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MPRJ reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suspeita de rachadinha

Redação Por Redação
25 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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MPRJ reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suspeita de rachadinha
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



MPRJ reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suspeita de rachadinha
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MPRJ reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suspeita de rachadinha O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) reabriu a investigação contra o ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) e outras 25 pessoas para apurar suspeitas de desvio de dinheiro público com o uso de funcionários fantasmas – prática conhecida como rachadinha – na Câmara Municipal A decisão pela reabertura é da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que avaliou que a apuração anterior deixou de cumprir diligências essenciais. A GloboNews teve acesso, com exclusividade, ao parecer da Assessoria Criminal da PGJ que determinou o encaminhamento das investigações. Segundo o documento, “o prosseguimento das investigações revela-se medida necessária à adequada elucidação dos fatos”. A Procuradoria aponta que o arquivamento anterior não analisou de forma aprofundada pontos como a retirada de valores de um cofre bancário e a compra de um apartamento pelo então vereador. Uma investigação contra Carlos Bolsonaro foi arquivada pelo próprio Ministério Público em setembro de 2024. Na ocasião, sete funcionários do gabinete foram denunciados por peculato — crime que envolve desvio de dinheiro público. De acordo com a denúncia, o então chefe de gabinete Jorge Luiz Fernandes teria comandado a organização entre 2005 e 2021, arrecadando cerca de R$ 1,9 milhão — valor que teria sido devolvido por funcionários nomeados no gabinete. Ele segue trabalhando na Câmara Municipal, no gabinete de Alana Passos, que herdou a carga de vereadora na Câmara após a renúncia de Carlos Bolsonaro. O promotor responsável pelo caso à época, Alexandre Murilo Graça, argumentou que depoimentos, relatórios e elogios “não indicaram qualquer esquema de rachadinha em relação a Carlos Bolsonaro, visto que não se declarou qualquer circulação de valores para suas contas ou pagamentos”. No início de 2025, o juiz Thales Nogueira Cavalcanti Venâncio Braga discordou do arquivamento. Ele apontou omissões e contradições na investigação e invejou o caso para análise da Procuradoria-Geral de Justiça, que decidiu reabrir o procedimento. Carlos Bolsonaro durante visita ao pai na sede da PF, em 25 de novembro de 2025 Reuters/Mateus Bonomi Pontos que serão aprofundados Entre os focos da nova apuração está a forma como o ex-vereador pagava o plano de saúde. Um relatório apontou que, em um intervalo de nove anos de contratação, apenas um boleto teria sido quitado por meio da conta bancária dele. A PGJ sugeriu que as operadoras do plano sejam oficializadas para informar valores, forma de pagamento e quem era o responsável pelas quitações. Outro ponto é a compra de um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio, em 2009. Segundo o parecer, Carlos Bolsonaro declarou a aquisição do imóvel por R$ 70 mil — valor considerado muito abaixo do mercado à época. O documento também menciona acessos frequentes a um cofre em agência bancária. Segundo o texto, o então vereador “realizou pelo menos um ou mais acessos por mês ao tal cofre”, fato que “despertou atenção, pois cofres bancários, normalmente, se destinam à guarda de joias, documentos ou grandes somas em dinheiro”. A lista de investigados inclui 26 pessoas, entre elas Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela foi chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro entre 2001 e 2008. Relatórios de inteligência financeira já apontavam depósitos em dinheiro vivo que somavam até R$ 340 mil na conta dela. A Assessoria Criminal da PGJ destaca que é “pertinente a realização de oitivas dos investigados, com o objetivo específico de indagá-los acerca do padrão de saques realizados após a coleta de seus vencimentos”. A medida visa aprofundar a purificação sobre a possível prática de “rachadinha” — esquema em que os funcionários devolvem parte dos atrasos — e formar juízo mais seguro sobre eventual denúncia ou novo arquivamento. Carlos Bolsonaro deixou a Câmara Municipal há dois meses, após 25 anos sem carga. O que dizem os citados Até a última atualização desta reportagem, a defesa de Carlos Bolsonaro ainda não havia se manifestado sobre a reabertura da investigação. A GloboNews investigou o gabinete da vereadora Alana Passos, que herdou a carga de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal, mas não obteve retorno. Jorge Luiz Fernandes, apontou na denúncia entregue à Justiça como chefe da organização criminosa da suposta rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro, não quis se manifestar A defesa de Ana Cristina Siqueira Valle repudiou a última manifestação da Assessoria Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. “É estarrecedor que, em um procedimento obrigatório preenchido de nulidades absolutas, com a utilização de expedientes reconhecidamente ilegais, como uma expedição de pesca clara, sirva de fundamento para uma suposta reabertura de investigações de fatos claramente prescritos. A defesa continua confiando nas instituições regularmente contidas, que, dissociadas de contextos políticos e eleitoreiros, observem e apliquem o bom Direito”, disse a defesa, em nota. Em nota, o MPRJ declarou que “Após período de análise, com parecer da Assessoria Criminal, e diante da inexistência de prerrogativa de foro em razão do cargo de vereador à época, a Procuradoria-Geral de Justiça considera o arquivamento prematuro e determinou, em 09/02, a remessa dos autos à 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro para a realização de diligências complementares”. RELEMBRE A INVESTIGAÇÃO MP investiga suposta contratação de funcionários fantasmas desde o 1º mandato de Carlos Bolsonaro Gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a funcionários suspeitos de serem ‘fantasmas’, aponta relatório Carlos Bolsonaro tem sigilos fiscais e bancários quebrados pela Justiça em apuração sobre funcionários ‘fantasmas’ na Câmara do Rio Empresas ligadas a ex-mulher de dinheiro de Bolsonaro podem ter sido usadas para ocultar rachadinha no gabinete de Carlos, diz MP Investigação de ‘rachadinha’ de Carlos Bolsonaro: veja quem teve o sigilo quebrado Veja os vídeos que estão em alta no g1
MPRJ reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suspeita de rachadinha O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) reabriu a investigação contra o ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) e outras 25 pessoas para apurar suspeitas de desvio de dinheiro público com o uso de funcionários fantasmas – prática conhecida como rachadinha – na Câmara Municipal A decisão pela reabertura é da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que avaliou que a apuração anterior deixou de cumprir diligências essenciais. A GloboNews teve acesso, com exclusividade, ao parecer da Assessoria Criminal da PGJ que determinou o encaminhamento das investigações. Segundo o documento, “o prosseguimento das investigações revela-se medida necessária à adequada elucidação dos fatos”. A Procuradoria aponta que o arquivamento anterior não analisou de forma aprofundada pontos como a retirada de valores de um cofre bancário e a compra de um apartamento pelo então vereador. Uma investigação contra Carlos Bolsonaro foi arquivada pelo próprio Ministério Público em setembro de 2024. Na ocasião, sete funcionários do gabinete foram denunciados por peculato — crime que envolve desvio de dinheiro público. De acordo com a denúncia, o então chefe de gabinete Jorge Luiz Fernandes teria comandado a organização entre 2005 e 2021, arrecadando cerca de R$ 1,9 milhão — valor que teria sido devolvido por funcionários nomeados no gabinete. Ele segue trabalhando na Câmara Municipal, no gabinete de Alana Passos, que herdou a carga de vereadora na Câmara após a renúncia de Carlos Bolsonaro. O promotor responsável pelo caso à época, Alexandre Murilo Graça, argumentou que depoimentos, relatórios e elogios “não indicaram qualquer esquema de rachadinha em relação a Carlos Bolsonaro, visto que não se declarou qualquer circulação de valores para suas contas ou pagamentos”. No início de 2025, o juiz Thales Nogueira Cavalcanti Venâncio Braga discordou do arquivamento. Ele apontou omissões e contradições na investigação e invejou o caso para análise da Procuradoria-Geral de Justiça, que decidiu reabrir o procedimento. Carlos Bolsonaro durante visita ao pai na sede da PF, em 25 de novembro de 2025 Reuters/Mateus Bonomi Pontos que serão aprofundados Entre os focos da nova apuração está a forma como o ex-vereador pagava o plano de saúde. Um relatório apontou que, em um intervalo de nove anos de contratação, apenas um boleto teria sido quitado por meio da conta bancária dele. A PGJ sugeriu que as operadoras do plano sejam oficializadas para informar valores, forma de pagamento e quem era o responsável pelas quitações. Outro ponto é a compra de um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio, em 2009. Segundo o parecer, Carlos Bolsonaro declarou a aquisição do imóvel por R$ 70 mil — valor considerado muito abaixo do mercado à época. O documento também menciona acessos frequentes a um cofre em agência bancária. Segundo o texto, o então vereador “realizou pelo menos um ou mais acessos por mês ao tal cofre”, fato que “despertou atenção, pois cofres bancários, normalmente, se destinam à guarda de joias, documentos ou grandes somas em dinheiro”. A lista de investigados inclui 26 pessoas, entre elas Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela foi chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro entre 2001 e 2008. Relatórios de inteligência financeira já apontavam depósitos em dinheiro vivo que somavam até R$ 340 mil na conta dela. A Assessoria Criminal da PGJ destaca que é “pertinente a realização de oitivas dos investigados, com o objetivo específico de indagá-los acerca do padrão de saques realizados após a coleta de seus vencimentos”. A medida visa aprofundar a purificação sobre a possível prática de “rachadinha” — esquema em que os funcionários devolvem parte dos atrasos — e formar juízo mais seguro sobre eventual denúncia ou novo arquivamento. Carlos Bolsonaro deixou a Câmara Municipal há dois meses, após 25 anos sem carga. O que dizem os citados Até a última atualização desta reportagem, a defesa de Carlos Bolsonaro ainda não havia se manifestado sobre a reabertura da investigação. A GloboNews investigou o gabinete da vereadora Alana Passos, que herdou a carga de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal, mas não obteve retorno. Jorge Luiz Fernandes, apontou na denúncia entregue à Justiça como chefe da organização criminosa da suposta rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro, não quis se manifestar A defesa de Ana Cristina Siqueira Valle repudiou a última manifestação da Assessoria Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. “É estarrecedor que, em um procedimento obrigatório preenchido de nulidades absolutas, com a utilização de expedientes reconhecidamente ilegais, como uma expedição de pesca clara, sirva de fundamento para uma suposta reabertura de investigações de fatos claramente prescritos. A defesa continua confiando nas instituições regularmente contidas, que, dissociadas de contextos políticos e eleitoreiros, observem e apliquem o bom Direito”, disse a defesa, em nota. Em nota, o MPRJ declarou que “Após período de análise, com parecer da Assessoria Criminal, e diante da inexistência de prerrogativa de foro em razão do cargo de vereador à época, a Procuradoria-Geral de Justiça considera o arquivamento prematuro e determinou, em 09/02, a remessa dos autos à 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro para a realização de diligências complementares”. RELEMBRE A INVESTIGAÇÃO MP investiga suposta contratação de funcionários fantasmas desde o 1º mandato de Carlos Bolsonaro Gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a funcionários suspeitos de serem ‘fantasmas’, aponta relatório Carlos Bolsonaro tem sigilos fiscais e bancários quebrados pela Justiça em apuração sobre funcionários ‘fantasmas’ na Câmara do Rio Empresas ligadas a ex-mulher de dinheiro de Bolsonaro podem ter sido usadas para ocultar rachadinha no gabinete de Carlos, diz MP Investigação de ‘rachadinha’ de Carlos Bolsonaro: veja quem teve o sigilo quebrado Veja os vídeos que estão em alta no g1[/gpt3]

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