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Polícia prende argentina ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema

Redação Por Redação
8 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Polícia prende argentina ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Polícia prende argentina ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema
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Polícia prende argentina ré por injúria racial contra funcionários de um bar A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta sexta-feira (6) a advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio. No momento da prisão, ela usava uma tornozeleira eletrônica. Agostina foi presa em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio, e encaminhada para a 11ª DP (Rocinha). O advogado Ezequiel Roitman, que representa Agostina, esteve na delegacia e afirmou que a defesa vai se manifestar nos autos do processo. Segundo ele, um cliente sempre colaborou com a Justiça. “Ela nunca quis se evadir, nunca quis fugir ou intimidar testemunhas”, disse. Por volta das 16h45, a defesa informou que a prisão foi revogada e que Agostina deverá cumprir medidas cautelares, como ocorreu em juízo sempre que por intimada, não deixe o país e continue usando tornozeleira eletrônica. O delegado Diego Salarini afirmou, no entanto, que ainda não recebeu a decisão judicial. Após a decretação da prisão preventiva, Agostina postou um vídeo declarando estar “com muito medo”. “Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, disse. Ela pediu para não ser usada “como exemplo” e afirmou precisar de ajuda (veja abaixo). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A argentina Agostina Paéz foi presa nesta sexta-feira (6) em Vargem Pequena Reprodução Após ser presa, Agostina Páez foi levada para a 11ª DP (Rocinha) Henrique Coelho/g1 Rio Agostina Páez na delegacia do Rio Henrique Coelho/g1 Rio ‘Direitos violados’ Após ter a prisão decretada por injúria racial, argentina diz estar ‘morrendo de medo’ Agostina também afirmou que seus direitos estão sendo violados e que teme ser ainda mais prejudicado ao se manifestar publicamente. “Tenho medo de ser prejudicado ao fazer este vídeo, de que meus direitos sejam ainda mais violados”, declarou. A prisão preventiva foi decretada após a 37ª Vara Criminal aceitar a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Segundo a decisão, o pedido se baseia no risco de fuga e no comportamento reiterado da advogada, que, de acordo com a promotoria, repetiu as ofensas mesmo após ser alertada de que a conduta configurava crime no Brasil. O caso aconteceu no dia 14 de janeiro. Segundo a denúncia do MPRJ, Agostina se referiu a um funcionário do bar como “negro” de forma pejorativa e, ao deixar o local, usou a palavra “mono”, que em espanhol significa macaco, além de imitar gestos do animal. Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas, usando expressões como “negros de m…” e “monos”. Um vídeo com os gestos viralizou nas redes sociais e deu início à investigação da Polícia Civil. Agostina nega as acusações. Segundo ela, o ato seria uma “brincadeira” direcionada às suas amigas. No vídeo, a Argentina afirmou que não pode falar sobre o caso. “Sobre os fatos, não posso falar; só espero que tudo se esclareça e se resolva como deve ser”, disse. Agostina Paez, de 29 anos, imitou macaco e fez o som do animal após discussão em um bar Reprodução/TV Globo Agostina, no entanto, postou uma história afirmando que há outros vídeos do ocorrido. “Espero que sejam levados em consideração”, declarou. “Estelionato, fraudes, assédio, perseguição”, emendou, sem entrar em detalhes. A Justiça havia determinado o uso de tornozeleira eletrônica. Segundo Agostina, ela está à disposição das autoridades. “Recebi uma notificação de que há um mandado de prisão preventiva contra mim por risco de fuga, sendo que estou com tornozeleira eletrônica e estou à disposição da Justiça”, afirmou. O advogado da Argentina, Sebastian Robles, disse ao g1 que ela cumprirá todas as medidas determinadas pela Justiça. “É claro que ela cumprirá todas as medidas determinadas pelo sistema judiciário, como vem fazendo desde o início”, afirmou. Polícia investiga advogada argentina por ofensas racistas em Ipanema
Polícia prende argentina ré por injúria racial contra funcionários de um bar A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta sexta-feira (6) a advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio. No momento da prisão, ela usava uma tornozeleira eletrônica. Agostina foi presa em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio, e encaminhada para a 11ª DP (Rocinha). O advogado Ezequiel Roitman, que representa Agostina, esteve na delegacia e afirmou que a defesa vai se manifestar nos autos do processo. Segundo ele, um cliente sempre colaborou com a Justiça. “Ela nunca quis se evadir, nunca quis fugir ou intimidar testemunhas”, disse. Por volta das 16h45, a defesa informou que a prisão foi revogada e que Agostina deverá cumprir medidas cautelares, como ocorreu em juízo sempre que por intimada, não deixe o país e continue usando tornozeleira eletrônica. O delegado Diego Salarini afirmou, no entanto, que ainda não recebeu a decisão judicial. Após a decretação da prisão preventiva, Agostina postou um vídeo declarando estar “com muito medo”. “Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, disse. Ela pediu para não ser usada “como exemplo” e afirmou precisar de ajuda (veja abaixo). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A argentina Agostina Paéz foi presa nesta sexta-feira (6) em Vargem Pequena Reprodução Após ser presa, Agostina Páez foi levada para a 11ª DP (Rocinha) Henrique Coelho/g1 Rio Agostina Páez na delegacia do Rio Henrique Coelho/g1 Rio ‘Direitos violados’ Após ter a prisão decretada por injúria racial, argentina diz estar ‘morrendo de medo’ Agostina também afirmou que seus direitos estão sendo violados e que teme ser ainda mais prejudicado ao se manifestar publicamente. “Tenho medo de ser prejudicado ao fazer este vídeo, de que meus direitos sejam ainda mais violados”, declarou. A prisão preventiva foi decretada após a 37ª Vara Criminal aceitar a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Segundo a decisão, o pedido se baseia no risco de fuga e no comportamento reiterado da advogada, que, de acordo com a promotoria, repetiu as ofensas mesmo após ser alertada de que a conduta configurava crime no Brasil. O caso aconteceu no dia 14 de janeiro. Segundo a denúncia do MPRJ, Agostina se referiu a um funcionário do bar como “negro” de forma pejorativa e, ao deixar o local, usou a palavra “mono”, que em espanhol significa macaco, além de imitar gestos do animal. Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas, usando expressões como “negros de m…” e “monos”. Um vídeo com os gestos viralizou nas redes sociais e deu início à investigação da Polícia Civil. Agostina nega as acusações. Segundo ela, o ato seria uma “brincadeira” direcionada às suas amigas. No vídeo, a Argentina afirmou que não pode falar sobre o caso. “Sobre os fatos, não posso falar; só espero que tudo se esclareça e se resolva como deve ser”, disse. Agostina Paez, de 29 anos, imitou macaco e fez o som do animal após discussão em um bar Reprodução/TV Globo Agostina, no entanto, postou uma história afirmando que há outros vídeos do ocorrido. “Espero que sejam levados em consideração”, declarou. “Estelionato, fraudes, assédio, perseguição”, emendou, sem entrar em detalhes. A Justiça havia determinado o uso de tornozeleira eletrônica. Segundo Agostina, ela está à disposição das autoridades. “Recebi uma notificação de que há um mandado de prisão preventiva contra mim por risco de fuga, sendo que estou com tornozeleira eletrônica e estou à disposição da Justiça”, afirmou. O advogado da Argentina, Sebastian Robles, disse ao g1 que ela cumprirá todas as medidas determinadas pela Justiça. “É claro que ela cumprirá todas as medidas determinadas pelo sistema judiciário, como vem fazendo desde o início”, afirmou. Polícia investiga advogada argentina por ofensas racistas em Ipanema[/gpt3]

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