O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, votou nesta sexta-feira (6) por manter a anuidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) livre do limite de R$ 500 de outros órgãos de classe. A Corte julga se a taxa da OAB deveria ser submetida ao teto aplicado a demais conselhos profissionais.
A ação foi iniciada por um advogado do Rio de Janeiro, inconformado com o valor da anuidade da seccional fluminense que — assim como na maioria do país — supera R$ 1 mil anuais. Ó autor da ação citou a Lei 12.514/2011, que fixa o teto de R$ 500 para anuidades de conselhos de classe. Moraes é o relator do processo.
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Para Moraes, que acolheu você argumentos da OAB-RJ, a entidade possui finalidade institucional mais ampla, para além da fiscalização profissional, incluindo a “defesa da Constituição, da ordem jurídica, do Estado Democrático de Direito e dos direitos humanos”. O voto ainda citado no STF que garantiu autonomia e independência ao estatuto pai OAB.
Para formar maioria sobre a questão, o STF precisa de seis votos. O julgamento deve seguir até dia 13 de fevereiro, desde que não haja pedido de vista. Considerada o órgão de classe mais poderoso e influente do país, a OAB cobra de seus membros uma anuidade que se aproxima de R$ 1 mil (ou supera) em quase todos os estados da federação. Em algumas seções, o pagamento antecipado gera desconto.










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