Mulheres denunciam assédio, agressão e homofobia em casa de shows em Maricá
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Mulheres são vítimas de assédio, agressão e homofobia em casa de shows em Maricá Duas mulheres denunciaram ter sido vítimas de assédio, agressão e homofobia durante um evento em uma casa de shows no centro de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. O caso aconteceu na madrugada de domingo (8), Dia Internacional da Mulher, e deixou uma das vítimas gravemente feridas. Érica de Aguiar da Conceição, 32 anos, está internada no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara após ter traumatismo craniano, hematoma no rim, fratura no maxilar, três costelas quebradas e fratura na maçã do rosto. Ela estava no local acompanhada da namorada, identificada como Bruna, quando dois homens se aproximaram do casal. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Um deles teria começado a assessorar Érica, insistindo em beijá-la mesmo após ela afirmar que estava com uma companheira e não tinha interesse. Ainda de acordo com testemunhas, o homem também teria feito gestos obscenos e encostado nela de forma insistente. Ao perceber a situação, Bruna questionou o comportamento do homem. Nesse momento, segundo os relatos, ele e o amigo passaram a fazer comentários homofóbicos contra o casal. Érica de Aguiar da Conceição, 32 anos, está gravemente ferida após ser espancada em casa de shows em Maricá Reprodução A discussão aumentada e um dos homens que acompanhava o assessor teria dado um soco no rosto de Bruna, provocando tumulto no local. Seguranças da casa de shows retiraram os dois homens do estabelecimento. No entanto, segundo o depoimento de Bruna, Érica também foi levada para fora do local junto com os agressores. Do lado de fora, as agressões continuaram. Na rua, Érica foi espancada pelo homem que havia assediado. Testemunhas afirmam que o agressor seria um lutador de jiu-jítsu e teria deferido diversos socos e golpes contra a vítima. A vítima foi socorrida e permaneceu internada em estado grave no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. O caso foi registrado na 82ª DP (Maricá), que investiga o episódio.
Mulheres são vítimas de assédio, agressão e homofobia em casa de shows em Maricá Duas mulheres denunciaram ter sido vítimas de assédio, agressão e homofobia durante um evento em uma casa de shows no centro de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. O caso aconteceu na madrugada de domingo (8), Dia Internacional da Mulher, e deixou uma das vítimas gravemente feridas. Érica de Aguiar da Conceição, 32 anos, está internada no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara após ter traumatismo craniano, hematoma no rim, fratura no maxilar, três costelas quebradas e fratura na maçã do rosto. Ela estava no local acompanhada da namorada, identificada como Bruna, quando dois homens se aproximaram do casal. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Um deles teria começado a assessorar Érica, insistindo em beijá-la mesmo após ela afirmar que estava com uma companheira e não tinha interesse. Ainda de acordo com testemunhas, o homem também teria feito gestos obscenos e encostado nela de forma insistente. Ao perceber a situação, Bruna questionou o comportamento do homem. Nesse momento, segundo os relatos, ele e o amigo passaram a fazer comentários homofóbicos contra o casal. Érica de Aguiar da Conceição, 32 anos, está gravemente ferida após ser espancada em casa de shows em Maricá Reprodução A discussão aumentada e um dos homens que acompanhava o assessor teria dado um soco no rosto de Bruna, provocando tumulto no local. Seguranças da casa de shows retiraram os dois homens do estabelecimento. No entanto, segundo o depoimento de Bruna, Érica também foi levada para fora do local junto com os agressores. Do lado de fora, as agressões continuaram. Na rua, Érica foi espancada pelo homem que havia assediado. Testemunhas afirmam que o agressor seria um lutador de jiu-jítsu e teria deferido diversos socos e golpes contra a vítima. A vítima foi socorrida e permaneceu internada em estado grave no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. O caso foi registrado na 82ª DP (Maricá), que investiga o episódio.[/gpt3]












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