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Paes descartou risco de desabastecimento após incêndio na Ceasa e crítica forma de armazenamento nas caixas

Redação Por Redação
3 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Paes descartou risco de desabastecimento após incêndio na Ceasa e crítica forma de armazenamento nas caixas
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Paes descartou risco de desabastecimento após incêndio na Ceasa e crítica forma de armazenamento nas caixas
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O prefeito Eduardo Paes durante visita ao Ceasa Reprodução/TV Globo O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou nesta quarta-feira (3) que não há risco de desabastecimento no RJ após o incêndio de grandes causas que atingiu parte do Ceasa, em Irajá, na Zona Norte. Segundo Paes, o fogo, que começou durante a madrugada, foi controlado pelo Corpo de Bombeiros e não deve afetar a distribuição de alimentos. Ao menos 28 lojas foram adquiridas. “Venho acompanhando desde as 3h30, quando tive a primeira informação do incêndio. O Corpo de Bombeiros já controlou as chamas. Poderia ser um prejuízo maior, mas eles conseguiram evitar o pior”, disse Paes. De acordo com o prefeito, a maioria das caixas afetadas, do pavilhão 43, pertence a grandes distribuidoras que possuem outras bases de operação. O espaço tem caixas de hortifrutigranjeiros, mamão, coco, manga, milho, abóbora, melancia, batata, cebola e alho. Incêndio de grandes consequências afeta a Ceasa, no Rio “Não haverá risco de desabastecimento. Já conversei com os comerciantes e com a associação. A grande parte dos galpões é de grandes distribuidoras que têm outras bases, e isso dá um conforto”, afirmou. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo testemunhas, o incêndio teve início em uma loja de alimentos e se propagou rapidamente para estabelecimentos vizinhos que comercializam plásticos, papéis, bebidas e outros materiais altamente inflamáveis. Por conta do fogo, segundo a Ceasa, os pavilhões 43 e 44 estão totalmente interditados. Por sua vez, o pavilhão 42 está parcialmente isolado. Os demais pavilhões que não foram afetados pelas chamas funcionaram normalmente por volta das 10h. Sem subsídios e com críticas à falta de organização Paes descartou, num primeiro momento, a concessão de subsídios aos comerciantes prejudicados pelo incêndio. Ele também criticou a forma como os produtos são armazenados nas caixas. Fogo consome a Ceasa desde a madrugada de quarta-feira Jurandir Ferreira/TV Globo “A maioria das caixas que se incendiaram são de grandes empresas que têm outras caixas aqui. Então, num primeiro momento, não terá subsídio. Mas é preciso alertar: não dá para ficar bombeiro aqui de ‘babá de marmanjo’. Não dá para estocar do jeito que querem e do jeito que entende. Acho que os comerciantes têm que ter responsabilidade para evitar que esse tipo de coisa aconteça”, declarou. O prefeito ressaltou que a prefeitura está à disposição para colaborar, mas lembrou que a Ceasa é um equipamento do governo estadual. “Isso aqui é um equipamento do estado. O que podemos é colaborar. Conversei com a associação e vamos ver como será cada caso”, completou. Segundo Paes, a própria associação já tomou medidas para evitar riscos de desabastecimento, especialmente num período de alta demanda, como o mês de dezembro.
O prefeito Eduardo Paes durante visita ao Ceasa Reprodução/TV Globo O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou nesta quarta-feira (3) que não há risco de desabastecimento no RJ após o incêndio de grandes causas que atingiu parte do Ceasa, em Irajá, na Zona Norte. Segundo Paes, o fogo, que começou durante a madrugada, foi controlado pelo Corpo de Bombeiros e não deve afetar a distribuição de alimentos. Ao menos 28 lojas foram adquiridas. “Venho acompanhando desde as 3h30, quando tive a primeira informação do incêndio. O Corpo de Bombeiros já controlou as chamas. Poderia ser um prejuízo maior, mas eles conseguiram evitar o pior”, disse Paes. De acordo com o prefeito, a maioria das caixas afetadas, do pavilhão 43, pertence a grandes distribuidoras que possuem outras bases de operação. O espaço tem caixas de hortifrutigranjeiros, mamão, coco, manga, milho, abóbora, melancia, batata, cebola e alho. Incêndio de grandes consequências afeta a Ceasa, no Rio “Não haverá risco de desabastecimento. Já conversei com os comerciantes e com a associação. A grande parte dos galpões é de grandes distribuidoras que têm outras bases, e isso dá um conforto”, afirmou. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo testemunhas, o incêndio teve início em uma loja de alimentos e se propagou rapidamente para estabelecimentos vizinhos que comercializam plásticos, papéis, bebidas e outros materiais altamente inflamáveis. Por conta do fogo, segundo a Ceasa, os pavilhões 43 e 44 estão totalmente interditados. Por sua vez, o pavilhão 42 está parcialmente isolado. Os demais pavilhões que não foram afetados pelas chamas funcionaram normalmente por volta das 10h. Sem subsídios e com críticas à falta de organização Paes descartou, num primeiro momento, a concessão de subsídios aos comerciantes prejudicados pelo incêndio. Ele também criticou a forma como os produtos são armazenados nas caixas. Fogo consome a Ceasa desde a madrugada de quarta-feira Jurandir Ferreira/TV Globo “A maioria das caixas que se incendiaram são de grandes empresas que têm outras caixas aqui. Então, num primeiro momento, não terá subsídio. Mas é preciso alertar: não dá para ficar bombeiro aqui de ‘babá de marmanjo’. Não dá para estocar do jeito que querem e do jeito que entende. Acho que os comerciantes têm que ter responsabilidade para evitar que esse tipo de coisa aconteça”, declarou. O prefeito ressaltou que a prefeitura está à disposição para colaborar, mas lembrou que a Ceasa é um equipamento do governo estadual. “Isso aqui é um equipamento do estado. O que podemos é colaborar. Conversei com a associação e vamos ver como será cada caso”, completou. Segundo Paes, a própria associação já tomou medidas para evitar riscos de desabastecimento, especialmente num período de alta demanda, como o mês de dezembro.[/gpt3]

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Tags: apósarmazenamentocaixasCEASACriticadesabastecimentodescartouformaincêndionasPaesrisco
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