A Polícia Federal desligou à noite os geradores que alimentavam o ar-condicionado central do prédio onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estava detido em Brasília, após reclamações de que o aparelho provocava um forte barulho.
Segundo uma purificação do jornal O Globo publicado nesta quarta (14) e confirmado por fontes à Gazeta do Povomedida foi adotada para minimizar o desconforto causado pelo ruído constante dos equipamentos durante a madrugada. Os geradores ficam em área externa, mas próximos à sala onde Bolsonaro cumpre a pena, o que potencializava os inconvenientes.
A defesa e familiares do ex-presidente afirmaram que o barulho contínuo prejudicava o descanso e provocava mal-estar frequente. Com isso, ficou definido que os aparelhos serão desligados diariamente entre 19h30 e 7h30, totalizando 12 horas de silêncio no período noturno. Durante esse intervalo, o sistema de climatização permanece inativo para garantir condições mínimas de segurança.
VEJA TAMBÉM:
-

Aliados recorrem ao órgão internacional por prisão domiciliar de Bolsonaro
A defesa levou a questão ao Supremo Tribunal Federal (STF), argumentando que o barulho provocado pelo ar condicionado configurava “situação que ultrapassa o mero desconforto e passa a caracterizar perturbação contínua à saúde e integridade do preso”. O pedido ressaltou que o problema persistia mesmo após comunicações internas à corporação.
Em publicação nas redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a Polícia Federal apresentou “protetores auriculares” ao pai, mas que em vez de “eliminar a causa do problema”, a corporação optou por uma “suposta medida” paliativa.
Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 22 de novembro do ano passado preventivamente por um suposto risco de fuga. Posteriormente, ele passou a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão no processo da suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.











Deixe o Seu Comentário