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Quatro dias após incêndio no Shopping Tijuca, calor no local onde o fogo começou chega a 70 °C e impede perícia

Redação Por Redação
6 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Quatro dias após incêndio no Shopping Tijuca, calor no local onde o fogo começou chega a 70 °C e impede perícia
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Quatro dias após incêndio no Shopping Tijuca, calor no local onde o fogo começou chega a 70 °C e impede perícia
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Polícia ouve testemunhas de incêndio no Shopping Tijuca A Polícia Civil informou que, quatro dias após o incêndio no Shopping Tijuca, a temperatura no interior da loja atingida ainda estava em cerca de 70 graus, o que impediu a conclusão da perícia técnica realizada nesta terça-feira (6). Os peritos chegaram a entrar no local, mas avaliaram que não havia condições de segurança para avançar até o ponto considerado o foco inicial do fogo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a polícia, a equipe conseguiu acessar uma loja, mas, na área próxima ao que seria o depósito, local apontado como possível ponto focal do incêndio, o calor extremo ainda inviabilizava a proximidade. Diante do cenário, os peritos solicitaram apoio da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para o isolamento de pontos específicos e a adoção de medidas que permitam novas etapas do trabalho. A perícia foi feita por uma equipe de cinco peritos da 19ª DP (Tijuca) e teve início por volta das 15h30, com duração aproximada de uma hora. Veja como ficou o subsolo do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Divulgação Corpo de Bombeiros Além da alta temperatura, os agentes relatam dificuldades de acesso por causa de ferros retorcidos, grande quantidade de destruições e destruição da estrutura interna da loja. De acordo com a Polícia Civil, será necessária a instalação de escoras para fortalecer o solo e reduzir riscos de novos acidentes no local. Somente essa após intervenção será possível alcançar uma área onde o pesquisador acredita que o incêndio teve início. A polícia informou que outras perícias ainda serão realizadas. O incêndio aconteceu na noite de sexta-feira (2) e deixou dois mortos e três feridos. Durante o combate às chamas, morreram o supervisor de segurança do shopping, Anderson Aguir do Prado, e a bombeira civil Emellyn Silva Aguiar Menezes, que ajudaram a retirar clientes e funcionários antes do desaparecimento. Desde o incêndio, o shopping permanece fechado. A tragédia ocorreu na interdição total do subsolo e de 17 lojas do térreo do centro comercial. Segundo a delegada adjunta da 19ª DP (Tijuca), Maíra Rodrigues, a perícia é fundamental para esclarecer a origem do fogo. “A gente precisa estabelecer o ponto focal do incêndio e a causa do incêndio. Até agora temos hipóteses, mas não podemos concluir de forma técnica. Só a peça técnica pode determinar o ponto inicial”, afirmou. Mais cedo, a Defesa Civil Municipal informou que concluiu a vistoria final em todo o Shopping Tijuca e descartou risco de desabamento. “Vistoriamos todo o shopping e não há risco de desabamento. Não há risco estrutural. A população pode ficar tranquila quanto a isso”, disse o subsecretário de Defesa Civil Municipal, Rodrigo Gonçalves. Investigação e depoimentos Além da perícia, a Polícia Civil pretendia ouvir mais três testemunhas consideradas fundamentais para a investigação: um superintendente do Shopping Tijuca, o chefe da equipe de brigadistas e um dos feridos no incêndio, que segue internado no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. O superintendente, que iria depor nesta terça-feira, comentou o depoimento alegando que não teve acesso aos autos do processo. Os outros dois depoimentos também foram adiados. A delegacia já solicitou imagens de câmeras de segurança e documentação técnica de compras, que devem ser entregues para análise. Veja como ficou no interior do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Corpo de Bombeiros A investigação apura relatos de possíveis irregularidades, como demora na evacuação, falhas no protocolo de combate a incêndio e problemas técnicos que podem ter contribuído para o incêndio. “Hoje é um dia crucial para as investigações. Vamos fazer oitivas de peças fundamentais que tragam informações sobre as razões do incêndio, se houvesse protocolo para a evacuação, se tivesse licença, como foi a circunstância de entrada, de acionamento dos brigadistas. Queremos saber se houve eventual negligência, falha humana ou falha técnica”, explicou um delegado. Ela acrescentou que as imagens que circulam nas redes sociais também serão comprovadas. “Toda informação é bem-vinda. Os vídeos que estão sendo coletados estão sendo incluídos na pesquisa, mas antes vamos levar para a perícia para entender se os vídeos são do ambiente e dos fatos que estamos investigando e vamos comparar com as imagens que o Shopping Tijuca ceder”, disse. A delegada reforçou ainda que, embora haja hipóteses, nenhuma conclusão pode ser antecipada sem o laudo pericial. “Temos diversas hipóteses, mas não podemos garantir ainda do ponto de vista técnico, só após a perícia. Mas pensamos que tenha começado no sistema de refrigeração”, afirmou. Subsolo e 17 lojas do térreo interditadas Na segunda-feira (5), a Defesa Civil Municipal interdito totalmente o subsolo e parte do térreo do Shopping Tijuca após vistoria técnica. A liberação para a inspeção ocorreu depois da conclusão de uma etapa do trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros. Segundo o órgão, não há risco de desabamento do prédio. De acordo com a Defesa Civil, foi identificado risco estrutural no mezanino da loja atingida pelo incêndio, além de perigo de queda de revestimentos internos e deslocamento de partes do teto e do piso. “O subsolo do shopping foi totalmente interditado devido à falta de condições para a permanência no local. Já no térreo, 17 lojas da lateral esquerda, localizadas entre a entrada principal na Avenida Maracanã e a Tok Stok, foram interditadas após o calor do fogo deformar o piso”, informou o órgão. O incêndio começou em uma loja no subsolo. Funcionários relataram cheiro forte e fumaça por volta das 18h30, e clientes foram retirados do prédio. Reabertura da Avenida Maracanã Parte da Avenida Maracanã, em frente ao Shopping Tijuca, estava interditada desde a sexta-feira (2) Reprodução A Avenida Maracanã foi reaberta ao trânsito nesta manhã. O trecho foi interditado na altura da Rua Barão de Mesquita. A Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, que ainda estava fechada para o trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros pela manhã, foi liberada à tarde. Já o shopping permanece fechado ao público, sem previsão de reabertura. Toda a área interditada foi danificada pelo calor e apresenta risco de desabamento e deslocamento do teto e do piso. No entanto, não há risco de desmoronamento para o shopping. Vídeo mostra interior do Shopping Tijuca após incêndio que provocou a morte de duas pessoas Carros presos no estacionamento Cerca de 40 carros de clientes ainda permanecem no estacionamento do Shopping Tijuca. Segundo a direção do shopping, os proprietários dos veículos deverão entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), pelo telefone (21) 2491-1858, para agendar a retirada. A administração disse que, neste momento, os esforços estão concentrados no apoio à atuação dos bombeiros e na assistência às vítimas e às famílias, e que outras questões, como estoques e eventuais descartes de produtos, serão avaliadas no momento oportuno. Novas imagens divulgadas pelo Corpo de Bombeiros mostram o interior do centro comercial completamente destruído três dias após o incêndio (vídeo acima). As imagens revelam um cenário de devastação, com grande quantidade de ferro retorcido, teto e tubulações severamente queimadas, além do chão tomado por entulho, restos de materiais e objetos carbonizados. O incêndio atingiu uma loja de decoração do espaço. De acordo com relatos de funcionários, o fogo começou no sistema de ar condicionado de uma loja localizada no subsolo. Por volta das 18h30, eles perceberam um cheiro forte e, em seguida, a presença de fumaça. Logo depois, as seguranças do shopping orientaram a evacuação do prédio. Veja como ficou o interior do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Corpo de Bombeiros Veja como ficou o interior do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Corpo de Bombeiros
Polícia ouve testemunhas de incêndio no Shopping Tijuca A Polícia Civil informou que, quatro dias após o incêndio no Shopping Tijuca, a temperatura no interior da loja atingida ainda estava em cerca de 70 graus, o que impediu a conclusão da perícia técnica realizada nesta terça-feira (6). Os peritos chegaram a entrar no local, mas avaliaram que não havia condições de segurança para avançar até o ponto considerado o foco inicial do fogo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a polícia, a equipe conseguiu acessar uma loja, mas, na área próxima ao que seria o depósito, local apontado como possível ponto focal do incêndio, o calor extremo ainda inviabilizava a proximidade. Diante do cenário, os peritos solicitaram apoio da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para o isolamento de pontos específicos e a adoção de medidas que permitam novas etapas do trabalho. A perícia foi feita por uma equipe de cinco peritos da 19ª DP (Tijuca) e teve início por volta das 15h30, com duração aproximada de uma hora. Veja como ficou o subsolo do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Divulgação Corpo de Bombeiros Além da alta temperatura, os agentes relatam dificuldades de acesso por causa de ferros retorcidos, grande quantidade de destruições e destruição da estrutura interna da loja. De acordo com a Polícia Civil, será necessária a instalação de escoras para fortalecer o solo e reduzir riscos de novos acidentes no local. Somente essa após intervenção será possível alcançar uma área onde o pesquisador acredita que o incêndio teve início. A polícia informou que outras perícias ainda serão realizadas. O incêndio aconteceu na noite de sexta-feira (2) e deixou dois mortos e três feridos. Durante o combate às chamas, morreram o supervisor de segurança do shopping, Anderson Aguir do Prado, e a bombeira civil Emellyn Silva Aguiar Menezes, que ajudaram a retirar clientes e funcionários antes do desaparecimento. Desde o incêndio, o shopping permanece fechado. A tragédia ocorreu na interdição total do subsolo e de 17 lojas do térreo do centro comercial. Segundo a delegada adjunta da 19ª DP (Tijuca), Maíra Rodrigues, a perícia é fundamental para esclarecer a origem do fogo. “A gente precisa estabelecer o ponto focal do incêndio e a causa do incêndio. Até agora temos hipóteses, mas não podemos concluir de forma técnica. Só a peça técnica pode determinar o ponto inicial”, afirmou. Mais cedo, a Defesa Civil Municipal informou que concluiu a vistoria final em todo o Shopping Tijuca e descartou risco de desabamento. “Vistoriamos todo o shopping e não há risco de desabamento. Não há risco estrutural. A população pode ficar tranquila quanto a isso”, disse o subsecretário de Defesa Civil Municipal, Rodrigo Gonçalves. Investigação e depoimentos Além da perícia, a Polícia Civil pretendia ouvir mais três testemunhas consideradas fundamentais para a investigação: um superintendente do Shopping Tijuca, o chefe da equipe de brigadistas e um dos feridos no incêndio, que segue internado no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. O superintendente, que iria depor nesta terça-feira, comentou o depoimento alegando que não teve acesso aos autos do processo. Os outros dois depoimentos também foram adiados. A delegacia já solicitou imagens de câmeras de segurança e documentação técnica de compras, que devem ser entregues para análise. Veja como ficou no interior do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Corpo de Bombeiros A investigação apura relatos de possíveis irregularidades, como demora na evacuação, falhas no protocolo de combate a incêndio e problemas técnicos que podem ter contribuído para o incêndio. “Hoje é um dia crucial para as investigações. Vamos fazer oitivas de peças fundamentais que tragam informações sobre as razões do incêndio, se houvesse protocolo para a evacuação, se tivesse licença, como foi a circunstância de entrada, de acionamento dos brigadistas. Queremos saber se houve eventual negligência, falha humana ou falha técnica”, explicou um delegado. Ela acrescentou que as imagens que circulam nas redes sociais também serão comprovadas. “Toda informação é bem-vinda. Os vídeos que estão sendo coletados estão sendo incluídos na pesquisa, mas antes vamos levar para a perícia para entender se os vídeos são do ambiente e dos fatos que estamos investigando e vamos comparar com as imagens que o Shopping Tijuca ceder”, disse. A delegada reforçou ainda que, embora haja hipóteses, nenhuma conclusão pode ser antecipada sem o laudo pericial. “Temos diversas hipóteses, mas não podemos garantir ainda do ponto de vista técnico, só após a perícia. Mas pensamos que tenha começado no sistema de refrigeração”, afirmou. Subsolo e 17 lojas do térreo interditadas Na segunda-feira (5), a Defesa Civil Municipal interdito totalmente o subsolo e parte do térreo do Shopping Tijuca após vistoria técnica. A liberação para a inspeção ocorreu depois da conclusão de uma etapa do trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros. Segundo o órgão, não há risco de desabamento do prédio. De acordo com a Defesa Civil, foi identificado risco estrutural no mezanino da loja atingida pelo incêndio, além de perigo de queda de revestimentos internos e deslocamento de partes do teto e do piso. “O subsolo do shopping foi totalmente interditado devido à falta de condições para a permanência no local. Já no térreo, 17 lojas da lateral esquerda, localizadas entre a entrada principal na Avenida Maracanã e a Tok Stok, foram interditadas após o calor do fogo deformar o piso”, informou o órgão. O incêndio começou em uma loja no subsolo. Funcionários relataram cheiro forte e fumaça por volta das 18h30, e clientes foram retirados do prédio. Reabertura da Avenida Maracanã Parte da Avenida Maracanã, em frente ao Shopping Tijuca, estava interditada desde a sexta-feira (2) Reprodução A Avenida Maracanã foi reaberta ao trânsito nesta manhã. O trecho foi interditado na altura da Rua Barão de Mesquita. A Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, que ainda estava fechada para o trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros pela manhã, foi liberada à tarde. Já o shopping permanece fechado ao público, sem previsão de reabertura. Toda a área interditada foi danificada pelo calor e apresenta risco de desabamento e deslocamento do teto e do piso. No entanto, não há risco de desmoronamento para o shopping. Vídeo mostra interior do Shopping Tijuca após incêndio que provocou a morte de duas pessoas Carros presos no estacionamento Cerca de 40 carros de clientes ainda permanecem no estacionamento do Shopping Tijuca. Segundo a direção do shopping, os proprietários dos veículos deverão entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), pelo telefone (21) 2491-1858, para agendar a retirada. A administração disse que, neste momento, os esforços estão concentrados no apoio à atuação dos bombeiros e na assistência às vítimas e às famílias, e que outras questões, como estoques e eventuais descartes de produtos, serão avaliadas no momento oportuno. Novas imagens divulgadas pelo Corpo de Bombeiros mostram o interior do centro comercial completamente destruído três dias após o incêndio (vídeo acima). As imagens revelam um cenário de devastação, com grande quantidade de ferro retorcido, teto e tubulações severamente queimadas, além do chão tomado por entulho, restos de materiais e objetos carbonizados. O incêndio atingiu uma loja de decoração do espaço. De acordo com relatos de funcionários, o fogo começou no sistema de ar condicionado de uma loja localizada no subsolo. Por volta das 18h30, eles perceberam um cheiro forte e, em seguida, a presença de fumaça. Logo depois, as seguranças do shopping orientaram a evacuação do prédio. Veja como ficou o interior do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Corpo de Bombeiros Veja como ficou o interior do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas Corpo de Bombeiros[/gpt3]

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