• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

PF foca esforços em saber quem são os “Meninos” de Vorcaro

Redação Por Redação
18 de março de 2026
Em Notícias
A A
PF foca esforços em saber quem são os “Meninos” de Vorcaro
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Além do grupo de troca de mensagens denominado “A Turma”, que é previamente identificado pela investigação do Compliance Zero, ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, agora a Polícia Federal trabalha para esclarecer quem são e como operavam os integrantes de outro grupo, também criado no aplicativo de troca de mensagens, denominado “Os Meninos”.

Sabe-se, até o momento, que esse segundo grupo subsidiava o primeiro com informações extraídas de invasões e acessos ilegais a sistemas de informação e dados bloqueados, como a base da Polícia Federal, do Judiciário, do Ministério Público Federal e até de organismos internacionais como a Interpol.

A investigação tenta identificar se o grupo ainda está ativo e quem eram seus membros. Ao menos 20 pessoas são investigadas. Não foi descartada a possibilidade de membros pertencentes diretamente ou indiretamente ligados a jornalistas e influenciadores cooptados financeiramente para atacar o Banco Central e sua diretoria e defender os interesses do Master logo após a liquidação, em novembro do ano passado.

VEJA TAMBÉM:

  • Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, negocia delação com a PF

    Vorcaro não vai “poupar ninguém” e negocia delação com a PF

  • O ministro casou relatoria após suspeitas em torno de Toffoli e decidiu sobre o benefício que pode exportar relação com Vorcaro.

    Advogado de Vorcaro se reúne com Mendonça em meio à expectativa de delação

Além disso, não se descarta que o grupo dos “meninos” também possa ser o responsável por hackear, invadir ou tentar páginas, reportagens e postagens relacionadas ao Master.

A existência do grupo foi exposta no voto do relator do caso no STF, André Mendonça, que manteve Vorcaro na prisão. Ele citou a chamada “Turma”, já conhecida como um braço operacional e de intimidação física, e também o grupo “Os Meninos”.

A existência dessas duas frentes indica, segundo as investigações, uma estrutura com divisão clara de tarefas e atuação coordenada para atender aos interesses da “organização”, segundo André Mendonça.

UM Gazeta do Povo encontramos a atual defesa de Vorcaro para questionar a existência desses núcleos, a suposta forma de operação e interlocução entre eles, que se daria por aplicativo de troca de mensagens. Não houve retorno até a publicação da reportagem, mas o espaço segue aberto.

A antiga banca de defesa de Daniel Vorcaro negou as acusações e sustentou que as interpretações das mensagens e dos fatos estavam fora de contexto. Os advogados chegaram a dizer que o empresário não tentou qualquer tipo de violência, ataque ou ação digital e que não confiou no esclarecimento completo das investigações.

O ministro André Mendonça descreveu, no entanto, “Os Meninos” como os membros pelas “investidas de hackeamento e invasão digital” perpetradas pelo grupo maior, conhecido como “A Turma”. Além das atividades digitais, o relator afirma que Vorcaro utilizou esse núcleo, juntamente com o homem que recebeu o apelido de “Sicário”, para a “execução de ilícitos variados”, incluindo alguns de “caráter violento”.

O voto também revelou detalhes financeiros precisos sobre o grupo, extraídos de mensagens do celular do banqueiro. Em diálogo com Vorcaro, o Sicário chegou a explicar como dividir o valor enviado pelo banqueiro, cerca de R$ 1 milhão por mês. “Os meninos mando 75 pra cada” (referindo-se provavelmente a R$ 75 mil mensais para cada um deles e ainda sem definição de quantos seriam).

Além do valor fixo, o auxiliar de Vorcaro relatou que, quando o banqueiro enviava “bônus”, o valor também era rateado entre os “meninos” e o restante da “Turma”. Uma mulher investigada no esquema participou, segundo Mendonça, da operacionalização desses fluxos financeiros destinados a cuidar das atividades de monitoramento e fornecimento de informações realizadas por este núcleo.

“Os Meninos” de Vorcaro flagrados pela PRF em dia de operação

“Os Meninos” de Vorcaro apareceram em evidência durante a deflagração da terceira fase da operação Compliance Zero. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou um veículo que seria do homem identificado como Sicário, que transportava “dois potenciais integrantes” desse núcleo.

No interior do carro, o ministro destaca que foram encontrados quatro computadores, caixas e malas, relatando que pelo menos um deles estava em processo de mudança, tendo inclusive já devolvido as chaves de seu imóvel à locadora.

O relator enfatiza que esses indivíduos “eram instrumentos de Daniel Vorcaro”, referindo-se a eles como os “Meninos dele [Vorcaro]”. A existência e a atuação permanente deste grupo foram utilizadas pelo ministro como um dos fundamentos para fundamentar a contemporaneidade dos riscos à ordem pública e a necessidade de manutenção da prisão preventiva do banqueiro, tendo em vista que membros da organização ainda estariam em atividade e monitorando autoridades e sistemas sigilosos.

VEJA TAMBÉM:

  • Banco Mestre

    BC liquida outra empresa ligada ao Master e ao Will Bank

“Os Meninos” atuavam em ações cibernéticas

Segundo os elementos reunidos até o momento na investigação, os “Meninos” atuaram em operações cibernéticas, incluindo invasões de sistemas e possíveis tentativas de acesso a dados restritos. Essa atuação complementaria o trabalho da “Turma”, fornecendo informações estratégicas e ampliando o alcance da organização.

A presença dos “meninos” indica, segundo a investigação, que a organização não se limitava aos métodos tradicionais de coerção, mas buscava integrar práticas digitais ao seu modus operandi.

Entre as possíveis funções desse grupo estavam: tentativa de invasão de sistemas institucionais e privados; coleta de dados sensíveis por meio digital; apoio a estratégias de monitoramento; atuação em campanhas de manipulação de informação e confiança.

Há afirmações, segundo Mendonça, de que essas atividades poderiam incluir o uso indevido de credenciais verdadeiras e válidas, além do acesso a bases restritas, o que, se confirmado, ampliaria a gravidade do esquema.

VEJA TAMBÉM:

  • Ministro conduz investigação para apurar qual parlamentar ou assessor vazou quebra de sigilo do dono do Mestre.

    André Mendonça veda acesso a dados privados de Vorcaro pela CPMI do INSS

  • Alessandro Vieira

    Relator da CPI do Crime Organizado diz que Mestre funcionava como “lavanderia do PCC”

O que era e como operava a “Turma”

De acordo com o pesquisador e o próprio ministro Mendonça, a “Turma” funcionava como o núcleo mais ostensivo da organização. Tratava-se de um núcleo voltado para a execução de ações de campo, incluindo monitoramento de alvos, coleta de informações e, principalmente, práticas de intimidação. Essas ações foram negadas pela defesa de Vorcaro.

Os relatórios da PF apontaram que esse grupo atuava como uma espécie de “milícia privada”. A denominação foi reforçada por Mendonça no inquérito.

Entre as atribuições incluíam o acompanhamento presencial de pessoas adversárias, a vigilância de rotinas e até abordagens diretas com caráter coercitivo. Um dos episódios mais graves relatados envolveu a ameaça a um ex-funcionário ligado ao empresário Daniel Vorcaro, que teria sido cercado por indivíduos descritos como “milicianos”, com ameaças dirigidas também à sua família.

A estrutura contava com coordenação definia. O homem que ficou conhecido como “Sicário”, que tentou suicídio na prisão, em 4 de março, na Superintendência da PF em Minas Gerais e morreu dias depois no hospital, aparece como peça central na engrenagem. Ele seria responsável por organizar as ações, distribuir tarefas e intermediar pagamentos.

As mensagens comprovadas, segundo Mendonça, indicam que havia repasses regulares de recursos para manutenção das atividades.

Além disso, a “Turma” não se limitava à intimidação física. O grupo também teria atuado no levantamento de dados sensíveis, utilizando contatos e conhecimentos técnicos para acessar informações estratégicas com o auxílio dos “meninos”.

Há promessas de participação de pessoas com experiência em segurança pública, o que teria de ampliar a capacidade operacional da organização. Vale destacar que no dia 4 de março um policial federal aposentado também foi alvo do Compliance Zero, suspeito de integrar o esquema.

Outro ponto relevante é o armamento associado ao grupo. Durante a operação, foram aprendidas armas de diferentes calibres, incluindo pistolas e espingardas, além de munições.

Para os investigadores, esse arsenal reforça a hipótese de que a “Turma” tinha potencial para ações violentas, ainda que nem todos os planos planejados tenham sido executados.

VEJA TAMBÉM:

  • Mendonça é o relator do pedido de prorrogação da CPMI do INSS

    Mendonça é sorteado para decidir sobre prorrogação da CPMI do INSS

A lógica de funcionamento da “Turma”

A atuação da “Turma” segue uma lógica empresarial. Havia divisão de funções, metas e até remunerações estruturadas. Os pagamentos foram realizados por meio de empresas, numa tentativa de dar aparência legal às transações.

Esse modelo permite que o grupo opere de forma contínua, com capacidade de adaptação conforme as necessidades. Quando uma cirurgia um novo “alvo”, a engrenagem foi acionada para levantar informações, monitorar deslocamentos e, se necessário, realizar abordagens intimidatórias.

As investigações também revelam que o grupo foi utilizado para atacar não apenas adversários externos, mas também pessoas do círculo interno, incluindo ex-colaboradores e funcionários do banqueiro.

VEJA TAMBÉM:

  • Enquanto O Globo diz que a PF driblou um mecanismo de visualização único, fontes ouvidas por outros dois jornais alegam que a manobra é impossível.

    Cunhada de Alexandre de Moraes também prestou serviços ao Banco Master

  • Após sanções de Mendonça, CPMI do INSS reintroduziu dados sigilosos, diz PF

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: Alexandre de MoraesAndré MendonçaBanco MestreDaniel Vorcaroesforçosfocainssmeninosministério públicopolicia federalpolicia rodoviária federalquemsaberSãosegurança públicaSTFTrabalhoviolênciaVorcaro
Postagem Anterior

Entidades questionam fontes poluentes no leilão de reserva de energia

Próxima Postagem

Decisão de Fux muda regras para eleição indireta para eventual mandato-tampão de governador do RJ; veja o que muda

Próxima Postagem
Decisão de Fux muda regras para eleição indireta para eventual mandato-tampão de governador do RJ; veja o que muda

Decisão de Fux muda regras para eleição indireta para eventual mandato-tampão de governador do RJ; veja o que muda

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d