletiva têm inúmeras advertências e suspensões por ‘comportamento inadequado’ no Colégio Pedro II
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A Polícia do Rio busca quatro jovens e um adolescente acusados de um estupro coletivo Dois jovens apontados com suspeitos no caso de estupro coletivo de uma menor em Copacabana, na Zona Sul do Rio, já foram alvo de advertências e suspensões por comportamento inadequado no Colégio Pedro II. Segundo a instituição, os dois estudantes também responderam ao processo disciplinar interno por agressão dentro da unidade escolar — uma das mais tradicionais do país. No domingo (1°), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II informaram que abriram processo administrativo para desligar os dois estudantes. Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo Divulgação/Disque Denúncia O adolescente que encontrou a vítima também é investigado por ato infracional analógico ao crime. O procedimento foi desmembrado para a Vara da Infância e Juventude, e a identidade não será divulgada. Todos os maiores de idade têm mandatos de prisão em aberto e são considerados foragidos. O Colégio Pedro II afirmou ainda que repudia qualquer forma de violência e trabalha para o combate ao assédio, à violência de gênero e a toda forma de discriminação. O caso Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor Reprodução Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estariam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido. O Colégio Pedro II O Colégio Pedro II é uma das mais instituições tradicionais públicas de ensino do Brasil. A estrutura atende hoje a mais de 12 mil alunos. A escola foi fundada em 2 de dezembro de 1837, no Rio de Janeiro, então capital do Império, a partir do decreto de Dom Pedro II, com a proposta de servir como modelo de ensino secundário no país. Ao longo de sua história, a instituição formou alunos que se destacaram em diferentes áreas da vida pública e cultural brasileira. Entre seus egressos estão músicos, compositores, poetas, médicos, juristas, professores, historiadores, jornalistas e presidentes da República — como Nilo Peçanha e Washington Luís. Com a sanção da Lei 12.677, de 2012, a instituição foi equiparada aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A medida ampliou sua autonomia administrativa e consolidou seu papel na rede federal de ensino. Atualmente, o Colégio Pedro II conta com 14 campi na Grande Rio, a maioria na capital, e oferece Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio Regular e Integrado e Educação de Jovens e Adultos (Proeja), além de cursos de graduação e pós-graduação. Também desenvolve projetos de pesquisa, extensão e programas culturais. O ingresso de estudantes ocorre por meio de processos seletivos públicos, realizados anualmente. Para a Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental, o acesso se dá, em geral, por sorteio público. Já para os anos finais do Ensino Fundamental e as modalidades do Ensino Médio, a seleção costuma ocorrer por meio de provas.
A Polícia do Rio busca quatro jovens e um adolescente acusados de um estupro coletivo Dois jovens apontados com suspeitos no caso de estupro coletivo de uma menor em Copacabana, na Zona Sul do Rio, já foram alvo de advertências e suspensões por comportamento inadequado no Colégio Pedro II. Segundo a instituição, os dois estudantes também responderam ao processo disciplinar interno por agressão dentro da unidade escolar — uma das mais tradicionais do país. No domingo (1°), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II informaram que abriram processo administrativo para desligar os dois estudantes. Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo Divulgação/Disque Denúncia O adolescente que encontrou a vítima também é investigado por ato infracional analógico ao crime. O procedimento foi desmembrado para a Vara da Infância e Juventude, e a identidade não será divulgada. Todos os maiores de idade têm mandatos de prisão em aberto e são considerados foragidos. O Colégio Pedro II afirmou ainda que repudia qualquer forma de violência e trabalha para o combate ao assédio, à violência de gênero e a toda forma de discriminação. O caso Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor Reprodução Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estariam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido. O Colégio Pedro II O Colégio Pedro II é uma das mais instituições tradicionais públicas de ensino do Brasil. A estrutura atende hoje a mais de 12 mil alunos. A escola foi fundada em 2 de dezembro de 1837, no Rio de Janeiro, então capital do Império, a partir do decreto de Dom Pedro II, com a proposta de servir como modelo de ensino secundário no país. Ao longo de sua história, a instituição formou alunos que se destacaram em diferentes áreas da vida pública e cultural brasileira. Entre seus egressos estão músicos, compositores, poetas, médicos, juristas, professores, historiadores, jornalistas e presidentes da República — como Nilo Peçanha e Washington Luís. Com a sanção da Lei 12.677, de 2012, a instituição foi equiparada aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A medida ampliou sua autonomia administrativa e consolidou seu papel na rede federal de ensino. Atualmente, o Colégio Pedro II conta com 14 campi na Grande Rio, a maioria na capital, e oferece Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio Regular e Integrado e Educação de Jovens e Adultos (Proeja), além de cursos de graduação e pós-graduação. Também desenvolve projetos de pesquisa, extensão e programas culturais. O ingresso de estudantes ocorre por meio de processos seletivos públicos, realizados anualmente. Para a Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental, o acesso se dá, em geral, por sorteio público. Já para os anos finais do Ensino Fundamental e as modalidades do Ensino Médio, a seleção costuma ocorrer por meio de provas.[/gpt3]












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