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MPRJ diz que terá independência na purificação de megaoperação sem ‘estabelecer instalações’; câmeras corporais serão apuradas

Redação Por Redação
29 de outubro de 2025
Em Notícias
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MPRJ diz que terá independência na purificação de megaoperação sem ‘estabelecer instalações’; câmeras corporais serão apuradas
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



MPRJ diz que terá independência na purificação de megaoperação sem ‘estabelecer instalações’; câmeras corporais serão apuradas
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MP-RJ quer acesso às imagens das câmeras corporais usadas por policiais na megaoperação O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) determinou a verificação das câmeras corporais utilizadas por policiais que participaram da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, que deixaram 121 mortos, incluindo quatro agentes de segurança. O procurador-geral de Justiça do estado, Antônio José Campos Moreira, afirmou nesta quarta-feira (29), durante coletiva de imprensa, que o acesso e a verificação das imagens são parte essencial da apuração sobre as mortes ocorridas durante a ação. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O pedido ocorre após o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, reconhecendo que parte dos registros pode ter sido perdida devido à duração limitada das baterias dos equipamentos. “As baterias das câmeras duraram cerca de 12 horas. Começamos a reunir às 3h de terça-feira. As tropas se movimentaram às 5h. Em algum momento, há a substituição dessas baterias. Dado o cenário em que ali estavam empregadas as câmeras, aquelas baterias não foram recarregadas e, em algum momento, essas imagens podem ter sido perdidas”, disse o secretário Menezes. De acordo com o procurador-geral, o Ministério Público já formalizou o pedido de verificação e terá promotores acompanhando os depoimentos de policiais e as perícias em curso. “Já está em andamento o pedido de verificação das câmeras corporais, que pra nós é muito importante. Esse promotor que está no IML e dois colegas vão acompanhar todos os depoimentos na sede policial”, afirmou Campos Moreira. Sobre a duração das baterias das câmeras corporais dos policiais, o procurador-geral disse que isso também será apurado. “A operação foi iniciada 5h de madrugada, ali eu creio que as operações necessárias são necessárias. Vamos apurar. As câmeras têm um limite de carga. Não sei se o limite foi excedido, é justamente isso que vamos apurar. Agora, as câmeras já foram solicitadas”, reforçou. “O MP atuará com profunda independência, exercendo com responsabilidade designada as suas funções constitucionais. Como servidores públicos, temos o dever de apurar esses fatos com rigor. E isso será feito, sem estabelecer colocações”, afirmou Antônio José Campos Moreira. Durante a coletiva, o procurador-geral disse que também vai investigar a estratégia das forças de segurança do Rio e a tática chamada de “muro do Bope”, em que os policiais avançaram pela área da Serra da Misericórdia para cercar as violências e empurrá-los na direção à mata, onde outras equipes do Bope já estavam posicionadas. Contudo, Antônio Campos afirmou que a “operação foi devidamente correta”. “Talvez seja melhor para a mata do que realizar o confronto ali, onde está a população local. Se isso foi feito, parabéns à Polícia Militar. Me parece que a justificativa é mais que plausível, a não ser que se pretendesse a não ser 100 mortes, mil na comunidade”, avaliou. Imagem de drone mostra corpos transportados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. Ricardo Moraes/Reuters Retirada dos corpos e preservação da cena O procurador-geral também comentou a remoção de corpos por moradores da Penha, que levou bolsas de cadáveres para uma praça pública na manhã de quarta-feira (29). Segundo ele, a retirada dificulta, mas não inviabiliza a perícia. “A rigor são duas perícias distintas. Uma seria a do local, que exige a preservação. Entendemos a dificuldade dessa preservação — não estamos em um ambiente urbano, estamos em uma mata. O ideal é que o local do crime seja preservado. Isso dificulta, mas não inviabiliza a apuração”, disse. Campos Moreira afirmou que o MP exigiu um relatório detalhado sobre o efetivo policial empregado, com a descrição das armas utilizadas, munições apreendidas e projetos recolhidos. Todo o material será enviado a perícia balística. “Estamos requisitando também o relatório detalhado com a previsão do efetivo utilizado por cada polícia na operação, com a determinação da função de cada policial, de cada grupo de policiais, armas utilizadas, armas apreendidas, projetos, cápsulas, projetos recolhidos dos cadáveres, do local. Tudo será enviado à perícia balística. Todo o protocolo está sendo devidamente cumprido”, afirmou. Policiais algemam suspeitos durante a megaoperação Mauro Pimentel/AFP O procurador fez ainda uma observação sobre as comparações feitas entre o episódio e as chacinas anteriores, como a de Vigário Geral (1993), classificando essas analogias como “absolutamente despropositadas”. “Comparar uma coisa com a outra é má-fé. Em 1993, delinquentes travestidos de policiais foram à comunidade e executaram pessoas inocentes. Agora, 30 anos depois, a exposição desses cadáveres na via pública teve outro objetivo.” MP acompanha perícias O procurador também destacou que o MPRJ atua de forma independente e técnica, acompanhando os trabalhos periciais e as autópsias das vítimas. Segundo ele, três médicos legistas do Ministério Público estão no Instituto Médico-Legal (IML) e participam diretamente das análises. Campos Moreira garantiu que o Ministério Público vai apurar todas as mortes com base em provas técnicas e que os resultados serão apresentados em um relatório conclusivo. “Vamos apurar todas as mortes ocorridas de acordo com a prova técnica, com a perícia e todos os documentos produzidos. Será feito um relatório com as nossas conclusões”, afirmou. ATENÇÃO, IMAGENS FORTES: corpos são colocados em praça na Penha no dia seguinte à megaoperação mais letal da história do RJ Reuters/Ricardo Moraes Fora do planejamento Durante a entrevista, o procurador-geral afirmou que o Ministério Público não participou do planejamento nem da execução da operação, que foi deflagrada para cumprir mandados de prisão contra lideranças do Comando Vermelho identificadas em uma investigação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) supervisionada pelo próprio MP. “Essa não foi uma operação para retomada do controle do território. As polícias, organizadas no seu dever constitucional, deram cumprimento às ordens judiciais. Não houve uma operação para a retomada do território”, explicou. Por fim, Campos Moreira ressaltou que o órgão atuará com independência e rigor técnico, lamentando as mortes e prestando solidariedade às forças de segurança. “O que eu posso afirmar é que o deputado atuará com profunda independência, exercendo com responsabilidade e consagrado as suas funções constitucionais. O deputado lamenta profundamente todas as mortes, sobretudo e em especial a dos quatro policiais, e presta solidariedade às polícias. Respeitando a dor alheia, vai apurar.” Foto de drone mostra fila de corpos estendidos na praça no Complexo da Penha, no Rio. Reuters/Ricardo Moraes A megaoperação policial deflagrada na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha é considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro. Segundo o governo estadual, 121 pessoas morreram — quatro delas policiais — e 113 suspeitos foram presos. As ações realizadas após um ano de investigações da DRE, que apontaram o envolvimento de lideranças do Comando Vermelho em diversos crimes. O governo afirma que a operação visava cumprir mandatos de prisão e conter o avanço territorial da facção, enquanto entidades civis e moradores denunciavam excessos e remoções irregulares de corpos.
MP-RJ quer acesso às imagens das câmeras corporais usadas por policiais na megaoperação O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) determinou a verificação das câmeras corporais utilizadas por policiais que participaram da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, que deixaram 121 mortos, incluindo quatro agentes de segurança. O procurador-geral de Justiça do estado, Antônio José Campos Moreira, afirmou nesta quarta-feira (29), durante coletiva de imprensa, que o acesso e a verificação das imagens são parte essencial da apuração sobre as mortes ocorridas durante a ação. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O pedido ocorre após o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, reconhecendo que parte dos registros pode ter sido perdida devido à duração limitada das baterias dos equipamentos. “As baterias das câmeras duraram cerca de 12 horas. Começamos a reunir às 3h de terça-feira. As tropas se movimentaram às 5h. Em algum momento, há a substituição dessas baterias. Dado o cenário em que ali estavam empregadas as câmeras, aquelas baterias não foram recarregadas e, em algum momento, essas imagens podem ter sido perdidas”, disse o secretário Menezes. De acordo com o procurador-geral, o Ministério Público já formalizou o pedido de verificação e terá promotores acompanhando os depoimentos de policiais e as perícias em curso. “Já está em andamento o pedido de verificação das câmeras corporais, que pra nós é muito importante. Esse promotor que está no IML e dois colegas vão acompanhar todos os depoimentos na sede policial”, afirmou Campos Moreira. Sobre a duração das baterias das câmeras corporais dos policiais, o procurador-geral disse que isso também será apurado. “A operação foi iniciada 5h de madrugada, ali eu creio que as operações necessárias são necessárias. Vamos apurar. As câmeras têm um limite de carga. Não sei se o limite foi excedido, é justamente isso que vamos apurar. Agora, as câmeras já foram solicitadas”, reforçou. “O MP atuará com profunda independência, exercendo com responsabilidade designada as suas funções constitucionais. Como servidores públicos, temos o dever de apurar esses fatos com rigor. E isso será feito, sem estabelecer colocações”, afirmou Antônio José Campos Moreira. Durante a coletiva, o procurador-geral disse que também vai investigar a estratégia das forças de segurança do Rio e a tática chamada de “muro do Bope”, em que os policiais avançaram pela área da Serra da Misericórdia para cercar as violências e empurrá-los na direção à mata, onde outras equipes do Bope já estavam posicionadas. Contudo, Antônio Campos afirmou que a “operação foi devidamente correta”. “Talvez seja melhor para a mata do que realizar o confronto ali, onde está a população local. Se isso foi feito, parabéns à Polícia Militar. Me parece que a justificativa é mais que plausível, a não ser que se pretendesse a não ser 100 mortes, mil na comunidade”, avaliou. Imagem de drone mostra corpos transportados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. Ricardo Moraes/Reuters Retirada dos corpos e preservação da cena O procurador-geral também comentou a remoção de corpos por moradores da Penha, que levou bolsas de cadáveres para uma praça pública na manhã de quarta-feira (29). Segundo ele, a retirada dificulta, mas não inviabiliza a perícia. “A rigor são duas perícias distintas. Uma seria a do local, que exige a preservação. Entendemos a dificuldade dessa preservação — não estamos em um ambiente urbano, estamos em uma mata. O ideal é que o local do crime seja preservado. Isso dificulta, mas não inviabiliza a apuração”, disse. Campos Moreira afirmou que o MP exigiu um relatório detalhado sobre o efetivo policial empregado, com a descrição das armas utilizadas, munições apreendidas e projetos recolhidos. Todo o material será enviado a perícia balística. “Estamos requisitando também o relatório detalhado com a previsão do efetivo utilizado por cada polícia na operação, com a determinação da função de cada policial, de cada grupo de policiais, armas utilizadas, armas apreendidas, projetos, cápsulas, projetos recolhidos dos cadáveres, do local. Tudo será enviado à perícia balística. Todo o protocolo está sendo devidamente cumprido”, afirmou. Policiais algemam suspeitos durante a megaoperação Mauro Pimentel/AFP O procurador fez ainda uma observação sobre as comparações feitas entre o episódio e as chacinas anteriores, como a de Vigário Geral (1993), classificando essas analogias como “absolutamente despropositadas”. “Comparar uma coisa com a outra é má-fé. Em 1993, delinquentes travestidos de policiais foram à comunidade e executaram pessoas inocentes. Agora, 30 anos depois, a exposição desses cadáveres na via pública teve outro objetivo.” MP acompanha perícias O procurador também destacou que o MPRJ atua de forma independente e técnica, acompanhando os trabalhos periciais e as autópsias das vítimas. Segundo ele, três médicos legistas do Ministério Público estão no Instituto Médico-Legal (IML) e participam diretamente das análises. Campos Moreira garantiu que o Ministério Público vai apurar todas as mortes com base em provas técnicas e que os resultados serão apresentados em um relatório conclusivo. “Vamos apurar todas as mortes ocorridas de acordo com a prova técnica, com a perícia e todos os documentos produzidos. Será feito um relatório com as nossas conclusões”, afirmou. ATENÇÃO, IMAGENS FORTES: corpos são colocados em praça na Penha no dia seguinte à megaoperação mais letal da história do RJ Reuters/Ricardo Moraes Fora do planejamento Durante a entrevista, o procurador-geral afirmou que o Ministério Público não participou do planejamento nem da execução da operação, que foi deflagrada para cumprir mandados de prisão contra lideranças do Comando Vermelho identificadas em uma investigação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) supervisionada pelo próprio MP. “Essa não foi uma operação para retomada do controle do território. As polícias, organizadas no seu dever constitucional, deram cumprimento às ordens judiciais. Não houve uma operação para a retomada do território”, explicou. Por fim, Campos Moreira ressaltou que o órgão atuará com independência e rigor técnico, lamentando as mortes e prestando solidariedade às forças de segurança. “O que eu posso afirmar é que o deputado atuará com profunda independência, exercendo com responsabilidade e consagrado as suas funções constitucionais. O deputado lamenta profundamente todas as mortes, sobretudo e em especial a dos quatro policiais, e presta solidariedade às polícias. Respeitando a dor alheia, vai apurar.” Foto de drone mostra fila de corpos estendidos na praça no Complexo da Penha, no Rio. Reuters/Ricardo Moraes A megaoperação policial deflagrada na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha é considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro. Segundo o governo estadual, 121 pessoas morreram — quatro delas policiais — e 113 suspeitos foram presos. As ações realizadas após um ano de investigações da DRE, que apontaram o envolvimento de lideranças do Comando Vermelho em diversos crimes. O governo afirma que a operação visava cumprir mandatos de prisão e conter o avanço territorial da facção, enquanto entidades civis e moradores denunciavam excessos e remoções irregulares de corpos.[/gpt3]

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