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Pagamento variável à União, saída da Infraero e fim da obrigação de 3ª pista: o que muda no Galeão após leilão

Redação Por Redação
31 de março de 2026
Em Notícias
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Pagamento variável à União, saída da Infraero e fim da obrigação de 3ª pista: o que muda no Galeão após leilão
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Pagamento variável à União, saída da Infraero e fim da obrigação de 3ª pista: o que muda no Galeão após leilão
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Aena vence leilão do Aeroporto do Galeão com lance de R$ 2,9 bilhões e assume concessão até 2039 O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, terá mudanças importantes no modelo de concessão após a vitória da espanhola Aena no leilão realizado nesta segunda-feira (30), com lance de R$ 2,9 bilhões. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O novo contrato altera regras considerando centrais para a operação do terminal, como a forma de pagamento à União e critério de infraestrutura. A nova gestão espera tornar o aeroporto ainda mais atraente e competitivo. As mudanças fazem parte do processo de venda assistida, negociado entre o governo federal, a atual encomenda RIOgaleão e o Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de reestruturar o contrato e viabilizar a troca de operadora. Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. Fernando Frazão/Agência Brasil Principais mudanças: pagamento de 20% do faturamento à União, em vez de contribuição fixa; fim da obrigação de construção de uma terceira pista; saída da Infraero da sociedade; previsão de indenização caso haja mudanças no Aeroporto Santos Dumont. Entre as principais mudanças está a substituição da cobrança fixa por um modelo de pagamento variável: a expedição passará a repassar 20% do faturamento bruto à União ao longo do contrato, válido até 2039. Outra alteração relevante é o fim da obrigação de construção de uma terceira pista, exigência prevista na concessão original de 2013 e considerada um dos entraves ao equilíbrio financeiro do projeto. O novo modelo também prevê a saída da Infraero da sociedade, permitindo que a Aena assuma integralmente a operação do aeroporto, além de um mecanismo de compensação caso haja mudanças nas regras de funcionamento do Aeroporto Santos Dumont, principal concorrente do Galeão na cidade. Além disso, a Aena assume todos os direitos, deveres e contratos vigentes, podendo explorar, manter e ampliar a infraestrutura do aeroporto. Com a chegada da Aena, a expectativa é de: ampliação de rotas e voos; atração de novas companhias aéreas; melhoria da infraestrutura; aumento da competitividade do terminal. A empresa já administra 17 aeroportos no Brasil — incluindo Congonhas — e passa a ser a maior operadora do país em número de terminais. Como foi o leilão O leilão foi realizado na B3, em São Paulo, e contou com a participação de três grupos: o próprio RIOgaleão, a suíça Zurich Airport e a espanhola Aena. Vista aérea do Aeroporto do Galeão Divulgação A disputa começou com empate entre as ofertas e melhorias com lances sucessivos, em uma concorrência acirrada que durou quase duas horas. O valor inicial de R$ 932,8 milhões foi rapidamente superado, até chegar ao lance final de R$ 2,9 bilhões. O modelo adotado foi o de venda assistida, uma espécie de relicitação de um contrato já existente, renegociado para permitir uma troca de operador. Da crise à retomada O Galeão descreveu uma crise que começou antes mesmo da pandemia. O aeroporto chegou a operar com cerca de 40% de ociosidade e teve um dos terminais fechados. A situação se agravou a partir de 2020, quando o Aeroporto Santos Dumont passou a concentrar maior número de passageiros. A partir de 2023, um acordo entre os governos federal, estadual e municipal iniciou um plano de recuperação, com destaque para a limitação do número de passageiros no Santos Dumont. Desde então, o Galeão vem retomando o crescimento: 5,9 milhões de passageiros em 2022 quase 18 milhões em 2025 Apesar do avanço, o número ainda está abaixo da capacidade total, de 37 milhões de passageiros por ano. Atualmente, o aeroporto registra cerca de: 340 voos diários sendo cerca de 110 internacionais. Em 2025, o Galeão voltou a figurar entre os aeroportos mais movimentados do país, atrás apenas de Guarulhos e Congonhas. O que diz a Firjan A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) avaliou o resultado do leilão como positivo e vê a mudança como parte de uma estratégia de fortalecimento do Galeão. Segundo o presidente da entidade, Luiz Césio Caetano, o aeroporto tem papel central na conectividade internacional do estado. “A recuperação da conectividade aérea internacional pelo Galeão, que concentra voos de longa distância e operações de grande porte, é um reflexo direto da reorientação do tráfego aéreo, consolidando o Rio de Janeiro como importante porta de entrada no país”, afirmou. A federação também defende a manutenção da progressão entre o Galeão e o Santos Dumont, além de investimentos em logística de acesso ao aeroporto. Para a entidade, o fortalecimento do Galeão pode tornar o estado mais atraente para negócios, turismo e investimentos, além de aumentar a competitividade da indústria fluminense.
Aena vence leilão do Aeroporto do Galeão com lance de R$ 2,9 bilhões e assume concessão até 2039 O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, terá mudanças importantes no modelo de concessão após a vitória da espanhola Aena no leilão realizado nesta segunda-feira (30), com lance de R$ 2,9 bilhões. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O novo contrato altera regras considerando centrais para a operação do terminal, como a forma de pagamento à União e critério de infraestrutura. A nova gestão espera tornar o aeroporto ainda mais atraente e competitivo. As mudanças fazem parte do processo de venda assistida, negociado entre o governo federal, a atual encomenda RIOgaleão e o Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de reestruturar o contrato e viabilizar a troca de operadora. Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. Fernando Frazão/Agência Brasil Principais mudanças: pagamento de 20% do faturamento à União, em vez de contribuição fixa; fim da obrigação de construção de uma terceira pista; saída da Infraero da sociedade; previsão de indenização caso haja mudanças no Aeroporto Santos Dumont. Entre as principais mudanças está a substituição da cobrança fixa por um modelo de pagamento variável: a expedição passará a repassar 20% do faturamento bruto à União ao longo do contrato, válido até 2039. Outra alteração relevante é o fim da obrigação de construção de uma terceira pista, exigência prevista na concessão original de 2013 e considerada um dos entraves ao equilíbrio financeiro do projeto. O novo modelo também prevê a saída da Infraero da sociedade, permitindo que a Aena assuma integralmente a operação do aeroporto, além de um mecanismo de compensação caso haja mudanças nas regras de funcionamento do Aeroporto Santos Dumont, principal concorrente do Galeão na cidade. Além disso, a Aena assume todos os direitos, deveres e contratos vigentes, podendo explorar, manter e ampliar a infraestrutura do aeroporto. Com a chegada da Aena, a expectativa é de: ampliação de rotas e voos; atração de novas companhias aéreas; melhoria da infraestrutura; aumento da competitividade do terminal. A empresa já administra 17 aeroportos no Brasil — incluindo Congonhas — e passa a ser a maior operadora do país em número de terminais. Como foi o leilão O leilão foi realizado na B3, em São Paulo, e contou com a participação de três grupos: o próprio RIOgaleão, a suíça Zurich Airport e a espanhola Aena. Vista aérea do Aeroporto do Galeão Divulgação A disputa começou com empate entre as ofertas e melhorias com lances sucessivos, em uma concorrência acirrada que durou quase duas horas. O valor inicial de R$ 932,8 milhões foi rapidamente superado, até chegar ao lance final de R$ 2,9 bilhões. O modelo adotado foi o de venda assistida, uma espécie de relicitação de um contrato já existente, renegociado para permitir uma troca de operador. Da crise à retomada O Galeão descreveu uma crise que começou antes mesmo da pandemia. O aeroporto chegou a operar com cerca de 40% de ociosidade e teve um dos terminais fechados. A situação se agravou a partir de 2020, quando o Aeroporto Santos Dumont passou a concentrar maior número de passageiros. A partir de 2023, um acordo entre os governos federal, estadual e municipal iniciou um plano de recuperação, com destaque para a limitação do número de passageiros no Santos Dumont. Desde então, o Galeão vem retomando o crescimento: 5,9 milhões de passageiros em 2022 quase 18 milhões em 2025 Apesar do avanço, o número ainda está abaixo da capacidade total, de 37 milhões de passageiros por ano. Atualmente, o aeroporto registra cerca de: 340 voos diários sendo cerca de 110 internacionais. Em 2025, o Galeão voltou a figurar entre os aeroportos mais movimentados do país, atrás apenas de Guarulhos e Congonhas. O que diz a Firjan A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) avaliou o resultado do leilão como positivo e vê a mudança como parte de uma estratégia de fortalecimento do Galeão. Segundo o presidente da entidade, Luiz Césio Caetano, o aeroporto tem papel central na conectividade internacional do estado. “A recuperação da conectividade aérea internacional pelo Galeão, que concentra voos de longa distância e operações de grande porte, é um reflexo direto da reorientação do tráfego aéreo, consolidando o Rio de Janeiro como importante porta de entrada no país”, afirmou. A federação também defende a manutenção da progressão entre o Galeão e o Santos Dumont, além de investimentos em logística de acesso ao aeroporto. Para a entidade, o fortalecimento do Galeão pode tornar o estado mais atraente para negócios, turismo e investimentos, além de aumentar a competitividade da indústria fluminense.[/gpt3]

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