Polícia apura estupro coletivo contra adolescentes em Copacabana
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“A defesa de João Gabriel Bertho nega com veemência a ocorrência de estupro. Duas decisões judiciais já foram negadas o pedido de prisão preventiva feito anteriormente. Há nos autos do processo, mensagens de texto, trocadas entre um jovem e seu amigo, ambos com 17 anos, sobre a presença prévia de outros rapazes na casa em que eles se encontrariam, como de fato ocorrido. A jovem afirma, em seu depoimento à polícia, ter permitido a presença dos rapazes no quarto enquanto ela e o amigo estavam tendo um encontro íntimo. No mesmo depoimento, ela teve outros pedidos atendidos. A defesa contesta o fato de João Gabriel, estudante e atleta profissional, sem nenhum histórico de violência, não teve oportunidade nem de ser ouvido pela polícia para se defender ainda que a imagem do jovem ao fim do encontro, se despedindo do amigo com um sorriso e um abraço, não tenha sido objeto da investigação”.
“A defesa de João Gabriel Bertho nega com veemência a ocorrência de estupro. Duas decisões judiciais já foram negadas o pedido de prisão preventiva feito anteriormente. Há nos autos do processo, mensagens de texto, trocadas entre um jovem e seu amigo, ambos com 17 anos, sobre a presença prévia de outros rapazes na casa em que eles se encontrariam, como de fato ocorrido. A jovem afirma, em seu depoimento à polícia, ter permitido a presença dos rapazes no quarto enquanto ela e o amigo estavam tendo um encontro íntimo. No mesmo depoimento, ela teve outros pedidos atendidos. A defesa contesta o fato de João Gabriel, estudante e atleta profissional, sem nenhum histórico de violência, não teve oportunidade nem de ser ouvido pela polícia para se defender ainda que a imagem do jovem ao fim do encontro, se despedindo do amigo com um sorriso e um abraço, não tenha sido objeto da investigação”.
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