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STJ manda soltar MC Poze do Rodo

Redação Por Redação
23 de abril de 2026
Em Notícias
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STJ manda soltar MC Poze do Rodo
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STJ manda soltar MC Poze do Rodo
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MC Poze do Rodo é preso pela PF O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ordenou nesta quinta-feira (23) soltar o MC Poze do Rodo, que foi preso no dia 15 em uma operação da Polícia Federal (PF). Ele está no Presídio Joaquim Ferreira, um anexo da Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, ou Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó. O ministro do STJ Messod Azulay Neto, relator do caso, concedeu um habeas corpus ao MC Ryan MC, mas a decisão vale também para os demais presos na operação, como Poze e Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei. Poze foi alvo de uma operação da PF contra uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de fazer transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão. Segundo o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves, o artista foi surpreendido pela prisão e negou qualquer irregularidade. “A concessão de um habeas corpus de um dos investigados no STJ estende-se a todos por levar luz a uma questão simples: o prazo exigido pela Polícia Federal era de 5 dias, mas inusitadamente para concessão pelo Juízo um de 30 dias”, disse o advogado após a decisão do STJ. “Passados ​​os cinco dias sem pedido de renovação por parte da Polícia Federal, a manutenção da prisão é ilegal. As defesas já estão solicitando à Justiça Federal a expedição de alvarás de soltura e sua comunicação às respectivas administrações penitenciárias”, acrescentou. Quem são os principais alvos presos na megaoperação da PF: funkeiros e influenciadores MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio Reprodução / TV Globo A Operação Narco Fluxo Segundo a PF, os envolvidos usaram um sistema para ocultar e dissimular valores operações, incluindo finanças de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações. MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes Reprodução Outras prisões No ano passado, o MC foi preso pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Civil do RJ, por apologia ao crime e por envolvimento com o tráfico de drogas — na ocasião, o cantor também foi investigado por lavar dinheiro do Comando Vermelho (CV). Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento. Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”. A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”. “A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição. A prisão foi em 29 de maio. Em 3 de junho, ele foi solto, após a Justiça conceder um habeas corpus. Seis anos antes, em 28 de setembro de 2019, Poze foi preso em flagrante após um show em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca. A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes. Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades. Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.
MC Poze do Rodo é preso pela PF O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ordenou nesta quinta-feira (23) soltar o MC Poze do Rodo, que foi preso no dia 15 em uma operação da Polícia Federal (PF). Ele está no Presídio Joaquim Ferreira, um anexo da Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, ou Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó. O ministro do STJ Messod Azulay Neto, relator do caso, concedeu um habeas corpus ao MC Ryan MC, mas a decisão vale também para os demais presos na operação, como Poze e Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei. Poze foi alvo de uma operação da PF contra uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de fazer transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão. Segundo o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves, o artista foi surpreendido pela prisão e negou qualquer irregularidade. “A concessão de um habeas corpus de um dos investigados no STJ estende-se a todos por levar luz a uma questão simples: o prazo exigido pela Polícia Federal era de 5 dias, mas inusitadamente para concessão pelo Juízo um de 30 dias”, disse o advogado após a decisão do STJ. “Passados ​​os cinco dias sem pedido de renovação por parte da Polícia Federal, a manutenção da prisão é ilegal. As defesas já estão solicitando à Justiça Federal a expedição de alvarás de soltura e sua comunicação às respectivas administrações penitenciárias”, acrescentou. Quem são os principais alvos presos na megaoperação da PF: funkeiros e influenciadores MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio Reprodução / TV Globo A Operação Narco Fluxo Segundo a PF, os envolvidos usaram um sistema para ocultar e dissimular valores operações, incluindo finanças de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações. MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes Reprodução Outras prisões No ano passado, o MC foi preso pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Civil do RJ, por apologia ao crime e por envolvimento com o tráfico de drogas — na ocasião, o cantor também foi investigado por lavar dinheiro do Comando Vermelho (CV). Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento. Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”. A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”. “A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição. A prisão foi em 29 de maio. Em 3 de junho, ele foi solto, após a Justiça conceder um habeas corpus. Seis anos antes, em 28 de setembro de 2019, Poze foi preso em flagrante após um show em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca. A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes. Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades. Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.[/gpt3]

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