
A semana política está sendo marcada pela crise em torno do projeto antifacção: o recuo do relator, Guilherme Derrite, em equiparar grupos criminosos a terroristas não acalmou os ânimos, com a Polícia Federal alertando para um possível “caos jurídico” e enfraquecimento da instituição. Entretanto, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, posicionou-se em temas sensíveis, afirmando que os ‘crianças pretos’ visavam a um decreto de golpe e defendendo a legalidade das ‘emendas pix’. No STF, o clima esquentou com uma discussão entre os ministros Toffoli e Mendonça, ao mesmo tempo em que Alexandre de Moraes tomou decisões de impacto sobre militares e a “Vaza Toga”.
Projeto antifacção de Derrite gera crises e recuos
Discussões sobre o projeto de lei (PL) antifacção geram crise no Congresso. O relator, Derrite, alterou seu texto, lembrando de equiparar facções de terrorismo. Ele agora propõe um novo marco legal contra os grupos com penas mais duras. O governo comemorou o recuo. No entanto, um diretor da Polícia Federal (PF) alertou que o texto pode enfraquecer a instituição. Isso levaria a um “caos jurídico”. Diante da pressão, o deputado Motta afirmou que o relatório não afetará a autonomia da PF. O debate é intensificado pela divulgação do Atlas da Violência.
Gonet se posiciona sobre ‘kids pretos’ e emendas pix
O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, se manifestou sobre os ‘crianças pretas’. Ele afirmou que o grupo queria garantir a assinatura de um decreto de golpe por Bolsonaro. Gonet também defendeu uma redução da proteção para um dos envolvidos. A argumentação de que a reunião foi apenas uma confraternização. Gonet também defendeu a constitucionalidade das ‘emendas pix’.
Tensão e decisões marcam uma semana no STF
O clima no Supremo Tribunal Federal (STF) foi tenso. O ministro Toffoli discute com o ministro Mendonça, afirmando se exaltar com “covardia”. Em outra pauta, Mendonça votou pela cassação do governador de Roraima. O ministro Moraes também tomou decisões importantes. Ele determinou que militares não podem ser interrogados de farda na Corte. Moraes também recebeu um pedido para investigar os autores de “Vaza Toga”. Além disso, o STF avança na cobrança de um imposto sobre grandes fortunas.
Pesquisas apontam desgaste na imagem de Lula
A popularidade do presidente Lula apresenta sinais de desgaste, segundo o Paraná Pesquisas. Um levantamento recente mostra que sua imagem foi retirada após um período de alta. O mesmo instituto aponta um cenário de empate técnico em disputas eleitorais. Lula aparece empatado com Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas.
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Outras Pautas do Executivo e Legislativo
O ministro Dino determinou que a Polícia Federal investigue o uso de emendas parlamentares por ONGs. Na Câmara, os deputados tentaram um projeto que libera plantações de maconha. A votação ocorreu em um plenário vazio devido à participação de parlamentares na COP 30.
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