Polícia quer quebrar o sigilo telefônico de réus por estupro coletivo; presos se entregaram sem os celulares
[/gpt3]
Terceiro forgido por estupro coletivo se entregue à polícia A Polícia Civil vai pedir à Justiça a quebra de sigilo telefônico dos réus denunciados por estupro coletivo de um adolescente de 17 anos em Copacabana. Segundo o pesquisador, todos os quatro jovens foram entregues à polícia sem apresentar os celulares. Na delegacia, eles optaram por permanecer em silêncio. No sábado (28), quando os suspeitos ainda eram considerados foragidos, os agentes foram direcionados a eles, mas não retornaram celulares ou computadores. Ao solicitar a prisão dos quatro, a polícia também pediu a busca e apreensão dos aparelhos telefônicos. O Ministério Público se manifestou favoravelmente à medida. A Justiça, no entanto, desmembrou o pedido e encaminhou a análise para outra vara. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre essa decisão. “Vamos solicitar quebras telemáticas dos aparelhos dos acusados, já que eles não nos disponibilizaram nenhum acesso na hora em que se fizeram”, disse o delegado Ângelo Lages, da 12ª DP (Copacabana). Os presos pelo ataque em Copacabana são: Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos (preso – se entregue na 12ª DP); João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos (preso – se entregue na 10ª DP); Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos (preso – se entregue na 12ª DP); Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos (preso – se entregue na 54ª DP). Os quatro são réus pelo crime, como o agravante de uma vítima menor de idade, e também por cárcere privado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Vitor Hugo é filho de José Carlos Costa Simonin, ex-subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa, exonerado da carga nesta quarta-feira. O advogado Ângelo Máximo, que representa Vitor Hugo, afirmou que o cliente nega participação no crime (veja abaixo). Segundo a defesa, ele confirmou que estava no apartamento, mas negou ter mantido relação sexual ou estupro contra a vítima. “Ele não tem o que temer e vai provar sua inocência. Ele se apresentou de cabeça erguida”, disse Máximo. O advogado afirmou ainda que Vitor vai permanecer em silêncio e que ele poderia ter sido ouvido anteriormente na delegacia, o que não ocorreu. O advogado Ângelo Máximo, que representa Vítor Hugo Simonin, diz que ele negou ter participado de estupro A 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro. Os promotores destacaram, com base no relatório final da polícia, “a violência empregada e a brutalidade dos atos sexuais praticados contra a vítima”. Há ainda um menor investigado. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de mandato de apreensão contra ele. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) se manifestou dizendo que não viu necessidade de mandar internar o menor investigado em pelo menos 2 casos de estupro coletivo. Terceiro forgido por estupro coletivo se entrega à polícia Em manifestação enviada na última segunda-feira (2) à Vara da Infância e da Juventude, sobre o caso da garota que denunciou um abuso em Copacabana, o promotor Carlos Marcelo Messenberg, da 1ª Promotoria da Infância e da Juventude Infracional da capital, pediu que a Justiça negasse o pedido de apreensão do menor. Para se tratar de um menor, a polícia desmembrou o inquérito e encaminhou a representação ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), solicitando a apreensão por fato análogo ao crime. O caso está sob análise da Vara da Infância e da Juventude. Quatro jovens são réus por estupro coletivo de menor em Copacabana Reprodução/ TV Globo Habeas corpus negados Anteriormente, a Justiça do Rio de Janeiro tinha habeas corpus negado aos foragidos. A TV Globo apurou que 3 dos 4 maiores de idade procurados pelo crime entraram com um recurso para suspender a prisão. O desembargador Luiz Noronha Dantas, da 6ª Câmara Criminal, indeferiu os pedidos. Como o caso está em segredo de Justiça, o processo não mostra nenhum nome, e não foi possível saber os autores dos recursos. Também não havia informações se todos tinham pedido de habeas corpus ou se um deles não entrou com recurso. Outras vítimas Entre segunda-feira e esta terça (3), mais duas vítimas relataram que foram estupradas por membros do grupo. Na segunda-feira (2), um jovem fugiu à polícia e denunciou ter sido estuprado por pelo menos dois réus acusados no caso de adolescente. Segundo o relato, o crime teria ocorrido quando ela tinha 14 anos. Atualmente, a jovem está com 17 anos. Ela contornou o pesquisador que mantém um relacionamento com um dos envolvidos — o único menor de idade apontado no caso — que também é denunciado como participante do estupro coletivo já investigado. Um adolescente que foi convidado a ir até a casa de Matheus Veríssimo Zoel Martins, 19 anos, outro investigado no caso. Segundo o depoimento, pelo menos dois dos suspeitos tiveram participação de violência sexual e imagens gravadas do crime e divulgadas. Nesta terça, mais uma jovem procurou a polícia e afirmou ter sido vítima de estupro por um dos membros do grupo. Ela prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), onde chegou acompanhado da mãe. Segundo a jovem, o suspeito é Vitor Hugo Oliveira Simonin. Justiça nega habeas corpus a 3 forgidos por estupro coletivo LEIA MAIS: ‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe Investigados já responderam a outros processos em colégio Clube de futebol afastado jogador após mandado de prisão Relembre o caso Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas, e a Justiça expediu mandados de prisão contra: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. O adolescente que encontrou a vítima também é investigado por ato infracional analógico ao crime. Por se tratar de um menor, a identidade não será divulgada. Foragidos por estupro coletivo se entregaram à polícia e viram réus O que aconteceu? Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, ex-namorado, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estavam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o ex, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido. Polícia busca suspeitos de estupro de adolescente em Copacabana Câmeras e impressões Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e, depois, a entrada do adolescente acompanhada pelo menor. As imagens também mostram o momento em que a vítima deixa o imóvel. De acordo com o relatório policial, após acompanhá-la até a saída do prédio, o adolescente retorna ao apartamento e faz gestos interpretados pelos investigadores como de “comemoração”. Há ainda registros da saída dos investigados do edifício em horários próximos ao crime. Conversas por WhatsApp entre adolescentes e menores, antes do crime, foram incluídas no inquérito. Nas mensagens, ele a convida para ir ao endereço e pergunta se ela poderia chamar uma amiga. Um jovem responde que não teria quem convidar, e ele afirma que não teria problemas em ir sozinho. As mensagens também mostram a combinação do encontro na portaria e os horários em que ela avisou que estava chegando. O que diz o laudo O exame de corpo de delito apresentou lesões compatíveis com violência física. A perícia acordos infiltrados hemorrágicos e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. Também foram descritos grupos de manchas nas regiões dorsais e glúteas. Materiais foram coletados para exames genéticos e análise de DNA. O que dizem os relatados Após a prisão, a defesa de João Gabriel se pronunciou com a seguinte nota: “A defesa de João Gabriel Xavier Bertho informa que, em respeito à decisão judicial, ele se entregou nesta terça-feira (03/03) na 10ª delegacia. João Gabriel e a defesa incluem que a Justiça, de forma isenta, irá apurar os fatos e decidirá pela improcedência da denúncia. João Gabriel negou estupro e não teve sequer a oportunidade de ser ouvido pela polícia. Ele não é denunciado nas novas denúncias que estão sendo investigadas”. Vitor Hugo Oliveira Simonin Henrique Coelho/g1 Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, acusado de estupro coletivo contra adolescente, chegou à 12ªDP (Copacabana) acompanhado de seu advogado. Reprodução
Terceiro forgido por estupro coletivo se entregue à polícia A Polícia Civil vai pedir à Justiça a quebra de sigilo telefônico dos réus denunciados por estupro coletivo de um adolescente de 17 anos em Copacabana. Segundo o pesquisador, todos os quatro jovens foram entregues à polícia sem apresentar os celulares. Na delegacia, eles optaram por permanecer em silêncio. No sábado (28), quando os suspeitos ainda eram considerados foragidos, os agentes foram direcionados a eles, mas não retornaram celulares ou computadores. Ao solicitar a prisão dos quatro, a polícia também pediu a busca e apreensão dos aparelhos telefônicos. O Ministério Público se manifestou favoravelmente à medida. A Justiça, no entanto, desmembrou o pedido e encaminhou a análise para outra vara. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre essa decisão. “Vamos solicitar quebras telemáticas dos aparelhos dos acusados, já que eles não nos disponibilizaram nenhum acesso na hora em que se fizeram”, disse o delegado Ângelo Lages, da 12ª DP (Copacabana). Os presos pelo ataque em Copacabana são: Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos (preso – se entregue na 12ª DP); João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos (preso – se entregue na 10ª DP); Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos (preso – se entregue na 12ª DP); Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos (preso – se entregue na 54ª DP). Os quatro são réus pelo crime, como o agravante de uma vítima menor de idade, e também por cárcere privado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Vitor Hugo é filho de José Carlos Costa Simonin, ex-subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa, exonerado da carga nesta quarta-feira. O advogado Ângelo Máximo, que representa Vitor Hugo, afirmou que o cliente nega participação no crime (veja abaixo). Segundo a defesa, ele confirmou que estava no apartamento, mas negou ter mantido relação sexual ou estupro contra a vítima. “Ele não tem o que temer e vai provar sua inocência. Ele se apresentou de cabeça erguida”, disse Máximo. O advogado afirmou ainda que Vitor vai permanecer em silêncio e que ele poderia ter sido ouvido anteriormente na delegacia, o que não ocorreu. O advogado Ângelo Máximo, que representa Vítor Hugo Simonin, diz que ele negou ter participado de estupro A 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro. Os promotores destacaram, com base no relatório final da polícia, “a violência empregada e a brutalidade dos atos sexuais praticados contra a vítima”. Há ainda um menor investigado. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de mandato de apreensão contra ele. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) se manifestou dizendo que não viu necessidade de mandar internar o menor investigado em pelo menos 2 casos de estupro coletivo. Terceiro forgido por estupro coletivo se entrega à polícia Em manifestação enviada na última segunda-feira (2) à Vara da Infância e da Juventude, sobre o caso da garota que denunciou um abuso em Copacabana, o promotor Carlos Marcelo Messenberg, da 1ª Promotoria da Infância e da Juventude Infracional da capital, pediu que a Justiça negasse o pedido de apreensão do menor. Para se tratar de um menor, a polícia desmembrou o inquérito e encaminhou a representação ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), solicitando a apreensão por fato análogo ao crime. O caso está sob análise da Vara da Infância e da Juventude. Quatro jovens são réus por estupro coletivo de menor em Copacabana Reprodução/ TV Globo Habeas corpus negados Anteriormente, a Justiça do Rio de Janeiro tinha habeas corpus negado aos foragidos. A TV Globo apurou que 3 dos 4 maiores de idade procurados pelo crime entraram com um recurso para suspender a prisão. O desembargador Luiz Noronha Dantas, da 6ª Câmara Criminal, indeferiu os pedidos. Como o caso está em segredo de Justiça, o processo não mostra nenhum nome, e não foi possível saber os autores dos recursos. Também não havia informações se todos tinham pedido de habeas corpus ou se um deles não entrou com recurso. Outras vítimas Entre segunda-feira e esta terça (3), mais duas vítimas relataram que foram estupradas por membros do grupo. Na segunda-feira (2), um jovem fugiu à polícia e denunciou ter sido estuprado por pelo menos dois réus acusados no caso de adolescente. Segundo o relato, o crime teria ocorrido quando ela tinha 14 anos. Atualmente, a jovem está com 17 anos. Ela contornou o pesquisador que mantém um relacionamento com um dos envolvidos — o único menor de idade apontado no caso — que também é denunciado como participante do estupro coletivo já investigado. Um adolescente que foi convidado a ir até a casa de Matheus Veríssimo Zoel Martins, 19 anos, outro investigado no caso. Segundo o depoimento, pelo menos dois dos suspeitos tiveram participação de violência sexual e imagens gravadas do crime e divulgadas. Nesta terça, mais uma jovem procurou a polícia e afirmou ter sido vítima de estupro por um dos membros do grupo. Ela prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), onde chegou acompanhado da mãe. Segundo a jovem, o suspeito é Vitor Hugo Oliveira Simonin. Justiça nega habeas corpus a 3 forgidos por estupro coletivo LEIA MAIS: ‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe Investigados já responderam a outros processos em colégio Clube de futebol afastado jogador após mandado de prisão Relembre o caso Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas, e a Justiça expediu mandados de prisão contra: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. O adolescente que encontrou a vítima também é investigado por ato infracional analógico ao crime. Por se tratar de um menor, a identidade não será divulgada. Foragidos por estupro coletivo se entregaram à polícia e viram réus O que aconteceu? Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, ex-namorado, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estavam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o ex, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido. Polícia busca suspeitos de estupro de adolescente em Copacabana Câmeras e impressões Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e, depois, a entrada do adolescente acompanhada pelo menor. As imagens também mostram o momento em que a vítima deixa o imóvel. De acordo com o relatório policial, após acompanhá-la até a saída do prédio, o adolescente retorna ao apartamento e faz gestos interpretados pelos investigadores como de “comemoração”. Há ainda registros da saída dos investigados do edifício em horários próximos ao crime. Conversas por WhatsApp entre adolescentes e menores, antes do crime, foram incluídas no inquérito. Nas mensagens, ele a convida para ir ao endereço e pergunta se ela poderia chamar uma amiga. Um jovem responde que não teria quem convidar, e ele afirma que não teria problemas em ir sozinho. As mensagens também mostram a combinação do encontro na portaria e os horários em que ela avisou que estava chegando. O que diz o laudo O exame de corpo de delito apresentou lesões compatíveis com violência física. A perícia acordos infiltrados hemorrágicos e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. Também foram descritos grupos de manchas nas regiões dorsais e glúteas. Materiais foram coletados para exames genéticos e análise de DNA. O que dizem os relatados Após a prisão, a defesa de João Gabriel se pronunciou com a seguinte nota: “A defesa de João Gabriel Xavier Bertho informa que, em respeito à decisão judicial, ele se entregou nesta terça-feira (03/03) na 10ª delegacia. João Gabriel e a defesa incluem que a Justiça, de forma isenta, irá apurar os fatos e decidirá pela improcedência da denúncia. João Gabriel negou estupro e não teve sequer a oportunidade de ser ouvido pela polícia. Ele não é denunciado nas novas denúncias que estão sendo investigadas”. Vitor Hugo Oliveira Simonin Henrique Coelho/g1 Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, acusado de estupro coletivo contra adolescente, chegou à 12ªDP (Copacabana) acompanhado de seu advogado. Reprodução[/gpt3]












Deixe o Seu Comentário