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RJ tem 60 casos de câncer por dia e 44% dos pacientes iniciam tratamento fora do prazo

Redação Por Redação
27 de novembro de 2025
Em Notícias
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RJ tem 60 casos de câncer por dia e 44% dos pacientes iniciam tratamento fora do prazo
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



RJ tem 60 casos de câncer por dia e 44% dos pacientes iniciam tratamento fora do prazo
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RJ tem 60 casos de câncer por dia e 44% dos pacientes iniciam tratamento fora do prazo No Dia Nacional de Combate ao Câncer, novos dados mostram o atraso no início do tratamento no Rio de Janeiro. No estado, cerca de 60 pessoas recebem diagnóstico de câncer por dia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas 44% delas só começam o tratamento depois do prazo previsto na lei, que determina início em até dois meses. Quando começou a sentir dores, o cobrador Joel Felício Teixeira, de 56 anos, não tinha ideia de que o motivo era um câncer de próstata, que já atingiu os ossos. “Pra mim foi terrível porque nunca imaginei, com meus 50 e poucos, ter esse problema. Meu mundo caiu.” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Só neste ano, até a primeira quinzena de outubro, 19.065 pessoas receberam diagnóstico de algum tipo de câncer pelo SUS no estado do Rio — uma média de cerca de 60 casos novos por dia, considerando apenas os serviços públicos de saúde. O cobrador Joel Felício Teixeira trata um câncer de próstata Reprodução/TV Globo Os tumores mais comuns são os de mama, com 2.878 registros, seguidos pelos de próstata (1.863) e de pele (1.196). Também chama a atenção o aumento da incidência de câncer colorretal, que já soma 549 casos no período. Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Clarissa Baldotto, há algumas hipóteses para o característico, sendo as principais relacionadas ao estilo de vida, como obesidade e falta de atividade física. “Desde 1990 vem aumentando o número de tumores em pacientes mais jovens na faixa entre 40 e 50 anos. O impacto da doença no mundo todo vem aumentando nos últimos anos, e a gente já tem previsão de que até 2040 o câncer será uma doença mais comum”, diz a médica. Para muitos pacientes, a doença não é o único desafio — iniciar eficazmente o tratamento também pode ser um longo caminho. É o caso de Marcos dos Santos, de 49 anos, morador de Queimados, na Baixada Fluminense. Ele passou seis meses em busca de atendimento até finalmente receber o diagnóstico: câncer no reto, confirmado em setembro. Desde então, aguardamos por uma cirurgia de urgência, que ainda não foi realizada. “É um tumor que já passa dos 20 cm pendurado na barriga. Todo dia mando mensagem, e eles falam que é assim mesmo, que tem que aguardar porque tem uma logística. Eu gastei R$ 150 daqui até o Hospital Pedro Ernesto, em Vila Isabel. Pra você chegar lá, o médico olhar o papel e falar o que você já sabe, o que tem e mandar você de volta pra casa.” Tumores mais frequentes no RJ Reprodução/TV Globo Atraso no tratamento A administradora Amanda Furtado recebeu diagnóstico tardio de câncer Reprodução/TV Globo Dos mais de 19 mil diagnósticos registrados neste ano, cerca de 5,7 mil pacientes obtiveram algum tipo de tratamento na rede pública de saúde do Rio. Para 43,9% deles, porém, o início só aconteceu depois do prazo previsto na lei, que determina que o tratamento comece em até 60 dias. A Secretaria Estadual de Saúde confirma a falta de unidades de atendimento (veja a nota completa ao fim da reportagem). A administradora de empresas Amanda Furtado, de 42 anos, não teve apenas um diagnóstico tardio, mas também demora no tratamento. Quando finalmente consegui iniciar a quimioterapia, o câncer, que começou na mamãe, já tinha metástases ósseas e no fígado. “Se não tivesse demorado tanto, muitas coisas não aconteceram comigo. Graças a Deus tenho família e grupo de apoio grande. Eu consigo fazer fora do SUS, porque se eu dependia do SUS, eu terminei minha quimioterapia e até hoje eu não fui chamado para fazer uma tomografia”, conta. O estofador Jorge Jesus dos Santos, de 63 anos, trata um câncer de intestino e é submetido a um Pet Scan para avaliar a suspeita de uma metástase no pulmão. Ele só conseguiu fazer o exame com a ajuda de uma ONG. “Fiz dia 19 desse mês. Já peguei o resultado, só falta levar pra doutora pra saber com que tá. Eu sonho estar curado e poder fazer a reversão da bolsa.” O estofador Jorge Jesus dos Santos, de 63 anos, trata um câncer de intestino Reprodução/TV Globo O que diz o Hospital Pedro Ernesto Sobre o caso do Marcos, que está aguardando uma cirurgia de emergência, o Hospital Universitário Pedro Ernesto informou que a cirurgia será marcada o mais brevemente possível, assim que houver disponibilidade de leitos. O RJ2 também pediu um posicionamento ao Ministério da Saúde sobre os problemas enfrentados pelos pacientes, mas não teve retorno. Nota da SES “O governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, está finalizando a construção de dois hospitais oncológicos – um na Baixada Fluminense e outro na Região Serrana, com investimentos de cerca de R$ 165 milhões. Juntos realizarão cerca de 8,5 mil atendimentos ambulatoriais por mês. 35% do teto federal em cofinanciamento com esses hospitais. Outros R$ 13,8 milhões foram aplicados na contratação de serviços de quimioterapia e radioterapia em particular por meio de chamado público. A SES-RJ também adquiriu equipamentos para ampliar o tratamento em unidades estaduais como o Hospital Estadual Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e o Instituto Estadual do Cérebro (IEC). Fluminense”.
RJ tem 60 casos de câncer por dia e 44% dos pacientes iniciam tratamento fora do prazo No Dia Nacional de Combate ao Câncer, novos dados mostram o atraso no início do tratamento no Rio de Janeiro. No estado, cerca de 60 pessoas recebem diagnóstico de câncer por dia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas 44% delas só começam o tratamento depois do prazo previsto na lei, que determina início em até dois meses. Quando começou a sentir dores, o cobrador Joel Felício Teixeira, de 56 anos, não tinha ideia de que o motivo era um câncer de próstata, que já atingiu os ossos. “Pra mim foi terrível porque nunca imaginei, com meus 50 e poucos, ter esse problema. Meu mundo caiu.” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Só neste ano, até a primeira quinzena de outubro, 19.065 pessoas receberam diagnóstico de algum tipo de câncer pelo SUS no estado do Rio — uma média de cerca de 60 casos novos por dia, considerando apenas os serviços públicos de saúde. O cobrador Joel Felício Teixeira trata um câncer de próstata Reprodução/TV Globo Os tumores mais comuns são os de mama, com 2.878 registros, seguidos pelos de próstata (1.863) e de pele (1.196). Também chama a atenção o aumento da incidência de câncer colorretal, que já soma 549 casos no período. Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Clarissa Baldotto, há algumas hipóteses para o característico, sendo as principais relacionadas ao estilo de vida, como obesidade e falta de atividade física. “Desde 1990 vem aumentando o número de tumores em pacientes mais jovens na faixa entre 40 e 50 anos. O impacto da doença no mundo todo vem aumentando nos últimos anos, e a gente já tem previsão de que até 2040 o câncer será uma doença mais comum”, diz a médica. Para muitos pacientes, a doença não é o único desafio — iniciar eficazmente o tratamento também pode ser um longo caminho. É o caso de Marcos dos Santos, de 49 anos, morador de Queimados, na Baixada Fluminense. Ele passou seis meses em busca de atendimento até finalmente receber o diagnóstico: câncer no reto, confirmado em setembro. Desde então, aguardamos por uma cirurgia de urgência, que ainda não foi realizada. “É um tumor que já passa dos 20 cm pendurado na barriga. Todo dia mando mensagem, e eles falam que é assim mesmo, que tem que aguardar porque tem uma logística. Eu gastei R$ 150 daqui até o Hospital Pedro Ernesto, em Vila Isabel. Pra você chegar lá, o médico olhar o papel e falar o que você já sabe, o que tem e mandar você de volta pra casa.” Tumores mais frequentes no RJ Reprodução/TV Globo Atraso no tratamento A administradora Amanda Furtado recebeu diagnóstico tardio de câncer Reprodução/TV Globo Dos mais de 19 mil diagnósticos registrados neste ano, cerca de 5,7 mil pacientes obtiveram algum tipo de tratamento na rede pública de saúde do Rio. Para 43,9% deles, porém, o início só aconteceu depois do prazo previsto na lei, que determina que o tratamento comece em até 60 dias. A Secretaria Estadual de Saúde confirma a falta de unidades de atendimento (veja a nota completa ao fim da reportagem). A administradora de empresas Amanda Furtado, de 42 anos, não teve apenas um diagnóstico tardio, mas também demora no tratamento. Quando finalmente consegui iniciar a quimioterapia, o câncer, que começou na mamãe, já tinha metástases ósseas e no fígado. “Se não tivesse demorado tanto, muitas coisas não aconteceram comigo. Graças a Deus tenho família e grupo de apoio grande. Eu consigo fazer fora do SUS, porque se eu dependia do SUS, eu terminei minha quimioterapia e até hoje eu não fui chamado para fazer uma tomografia”, conta. O estofador Jorge Jesus dos Santos, de 63 anos, trata um câncer de intestino e é submetido a um Pet Scan para avaliar a suspeita de uma metástase no pulmão. Ele só conseguiu fazer o exame com a ajuda de uma ONG. “Fiz dia 19 desse mês. Já peguei o resultado, só falta levar pra doutora pra saber com que tá. Eu sonho estar curado e poder fazer a reversão da bolsa.” O estofador Jorge Jesus dos Santos, de 63 anos, trata um câncer de intestino Reprodução/TV Globo O que diz o Hospital Pedro Ernesto Sobre o caso do Marcos, que está aguardando uma cirurgia de emergência, o Hospital Universitário Pedro Ernesto informou que a cirurgia será marcada o mais brevemente possível, assim que houver disponibilidade de leitos. O RJ2 também pediu um posicionamento ao Ministério da Saúde sobre os problemas enfrentados pelos pacientes, mas não teve retorno. Nota da SES “O governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, está finalizando a construção de dois hospitais oncológicos – um na Baixada Fluminense e outro na Região Serrana, com investimentos de cerca de R$ 165 milhões. Juntos realizarão cerca de 8,5 mil atendimentos ambulatoriais por mês. 35% do teto federal em cofinanciamento com esses hospitais. Outros R$ 13,8 milhões foram aplicados na contratação de serviços de quimioterapia e radioterapia em particular por meio de chamado público. A SES-RJ também adquiriu equipamentos para ampliar o tratamento em unidades estaduais como o Hospital Estadual Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e o Instituto Estadual do Cérebro (IEC). Fluminense”.[/gpt3]

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