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Réu por morte do advogado Rodrigo Crespo diz que foi contratado por marido traído

Redação Por Redação
7 de março de 2026
Em Notícias
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Réu por morte do advogado Rodrigo Crespo diz que foi contratado por marido traído
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Réu por morte do advogado Rodrigo Crespo diz que foi contratado por marido traído
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Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. Reprodução Durante o julgamento da morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, no júri popular, na manhã desta sexta-feira (6), o réu Cezar Daniel Mondego afirmou que passou a seguir a vítima depois de ter sido contratado por um suposto marido traído. Segundo ele, o advogado estaria mantendo um relacionamento com uma mulher casada. De acordo com o promotor Bruno Faria, do Grupo de Atuação Especializada em Júri (Gaejuri), do Ministério Público do Rio (MPRJ), o acusado disse em depoimento que foi procurado por um homem identificado apenas como Márcio. “Questionado ontem, ele disse que o nome do contratante era Márcio. O sobrenome: ‘Não sei’. O telefone: ‘Não tenho porque apaguei ele’. Não basta matar, ainda tem que macular a memória da vítima”, disse o promotor. Para a acusação, no entanto, a motivação do crime seria outra. O MPRJ sustenta que Crespo foi executado por causa de seu interesse em entrar no mercado de apostas esportivas e abrir uma casa do segmento em Botafogo, na Zona Sul do Rio. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Segundo o promotor, a região teria passado por uma disputa de influência ligada ao jogo do bicho. Até o início de 2023, uma área seria controlada por Bernardo Bello, ligado à família Garcia, mestre passado para o domínio do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. “Ele (Crespo) queria montar esse Sports Bar na área do patrão deles”, apontou o promotor, ao se referir aos réus. Risco de abrir uma aposta Começa o júri popular de três acusados ​​de envolvimento na morte de advogado Sócios de Rodrigo Marinho Crespo o alertaram sobre os riscos de abrir uma aposta, meses antes do assassinato dele no Centro. “Qualquer jogo explorado no RJ tem dono”, avisou um dos parceiros. As conversas foram mostradas no júri popular de 3 acusados ​​de participação no crime, que começaram nesta quinta-feira (5) e foram interrompidas no fim da noite. A sessão foi retomada às 10h20 desta sexta (6), com o debate entre o MPRJ e as defesas dos réus. Na sequência, os sete jurados irão deliberar sobre a sentença. “Aqui estamos tratando de comércio ilegal de cigarro, jogo do bicho. Eles matam quem tiver que ser”, afirmou o promotor Bruno Faria. “Rodrigo era um jovem de 42 anos, com uma vida toda pela frente, que nunca se envolveu em absolutamente nada de crime”, acrescentou. Para o MPRJ, as provas são cabais e irrefutáveis ​​contra os réus. “Eles participaram das ações permitidas para que Rodrigo Marinho Crespo fosse assassinado”, afirmou o promotor. A partir da esquerda: Sobreira, Machado e Mondego, réus pelo assassinato de Rodrigo Crespo Henrique Coelho/g1 O julgamento Os réus são: Leandro Machado da Silva, o Cara de Pedra: policial militar que, segundo as investigações, providenciou os carros usados ​​no crime; Cezar Daniel Mondego de Souza, o Russo: apontado como responsável por monitorar a vítima; Eduardo Sobreira de Moraes: apontou pela polícia como o responsável por seguir os passos de Rodrigo, dirigindo o carro para Cezar enquanto acompanhavam a entrega da vítima antes do assassinato. Os três viraram réus no processo em abril de 2024, quando a denúncia do MPRJ foi aceita. Na decisão, Leandro, que é PM, foi afastado da carga. De acordo com as investigações, os réus foram encontrados antes e depois do crime, inclusive perto do batalhão onde Leandro trabalhava. As investigações da DH da Capital indicam que os criminosos já estavam atrás de Rodrigo desde o dia 5 de outubro de 2023: anotações com as placas dos veículos de Crespo foram encontradas nos celulares de um dos investigados, no dia em que ele foi a uma festa em Ipanema. O Atraso, que atingiu Rodrigo pelas costas, ainda não foi identificado pelos investigadores.
Advogado Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, morto a tiros no Rio. Reprodução Durante o julgamento da morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, no júri popular, na manhã desta sexta-feira (6), o réu Cezar Daniel Mondego afirmou que passou a seguir a vítima depois de ter sido contratado por um suposto marido traído. Segundo ele, o advogado estaria mantendo um relacionamento com uma mulher casada. De acordo com o promotor Bruno Faria, do Grupo de Atuação Especializada em Júri (Gaejuri), do Ministério Público do Rio (MPRJ), o acusado disse em depoimento que foi procurado por um homem identificado apenas como Márcio. “Questionado ontem, ele disse que o nome do contratante era Márcio. O sobrenome: ‘Não sei’. O telefone: ‘Não tenho porque apaguei ele’. Não basta matar, ainda tem que macular a memória da vítima”, disse o promotor. Para a acusação, no entanto, a motivação do crime seria outra. O MPRJ sustenta que Crespo foi executado por causa de seu interesse em entrar no mercado de apostas esportivas e abrir uma casa do segmento em Botafogo, na Zona Sul do Rio. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Segundo o promotor, a região teria passado por uma disputa de influência ligada ao jogo do bicho. Até o início de 2023, uma área seria controlada por Bernardo Bello, ligado à família Garcia, mestre passado para o domínio do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. “Ele (Crespo) queria montar esse Sports Bar na área do patrão deles”, apontou o promotor, ao se referir aos réus. Risco de abrir uma aposta Começa o júri popular de três acusados ​​de envolvimento na morte de advogado Sócios de Rodrigo Marinho Crespo o alertaram sobre os riscos de abrir uma aposta, meses antes do assassinato dele no Centro. “Qualquer jogo explorado no RJ tem dono”, avisou um dos parceiros. As conversas foram mostradas no júri popular de 3 acusados ​​de participação no crime, que começaram nesta quinta-feira (5) e foram interrompidas no fim da noite. A sessão foi retomada às 10h20 desta sexta (6), com o debate entre o MPRJ e as defesas dos réus. Na sequência, os sete jurados irão deliberar sobre a sentença. “Aqui estamos tratando de comércio ilegal de cigarro, jogo do bicho. Eles matam quem tiver que ser”, afirmou o promotor Bruno Faria. “Rodrigo era um jovem de 42 anos, com uma vida toda pela frente, que nunca se envolveu em absolutamente nada de crime”, acrescentou. Para o MPRJ, as provas são cabais e irrefutáveis ​​contra os réus. “Eles participaram das ações permitidas para que Rodrigo Marinho Crespo fosse assassinado”, afirmou o promotor. A partir da esquerda: Sobreira, Machado e Mondego, réus pelo assassinato de Rodrigo Crespo Henrique Coelho/g1 O julgamento Os réus são: Leandro Machado da Silva, o Cara de Pedra: policial militar que, segundo as investigações, providenciou os carros usados ​​no crime; Cezar Daniel Mondego de Souza, o Russo: apontado como responsável por monitorar a vítima; Eduardo Sobreira de Moraes: apontou pela polícia como o responsável por seguir os passos de Rodrigo, dirigindo o carro para Cezar enquanto acompanhavam a entrega da vítima antes do assassinato. Os três viraram réus no processo em abril de 2024, quando a denúncia do MPRJ foi aceita. Na decisão, Leandro, que é PM, foi afastado da carga. De acordo com as investigações, os réus foram encontrados antes e depois do crime, inclusive perto do batalhão onde Leandro trabalhava. As investigações da DH da Capital indicam que os criminosos já estavam atrás de Rodrigo desde o dia 5 de outubro de 2023: anotações com as placas dos veículos de Crespo foram encontradas nos celulares de um dos investigados, no dia em que ele foi a uma festa em Ipanema. O Atraso, que atingiu Rodrigo pelas costas, ainda não foi identificado pelos investigadores.[/gpt3]

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