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Preso por planejado morte de policial civil já matou empresário no Maranhão e atuou como segurança de Adilsinho

Redação Por Redação
3 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Preso por planejado morte de policial civil já matou empresário no Maranhão e atuou como segurança de Adilsinho
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Preso por planejado morte de policial civil já matou empresário no Maranhão e atuou como segurança de Adilsinho
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Kiko foi preso na Ilha do Governador Divulgação/PCERJ A prisão do quinto envolvido na morte do policial civil Carlos José Queirós Viana, em Niterói, em outubro do ano passado, revelou a participação de José Gomes da Rocha Neto no crime. Conhecido como Kiko, ele ajudou no planejamento do assassinato, segundo a Delegacia de Homicídios de Niterói, que investiga o caso. De acordo com o investigador, ele obteve informações sobre o período de monitoramento da vítima, realizado meses antes do crime, além de detalhes sobre o dia da execução e a queima do veículo utilizado na ação criminosa. Ele também é investigado por ser uma das principais seguranças do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. Nas investigações da “Operação Smoke Free”, da Polícia Federal, o nome de Kiko aparece em uma lista como um dos seguranças do contraventor. Segundo dados da planilha, ele recebeu R$ 9,5 mil mensais em junho de 2021. Além de Neto, outras quatro pessoas já foram presas por participação no crime: Fábio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha, Mayck Júnior Pfister Pedro e Dênis da Silva Costa. Execução no Maranhão Vídeo mostra execução do empresário goiano em São Luís, no Maranhão Em 2021, Kiko se juntou a Alfredo dos Santos Júnior, conhecido como Velho, para cometer uma execução a mais de 2,8 mil km do Rio de Janeiro, em São Luís, no Maranhão. Neto e o comparsa saíram do Rio no dia 10 de fevereiro. Viajaram de avião para Teresina e de lá pegaram um carro para São Luís, onde no dia 12 de fevereiro assassinaram o empresário goiano Bruno Vinícius Nazon de Moraes, de 30 anos. Ele foi morto a tiros na Avenida Litorânea. Toda a ação durou menos de um minuto. Bruno foi abordado quando ia para seu carro, tentou fugir, mas foi atingido e morto em plena luz do dia. Segundo as investigações da polícia maranhense, Kiko e Velho foram contratados por Márcio Augusto Guedes Gregório, conhecido como Márcio Careca. Nazon seria um dos rivais de Márcio Careca e teria cooptado ex funcionários para atuar em sua banca de jogo do bicho na capital maranhense. Por causa disso, Careca, da banca Para Todos RJ, contratou Kiko e Velho para o trabalho. Os dois voltaram para o Rio de Janeiro sentados lado a lado, no mesmo avião, poucas horas depois do crime. Outros crimes Velho e Kiko são procurados por morte de empresário no Maranhão Reprodução Kiko foi preso por participar da morte de um casal, sequestrado no Jockey Club, na Zona Sul do Rio, e depois morto na Baixada Fluminense em 2012. Alfredo, comparador de José Gomes da Rocha Neto no crime do Maranhão, esteve junto nas execuções e também foi preso. As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio apontam que, já nesta época, Kiko atuava como matador de aluguel, principalmente como mando de bicheiros. Neto ainda atuoso como integrante da milícia de Jonas é Nós e Chiquinho Grandão em Duque de Caxias. Ele foi preso em 2013 por suspeita de ser um dos membros da organização criminosa.
Kiko foi preso na Ilha do Governador Divulgação/PCERJ A prisão do quinto envolvido na morte do policial civil Carlos José Queirós Viana, em Niterói, em outubro do ano passado, revelou a participação de José Gomes da Rocha Neto no crime. Conhecido como Kiko, ele ajudou no planejamento do assassinato, segundo a Delegacia de Homicídios de Niterói, que investiga o caso. De acordo com o investigador, ele obteve informações sobre o período de monitoramento da vítima, realizado meses antes do crime, além de detalhes sobre o dia da execução e a queima do veículo utilizado na ação criminosa. Ele também é investigado por ser uma das principais seguranças do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. Nas investigações da “Operação Smoke Free”, da Polícia Federal, o nome de Kiko aparece em uma lista como um dos seguranças do contraventor. Segundo dados da planilha, ele recebeu R$ 9,5 mil mensais em junho de 2021. Além de Neto, outras quatro pessoas já foram presas por participação no crime: Fábio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha, Mayck Júnior Pfister Pedro e Dênis da Silva Costa. Execução no Maranhão Vídeo mostra execução do empresário goiano em São Luís, no Maranhão Em 2021, Kiko se juntou a Alfredo dos Santos Júnior, conhecido como Velho, para cometer uma execução a mais de 2,8 mil km do Rio de Janeiro, em São Luís, no Maranhão. Neto e o comparsa saíram do Rio no dia 10 de fevereiro. Viajaram de avião para Teresina e de lá pegaram um carro para São Luís, onde no dia 12 de fevereiro assassinaram o empresário goiano Bruno Vinícius Nazon de Moraes, de 30 anos. Ele foi morto a tiros na Avenida Litorânea. Toda a ação durou menos de um minuto. Bruno foi abordado quando ia para seu carro, tentou fugir, mas foi atingido e morto em plena luz do dia. Segundo as investigações da polícia maranhense, Kiko e Velho foram contratados por Márcio Augusto Guedes Gregório, conhecido como Márcio Careca. Nazon seria um dos rivais de Márcio Careca e teria cooptado ex funcionários para atuar em sua banca de jogo do bicho na capital maranhense. Por causa disso, Careca, da banca Para Todos RJ, contratou Kiko e Velho para o trabalho. Os dois voltaram para o Rio de Janeiro sentados lado a lado, no mesmo avião, poucas horas depois do crime. Outros crimes Velho e Kiko são procurados por morte de empresário no Maranhão Reprodução Kiko foi preso por participar da morte de um casal, sequestrado no Jockey Club, na Zona Sul do Rio, e depois morto na Baixada Fluminense em 2012. Alfredo, comparador de José Gomes da Rocha Neto no crime do Maranhão, esteve junto nas execuções e também foi preso. As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio apontam que, já nesta época, Kiko atuava como matador de aluguel, principalmente como mando de bicheiros. Neto ainda atuoso como integrante da milícia de Jonas é Nós e Chiquinho Grandão em Duque de Caxias. Ele foi preso em 2013 por suspeita de ser um dos membros da organização criminosa.[/gpt3]

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Tags: Adilsinhoatuoucivilcomoempresáriojámaranhãomatoumorteplanejadopolicialporpresosegurança
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