Polícia investiga rapper OIK por ameaças e ameaças contra ex-namorada no Rio
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Rapper OIK Redes Sociais A Polícia Civil do Rio investiga Caio Luidy Barreto Reynaldo, o rapper OIK, por influências e ameaças contra a ex-namorada. O caso foi denunciado à polícia em janeiro. A mulher conseguiu medidas protetivas de urgência na Justiça. No depoimento, ela relata agressões físicas, ameaças, violência psicológica, perseguição e coação emocional. Ela disse à polícia que, durante o relacionamento, o rapper agredia e usava de violência psicológica para que ela não terminasse a relação, situação que se repetia em outras brigas também. Segundo ela, durante as agressões, ela era impedida de sair de casa e o suspeito ainda escondia seu celular para que ela não pedisse ajuda. O caso está sendo investigado pela 37ªDP (Ilha do Governador). Registros de mensagens e áudios anexados ao inquérito mostram que a OIK, determinadas vezes, confirmou as agressões. Ele chegou ao debochar da possibilidade de a vítima buscar apoio de sua família e das autoridades. Nos registros, a OIK faz referências diretas à violência letal, usando expressões como “a bala é igual pra qualquer um” e “eu faço o que eu quiser”. Em outras gravações, o autor ameaça “quebrar as pernas” da vítima e se autodeclara “corajoso” e “impulsivo”, afirmando que, embora pudesse se arrepender, “já estaria feito”. A vítima ainda relatou que as ameaças evoluíram para referências diretas à morte dela, com afirmações feitas por OIK de que a mataria com um tiro na cabeça. Nesse contexto, o artista declarou que qualquer intervenção seria inútil, pois, quando familiares ou as autoridades chegassem, a vítima já estaria morta, de acordo com ela. Depois do fim, as ameaças e insistentes contatos virtuais, além de chantagem emocional, apoio, de acordo com o relato policial. Depois de uma tentativa de contato pessoal, com medo, a vítima decidiu denunciar o caso para a polícia. Além das restrições de aproximação e contato, o juiz proibiu também o autor de realizar qualquer exposição da vítima em redes sociais ou meios de comunicação, de forma direta ou indireta. Nas redes sociais, Caio acumula mais de 200 mil seguidores. O g1 procurou o produtora OIK por meio das redes sociais, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. A TV Globo também tenta contato com a defesa do rapper.
Rapper OIK Redes Sociais A Polícia Civil do Rio investiga Caio Luidy Barreto Reynaldo, o rapper OIK, por influências e ameaças contra a ex-namorada. O caso foi denunciado à polícia em janeiro. A mulher conseguiu medidas protetivas de urgência na Justiça. No depoimento, ela relata agressões físicas, ameaças, violência psicológica, perseguição e coação emocional. Ela disse à polícia que, durante o relacionamento, o rapper agredia e usava de violência psicológica para que ela não terminasse a relação, situação que se repetia em outras brigas também. Segundo ela, durante as agressões, ela era impedida de sair de casa e o suspeito ainda escondia seu celular para que ela não pedisse ajuda. O caso está sendo investigado pela 37ªDP (Ilha do Governador). Registros de mensagens e áudios anexados ao inquérito mostram que a OIK, determinadas vezes, confirmou as agressões. Ele chegou ao debochar da possibilidade de a vítima buscar apoio de sua família e das autoridades. Nos registros, a OIK faz referências diretas à violência letal, usando expressões como “a bala é igual pra qualquer um” e “eu faço o que eu quiser”. Em outras gravações, o autor ameaça “quebrar as pernas” da vítima e se autodeclara “corajoso” e “impulsivo”, afirmando que, embora pudesse se arrepender, “já estaria feito”. A vítima ainda relatou que as ameaças evoluíram para referências diretas à morte dela, com afirmações feitas por OIK de que a mataria com um tiro na cabeça. Nesse contexto, o artista declarou que qualquer intervenção seria inútil, pois, quando familiares ou as autoridades chegassem, a vítima já estaria morta, de acordo com ela. Depois do fim, as ameaças e insistentes contatos virtuais, além de chantagem emocional, apoio, de acordo com o relato policial. Depois de uma tentativa de contato pessoal, com medo, a vítima decidiu denunciar o caso para a polícia. Além das restrições de aproximação e contato, o juiz proibiu também o autor de realizar qualquer exposição da vítima em redes sociais ou meios de comunicação, de forma direta ou indireta. Nas redes sociais, Caio acumula mais de 200 mil seguidores. O g1 procurou o produtora OIK por meio das redes sociais, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. A TV Globo também tenta contato com a defesa do rapper.[/gpt3]

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